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AEMinho reconhece progressos no Orçamento do Estado mas falta «a ambição necessária»

AEMinho reconhece progressos no Orçamento do Estado mas falta «a ambição necessária»

Cidade Hoje by Cidade Hoje
11 de Outubro, 2024
in Economia, Região
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A Associação Empresarial do Minho (AEMinho) reagiu ao Orçamento do Estado para 2025, proposto pelo Governo, resumindo que há «sinais de progresso, mas sem a ambição necessária».

Em nota à imprensa, elogia a «trajetória de redução de impostos sobre o trabalho e as empresas», nomeadamente as medidas para «atrair e fixar talento, como o IRS Jovem».

Esta entidade reconhece, ainda, «os esforços na redução das taxas de tributação autónoma e nos pagamentos por conta», mas sublinha que o caminho deve ser a eliminação ou a redução substancial.

Sobre o IRC, a AEMinho diz que a redução de 1% «não tem efeito nenhum», a mesmo que seja reveladora de «uma tendência de descida efetiva em quadros orçamentais futuros».

No documento assinado pelo presidente da AEMinho, Ramiro Brito, está escrito que a redução do IRC em 1% «não terá o impacto desejado na atração de investimento, nem libertará os recursos necessários para que as empresas possam investir em inovação, formação e na melhoria das condições dos seus colaboradores. É crucial um corte mais agressivo, especialmente em setores estratégicos como tecnologia e exportação, para promover um crescimento sustentado e a competitividade internacional».

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Os responsáveis da AEMinho dizem que o orçamento demonstra «falta de incentivos robustos para a inovação, investigação e desenvolvimento»; e alegam que as grandes empresas foram «ignoradas» quando precisam «de ganhar escala» para competir noutros mercados.

Há um setor específico para o qual a AEMinho reivindica apoios que é a construção. Aponta a redução do IVA como «fundamental» para dinamizar a construção e reduzir custos.

Tags: 2025ae minhoassociaçãoempresarialempresasestadoircirsjovemorçamentoramiro brito
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