Técnicos do INEM iniciam hoje greve

Os técnicos de emergência pré-hospitalar iniciaram hoje uma greve ao trabalho suplementar, por tempo indeterminado, a exigir medidas para tornar a carreira mais atrativa, como forma de combater a taxa de 30% de abandono da profissão.

“O principal problema da carreira prende-se com a elevada taxa de abandono e ausência de candidatos aos concursos”, adiantou à agência Lusa o presidente do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH).

Segundo Rui Lázaro, o número de técnicos de emergência pré-hospitalar no Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) “tem vindo a reduzir-se significativamente ao longo dos últimos anos”, apesar das contratações feitas, o que “prova uma elevada taxa de abandono superior a 30%”.

“A forma de combater isso é tornar a carreira mais atrativa, revendo imediatamente o índice remuneratório, que está próximo do salário mínimo nacional”, adiantou o dirigente sindical, ao prever uma “adesão grande” à greve que se iniciou às 00:00 de hoje.

De acordo com o pré-aviso, a paralisação abrange todos os técnicos de emergência pré-hospitalar do INEM e inclui todos os eventos programados que o instituto se proponha a assegurar, “para lá daquilo que é a sua atividade normal e legalmente exigível”.

Uma vez que a greve se refere a trabalho suplementar, a estrutura sindical não apresentou qualquer proposta de serviços mínimos por “não serem devidos”, já que “todo o trabalho em horário normal urgente e emergente continuará a ser garantido em todos os turnos”.

O sindicato assegurou ainda que as “ocorrências multivítimas e catástrofes naturais ou outras que possam vir a ocorrer” não estão abrangidas por esta paralisação, adiantando que, para essas situações, “os trabalhadores estarão sempre disponíveis para acorrer às necessidades que se imponham e prestarão o trabalho suplementar que se mostrar necessário”.

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Governo manda investigar preços das gasolineiras e admite limitar margens

O Governo admite, pela primeira vez, impor um limite temporário às margens de lucro na venda de combustíveis, caso sejam detetadas irregularidades no mercado. Em simultâneo, pediu à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) que analise a forma como são definidos os preços praticados pelas gasolineiras.

A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, deu à ERSE um prazo de 20 dias úteis para explicar porque é que os preços dos combustíveis sobem rapidamente quando aumenta o preço do petróleo, mas demoram mais tempo a descer quando as cotações internacionais baixam.

Se o regulador concluir que existem “distorções graves” no mercado, poderá propor a fixação excecional de margens máximas para reduzir o impacto no preço pago pelos consumidores.

Fonte: JN

Alugar casa: Famalicão é o 6º concelho mais barato em Portugal

Vila Nova de Famalicão é o sexto município mais barato de Portugal para arrendar casa, de acordo com a mais recente análise do idealista, baseada nos dados do segundo trimestre de 2026. No concelho, a renda mediana fixou-se nos 8,6 euros por metro quadrado, colocando Famalicão entre os mercados de arrendamento mais acessíveis do país.

O ranking é liderado por Castelo Branco, com 7,4 euros por metro quadrado, seguido de Bragança (7,5 euros), Viseu (7,7 euros), Santa Maria da Feira (8,1 euros) e Barcelos (8,3 euros). Logo a seguir surge Vila Nova de Famalicão, à frente de municípios como Figueira da Foz, Leiria, Braga e Guimarães.

Segundo o idealista, há 15 municípios portugueses onde o valor mediano das rendas permanece abaixo dos 10 euros por metro quadrado, sendo Famalicão um deles.

No extremo oposto da tabela estão os municípios mais caros para arrendar casa. Lisboa lidera o ranking, com uma renda mediana de 21,8 euros por metro quadrado, seguida de Cascais (20,5 euros), Sines (18,9 euros), Loulé (18,1 euros) e Oeiras (17,3 euros).

Famalicão: Grupo ROQ avança com despedimento coletivo

O Grupo ROQ, com sede em Vila Nova de Famalicão, anunciou esta segunda-feira um plano de reestruturação organizacional que contempla um processo de despedimento coletivo. A medida irá abranger cerca de 11% dos postos de trabalho, mantendo a empresa, no final do processo, cerca de 400 colaboradores.

Em comunicado, a empresa explica que a diminuição das encomendas e a atual conjuntura económica motivaram a reorganização da estrutura, com o objetivo de reforçar a competitividade internacional e preparar o grupo para os desafios futuros.

A ROQ refere que a reestruturação permitirá concentrar recursos nas áreas estratégicas do negócio, reforçar o investimento em inovação, desenvolvimento tecnológico e eficiência operacional, assegurando simultaneamente a capacidade de resposta aos clientes e os elevados padrões de qualidade.

O CEO do Grupo ROQ, Romeu Ribeiro, reconhece que “esta foi uma das decisões mais difíceis da história da empresa”, mas considera que a medida é “indispensável para garantir a sustentabilidade do Grupo ROQ e assegurar a capacidade de continuar a inovar e servir os nossos clientes nas próximas décadas”.

Apesar da redução de postos de trabalho, a empresa garante a continuidade da sua atividade em todos os mercados onde opera, bem como dos projetos em curso e dos serviços prestados aos clientes.

Corte de energia afeta zonas do Louro e Outiz até ao meio-dia

Algumas zonas das freguesias de Louro e Outiz estão, na manhã deste domingo, a ser afetadas por uma interrupção no fornecimento de energia elétrica, devido à realização de trabalhos na rede.

Em Outiz, o corte abrange os clientes abastecidos pelo Posto de Transformação n.º 049 (Outiz – Gemunde). No Louro, a interrupção afeta os consumidores servidos pelo Posto de Transformação n.º 001 (Louro – Ribela).

A reposição do fornecimento de eletricidade está prevista até às 12h00.

PS de Famalicão prepara Autárquicas’29 com nova estrutura focada na continuidade

A sede do Partido Socialista (PS) de Vila Nova de Famalicão recebeu a cerimónia de tomada de posse da nova Comissão Política Concelhia, numa sessão que marcou também a eleição da nova Mesa da Concelhia e do Secretariado.

A Mesa da Comissão Política será presidida por Nuno Azevedo, de Cabeçudos, tendo Matilde Costa e Paulo Pinto como secretários.

Durante a cerimónia, o presidente da Comissão Política Concelhia, Jorge Costa, destacou a continuidade do projeto político do PS no concelho, elogiou o trabalho desenvolvido por Eduardo Oliveira e apontou como prioridades a valorização das freguesias, a preparação das eleições autárquicas de 2029, o reforço da organização interna e a promoção da coesão do partido.

Eduardo Oliveira fez um balanço do trabalho realizado nos últimos anos e agradeceu o contributo dos militantes. O antigo líder da estrutura continuará a integrar o Secretariado, por indicação de Jorge Costa.

Há cafés e restaurantes a cobrar a taxa ‘Volta’ quando não devem

Os cafés e restaurantes não podem cobrar o depósito de 10 cêntimos do sistema Volta nas bebidas consumidas no próprio estabelecimento. A taxa aplica-se apenas às embalagens levadas pelo cliente em regime de take-away.

Apesar de a regra estar definida na legislação, têm surgido várias queixas de consumidores que dizem estar a pagar este valor em consumos no local. Nestes casos, a cobrança é considerada indevida, uma vez que a embalagem permanece no estabelecimento, cabendo ao comerciante o seu encaminhamento para reciclagem.

As autoridades aconselham os clientes que detetem esta situação a pedir a correção da fatura. Caso o problema não seja resolvido, podem apresentar reclamação através do Livro de Reclamações.