IPMA coloca Famalicão em alerta amarelo devido ao frio

O distrito onde se insere Vila Nova de Famalicão, Braga, está em alerta amarelo até esta quinta-feira devido ao frio.

O alerta vem do Instituto Português do Mar e da Atmosfera que prevê para os próximos dias temperaturas máximas que não devem ir além dos 12 graus e mínimas próximas de 0.

Esta é uma situação de risco intermédio pelo que o IPMA aconselha a população para que se mantenha agasalhada e evite estar exposta ao frio durante períodos de tempo muito prolongados.

Emprego para ex trabalhadores da Ricon

A Malhinter, empresa do ramo têxtil, sediada na freguesia de Cabeçudos, Famalicão, está disponível para contratar alguma mão de obra. Os ex trabalhadores do grupo Ricon podem ser uma opção para ocupar as 15 vagas disponíveis, como disse um dos sócios da Malhinter à SIC.

@ SIC

Carro arde na freguesia de Gavião

Uma carro incendiou-se na tarde deste domingo, por volta das 16h20, na Rua de Gavião Real em Gavião, Vila Nova de Famalicão. O alerta partiu por parte de vizinhos que se depararam com a situação e chamaram de imediato os Bombeiros Voluntários Famalicenses.

Chegados ao local os bombeiros encontraram a viatura tomada pelas chamas e já nada conseguiram fazer para minorar os danos.

Para esta ocorrência foi também chamada a Polícia de Segurança Pública.

Não há feridos a registar, apenas danos materiais.

Problema informático na AT atrasa matrículas de janeiro

O mercado automóvel registou uma variação negativa de 2,1%, em janeiro, devido a um problema no sistema informático da Autoridade Tributária, que emperrou a emissão de algumas matrículas.

Houve casos em que as marcas liquidaram o Imposto Sobre Veículos não lhes tendo, no entanto, sido atribuídas as correspondentes matrículas.

Esta situação tem impacto nos operadores económicos do Sector, uma vez que existem objetivos que não foram cumpridos e verificaram-se menos entradas na tesouraria, tendo atingindo em particular os concessionários, para além dos danos reputacionais que resultam da insatisfação dos clientes”, refere a Associação Automóvel de Portugal (ACAP), em comunicado.

Em janeiro os 18.050 veículos registados estão assim subavaliados em relação aos volumes reais, em resultado de as estatísticas do mercado se encontrarem incompletas

Foram matriculados 14.894 automóveis ligeiros de passageiros, ou seja, menos 2,1% que no mês homólogo de 2017 e 2.454 novos comerciais ligeiros, o que representou um decréscimo de 1,0%.

O mercado de veículos pesados de passageiros e mercadorias, acusou igualmente uma quebra, de 4,9%, pelas razões anteriormente referidas, tendo sido matriculados 702 veículos desta categoria.

Mulher obrigada a dormir na estação de comboios sob ameaça de ser despedida

A situação foi denunciada pelo Sindicato da Hotelaria do Norte (CGTP-IN), a quem a trabalhadora recorreu para impugnar o despedimento.

Após a reintegração, no início do ano, a Servirail argumentou que já não tinha lugar na escala do Porto e impôs a integração na escala de Braga, que implica passar mais de 16 horas longe do Porto, onde reside, nos dias em que está de serviço, contou a trabalhadora.

Foi a partir de 4 de Janeiro que, na sequência da sua reintegração determinada pelo Tribunal de Trabalho, foi confrontada com a alteração: passou a trabalhar dois dias e folgar outros dois para justificar a brutal carga horária. Para conseguir estar em Braga a horas de pegar ao serviço no comboio que parte às 10h05, sai do Porto às 8h05; à noite, regressa a Braga às 23h25, chegando à Invicta às 0h30. Apesar dos protestos da trabalhadora e do sindicato, que sublinha que o horário imposto viola a disposição do acordo de empresa e a lei, a empresa tem respondido com ameaças disciplinares e de despedimento.

Na noite da passada quinta feira, o comboio em que seguia para Braga circulava com atraso e, quando chegou ao destino, a trabalhadora já não tinha transporte para o Porto. «Mandei mensagem a perguntar se cobriam o custo de um hotel ou do táxi e ainda não me responderam», afirmou. Acabou o seu dia de trabalho a dormir na estação de Braga, de onde saiu já na sexta feira, às 10h05, de novo em serviço em direcção a sul. «Nem sequer fui ao Porto», concluiu.

A trabalhadora afirmou que prevê que a situação se repita. Com a guarda partilhada da filha de seis anos, é obrigada a deixá-la com o pai nos dias em que trabalha. Na próxima segunda-feira volta a estar mais de 16 horas ao serviço da Servirail, longe da filha, «obrigada a dormir na rua com medo de ser despedida, só por ter optado pela reintegração no seu posto e local de trabalho», acrescenta o sindicato.