Deputados do PS preocupados com crise têxtil no Vale do Ave que pode afetar centenas de trabalhadores

Os deputados socialistas eleitos por Braga manifestaram, esta terça-feira, a sua preocupação com a crise que afeta o setor têxtil no Vale do Ave. A posição surge após as notícias e anúncios de despedimentos em empresas da região, com impacto em concelhos como Guimarães, Vizela, Famalicão e Santo Tirso.

Em comunicado enviado à redação, os deputados socialistas na Assembleia da República entendem «ser urgente» que o Governo avance «com medidas concretas para proteger os trabalhadores e apoiar as empresas, evitando que esta crise tenha efeitos irreversíveis na região».

O grupo parlamentar questionou o Governo sobre os apoios imediatos aos trabalhadores afetados, os instrumentos específicos de apoio às empresas da região e as medidas estruturais necessárias para reforçar a modernização e a resiliência do setor têxtil

28 Comments

  1. Ricardo Gomes, falei no vale do Ave porque era o assunto em questão, mas tenho a perfeita consciência que é comum na zona Norte do país

  2. Raul Jorge Silva Carvalho nem isso… se assim fosse as pessoas viviam com melhores condições… o socialismo só vê o umbigo dele e o dos dele…

  3. Sergio Ferreira infelizmente não é só no Vale do Ave… em tempos trabalhei numa empresa perto de Paredes, mobiliário, em que as pessoas eram todas corridas ao salário mínimo… se queriam ganhar mais tinham de trabalhar mais horas… mas o patrão comprava frequentemente bons carros… e fazia questão de os exibir aos funcionários. Claro que a empresa é dele, tem esse direito, mas são os funcionários que dão o dinheiro para que ele possa ter o que tem, deveriam ser melhor reconhecidos… mas nem sempre são.

  4. Marinha Freitas exacto… a culpa é sempre dos outros… onde estava o PS quando era governo? Já se previa esta crise, era uma questão de tempo… agora a AD no governo o que vai fazer? Provavelmente nada…

  5. Joaquim Machado os chulos são o que estão no governo e na presidência. Mas há quem goste de ser chulado.

  6. Francisco Pereira o CHEGA não é Governo. Que culpa tem o CHEGA da má gerência da empresa?

  7. Já é tempo de nos convencermos que não é a fazer camisas e sapatos que vamos conseguir ter melhores salários!

  8. Joaquim Machado e os outros deputados? Só fala no chega? Quem é que governa, é o chega? Chega é de ps e PSD 😂

  9. Joaquim Machado os deputados do chega não governam o país!! Os que governam ao governaram provavelmente são os que tu votastes 😡Só ladroes

  10. As Leis do trabalho, deviam ser mais rigorosas, quer para os trabalhadores, mas também para as entidades patronais. Já todos nós sabemos, quando um trabalhador falha, é automaticamente punido e muito bem. Mas também, as entidades que não cumprissem com as suas obrigações, serem punidos rigorosamente. Por questões de Justiça Social, todos os patrões que fechassem a porta, após terem criado apenas a sua riqueza, quer monetariamente ou por belos prazeres sociais, a lei devia ser rigorosa e confiscar todos os seus bens, concretizados após a criação da empresa e serem automaticamente confiscados e ao mesmo tempo congelados. Como também ser fiscalizado, a riqueza de terceiros. Porque todos nós sabemos, que alguns patrões apenas se preocupam em criar riquezas para os seus filhos e esquecem-se, que os trabalhadores também tem filhos e que querem pelo menos comer todos os dias, para isso se esforçam com o seu trabalho diário.

  11. Independentemente da crise têxtil, não é admissível e muito menos humano, que uma empresa, chegue ao fim do mês de Julho, mês em que a maior parte fecham para férias e que comuniquem aos trabalhadores, por questões financeiras, não é possível proceder ao pagamento do mês de Julho e subsidio de férias. Eu pergunto a esses patrões, só tiveram conhecimento no último dia do mês, que apareceram essas dificuldades, ou foi mais uma forma de explorarem os seus trabalhadores até ao último dia?

  12. Adelaide Carvalho é verdade, grande parte das empresas que receberam apoios do estado ou fundos europeus fecham.Se estamos mal agora que recebemos dinheiros da união europeia imagino quando a torneira fechar, vão ser tempos muito difíceis

  13. O socialismo só olha para o trabalhador e o reformado .; por este país a funcionar nada interessa

  14. Adelaide Carvalho Concordo plenamente.
    No meio disto tudo há quem se aproveite para bem proprio .
    Foi um prazer .
    Obrigada

  15. Apesar de o Vale do Ave ser o motor da indústria, é tambem das zonas em que os salários são dos mais baixos comparados com o que eu vejo na zona da capital

  16. Moniz Ferreira e não só.
    Isto é um conjunto de acontecimentos.
    Impostos altos,as pessoas preferem comprar na temo,e afins, as empresas pequenas lá vão levando com dificuldades, um dia bom/ um dia mau, mas lá vai,e as grandes?
    Essas tem o apoio do governo (nossos impostos,e fundos europeus) para depois despedirem e até fechar.
    Só que para as pequenas era preciso mais flexibilidade, mas já as grandes têm flexibilidade a mais.
    É sempre um chapéu de dois bicos

  17. Isto é recorrente depois das Ferias de Verão e Natal.
    Os preços pagos à Produção são muito esmagados
    e muitas Confecções trabalham a Feitio ( só Confeção).
    Quando há uma baixa de Trabalho Sazonal as Empresas entram em Stress.
    Nâo podemos competir com o Norte de Africa .
    Salario pouco menos de € 300 , 10 dias de Ferias (0) Subsidios.
    +- 10 horas de trabalho diárias .

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Famalicão: Fim de semana de festa em Delães

A freguesia de Delães está em festa com as celebrações a Nossa Senhora das Candeias, cujo programa começa às 20h15 deste sábado, com eucaristia, seguida de procissão de velas, acompanhada pela Fanfarra do CNE; às 22h30, atua o grupo Pedra d´Água e, uma hora depois, os Zimbre Brass.

No domingo, às 11 horas, missa em honra de Nossa Senhora das Candeias, acompanhada pelo Grupo Coral de Delães; às 15h30, recitação do Terço e, trinta minutos depois, sai a procissão, acompanhada pela Banda Música de Riba de Ave.

Durante os dois dias de festas há vários espaços com artesãos, associações e gastronomia.

Famalicão: «Esta foi uma época de excelência do FC Famalicão»

Aconteça o que acontecer na noite deste sábado, no fecho da jornada 34, «esta foi uma época de excelência do FC Famalicão». Palavras de Hugo Oliveira, proferidas na antevisão ao jogo com o Alverca.

A equipa famalicense pode fechar a temporada com um histórico 5.º lugar, a maior pontuação de sempre e com a possibilidade de chegar a um lugar europeu. É neste contexto que o treinador quer fechar a época, mas se assim não for, não deixa de ser «uma época de excelência» que resulta, sublinha, «da junção de uma ideia e de uma ambição de dar mais um passo no projeto do Famalicão. Há uma equipa técnica que vive 24 horas por dia para isto e um conjunto de jogadores com muito talento».

E não se foco nos recordes, mas nos momentos «em que sentimos dificuldades e demos a volta. É isso que fica. A vida é muito mais do que o momento. Não importa se perdemos 5-0 e depois vamos bater-nos com o campeão nacional. Fomos extremamente consistentes e temos que valorizar isso».

Por isso, e quase sobre o fecho da temporada, há «um misto de emoções dentro do grupo». Hugo Oliveira já fala em saudade, «porque gostamos de trabalhar juntos e não queríamos que terminasse»; também fala do «orgulho, por tudo o que temos vindo a fazer esta época. Mas ainda há coisas importantes para fazer. Temos um jogo importante pela frente, há histórias para criar, desfrutar de mais um momento com os nossos adeptos, no nosso estádio, contra uma equipa que fez uma época fabulosa. Mas vamos ser iguais a nós próprios.”

Sobre o adversário, encontra bons jogadores e um bom treinador. «Talvez seja um dos melhores trabalhos da época. Vai trazer-nos problemas, mas olhamos muito para nós e para os problemas que o adversário nos possa criar. Será um bom espetáculo de futebol».

Famalicão: PCP questiona governo sobre lay-off na Coindu

A pretexto da implementação do Lay-off na empresa Coindu, o Partido Comunista Português questionou a Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social sobre o que se passa nesta empresa famalicense. Quer saber se o Governo tem conhecimento e acompanha o processo; se a empresa tem continuado a receber apoios públicos e quais os valores a que ascendem os mesmos; se tem conhecimento dos lucros obtidos pela unidade da empresa em Joane e dos resultados líquidos positivos; que medidas tomou o governo para garantir a defesa dos postos de trabalho e dos direitos dos trabalhadores, considerando a atribuição de apoios públicos a esta empresa; e que medidas tomará para defender «os interesses e os direitos dos trabalhadores implicados».

O PCP lamenta que sejam os trabalhadores a «parte fragilizada» de uma política que, diz o partido, «entre os lucros ou os postos de trabalho, opta pela primeira».

Lembra o PCP que a Coindu pretende colocar quase 500 trabalhadores em lay-off. A mesma empresa, recorda o partido, que em 2025 realizou dois despedimentos coletivos na unidade de Joane. A situação agrava-se, diz, porque «apesar dos despedimentos levados a cabo, a empresa terá continuado a receber apoios públicos até dezembro de 2025, designadamente fundos do PRR para um projeto de produção de «componentes e acessórios para veículos a motor, no valor total de 3 910 000 de euros».

Festa do título conquistado pelo FC Porto adia apresentação do livro de Salvador Coutinho

A apresentação do livro do escritor famalicenses, marcada para a tarde deste sábado, no Porto, na sede da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, foi adiada para o dia 6 de junho, às 16 horas, no mesmo local.

O adiamento tem como causa os festejos do Futebol Clube do Porto, pela conquista do título nacional de futebol, cujo ponto alto acontecerá na “Baixa” da Cidade Invicta.

O livro “Era uma vez uma história que não sabia contar-se” será apresentado pelo jornalista e professor universitário Carlos Magno.

Entretanto, no próximo dia 30, às 15 horas, a obra será apresentada na terra natal do autor, Espinho, na Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva. Aqui, o diretor do Museu Municipal de Espinho, o historiador Armando Bouçon, abordará as ligações familiares de Salvador Coutinho a Espinho.

“Era uma vez uma história que não sabia contar-se” é o 18.º livro da carreira literária de Salvador Coutinho, o 11.º de originais de poesia; encontra-se à venda na livraria Fontenova, em Vila Nova de Famalicão, e no sítio da Elefante Editores (https://www.elefante-editores.net/).

Famalicão: Acidente de trabalho causa um ferido grave

Um homem, de 61 anos, foi atropelado por uma empilhadeira dentro das instalações da TMG, em Vale S. Cosme.

Segundo informações recolhidas, trata-se de um ferido grave que foi transportado para o hospital de Braga.

No local, para assistência e transporte da vítima, estiveram os BV Famalicenses.

O alerta para o acidente foi dado por voltas das 13h50.

Famalicão: CDU exige respostas sobre jornal “EFE”, Centro de Atletismo e Estádio Municipal

A CDU entregou, nos serviços da Assembleia Municipal, questões formais dirigidas ao Executivo, sobre a criação do jornal municipal “EFE” e acerca do processo relativo ao Centro de Atletismo e Estádio Municipal.

Tânia Silva, deputada da CDU, afirma que nas últimas sessões da Assembleia Municipal o presidente da Câmara não tem prestado esclarecimentos. A CDU considera que o comportamento do presidente representa uma desvalorização do papel fiscalizador da Assembleia Municipal e um empobrecimento do debate democrático.

No que respeita ao jornal “EFE”, a CDU solicita esclarecimentos concretos sobre o fundamento legal da publicação, os responsáveis pela linha editorial, os critérios de seleção de conteúdos, os encargos financeiros associados à produção e distribuição do jornal e os mecanismos existentes para garantir o cumprimento dos princípios da neutralidade, pluralismo e imparcialidade administrativa.

Já relativamente ao Centro de Atletismo, a CDU alerta para o risco de um projeto reivindicado há muitos anos pelos clubes, atletas e comunidade desportiva do concelho «acabar subordinado a lógicas de espetáculo, grandes eventos ou interesses externos ao desenvolvimento do desporto de base». São igualmente levantadas dúvidas sobre o modelo de gestão da infraestrutura, os critérios de acesso, o eventual peso de entidades externas na sua utilização e as garantias de prioridade para os clubes do concelho.

Relativamente ao Estádio Municipal, a CDU critica a sucessão de «anúncios, promessas e projeções públicas» feitas ao longo dos últimos anos «muitas delas em contexto pré-eleitoral», frisa, sem que existam «avanços concretos, transparentes e calendarizados relativamente à concretização do projeto».

Para a CDU, o processo cria falsas expectativas junto da população, dos atletas e das coletividades desportivas.