Famalicão: Como vai reagir o Joane à eliminação da Taça AF Braga?

O líder da pró nacional da AF Braga, depois de eliminado da Taça, esta quinta-feira, volta a jogar domingo para a jornada 30 do principal campeonato de futebol distrital. O GD Joane, com 62 pontos, vai jogar a casa do SP Arcos, décimo quarto, com 35 pontos. Neste momento decisivo da época, e com quatro pontos de vantagem sobre o segundo classificado, importa saber como vai reagir a equipa de Duarte Nuno ao jogo da passada quinta-feira, diante do Torcatense, formação da divisão de honra.

Esta jornada reserva, ainda, o dérbi concelhio entre a Oliveirense (3.º, 55 pontos) e o Ninense (11.º, 40 pontos). O Bairro, na luta pela despromoção (17.º, 24 pontos) recebe o Vieira (7.º, 43 pontos). Todas as partidas jogam-se a partir das 16 horas.

Na divisão de honra, série B, joga-se a ronda 27, com o S. Cosme a visitar o São Paio, equipa que ocupa o quarto lugar, com 44 pontos. Já o conjunto de Vale S. Cosme é o “primeiro” da zona de despromoção, com 31 pontos.

O CD Lousado, prestes a garantir o primeiro lugar da série D da 1.ª divisão, com 50 pontos, joga no próximo domingo em Delães. O Operário, 3.º, com 40 pontos, ainda espreita um lugar de promoção à divisão de honra nas três jornadas que faltam. A formação de Mões joga sábado, em Calendário, contra a União Desportiva local.

Do calendário da jornada 24, ainda no sábado, o São Cláudio recebe o Gondifelos; no domingo, defrontam-se Fradelos e Louro, o Ruivanense recebe o Guisande e a ADJ Mouquim o Celeirós B. Todas as partidas da jornada começam às 16 horas.

Foto GD Joane

Famalicão: Equipa feminina recebe Valadares Gaia

O campeonato nacional feminino, Liga BPI, regressa este fim de semana para a jornada 20. O FC Famalicão, que luta pela fuga aos últimos lugares, recebe este sábado, às 11 horas, o Valadares Gaia, formação que ocupa o sétimo lugar, com 30 pontos. A partida terá lugar no campo número 2 do Estádio Municipal.

As famalicenses, treinadas por Rui Baptista, ocupam o décimo lugar, com 13 pontos.

Famalicão: Mário Passos inaugura sede dos escuteiros de Ruivães e obras no complexo desportivo de Landim

Este domingo, o presidente da Câmara Municipal, marca presença em duas cerimónias, uma em Ruivães outra em Landim.

Às 10h45, Mário Passos participa na inauguração e bênção da nova sede dos escuteiros de Ruivães, situada junto à igreja. O novo espaço resulta da profunda requalificação de um edifício. Na tarde do mesmo dia, o autarca estará na inauguração das obras de requalificação do complexo desportivo do FC Landim. A empreitada, que teve um apoio municipal de 27.500 euros, implicou o alargamento da área do polidesportivo.

 

Famalicão: Ruivães e Novais presta homenagem aos combatentes da Guerra do Ultramar

No âmbito das comemorações dos 50 anos da revolução do 25 de Abril de 1974, a Junta da União de Freguesias de Ruivães e Novais promoveu uma homenagem aos ex-presidentes da Assembleia de Freguesia e a cerca de 60 combatentes da Guerra de Ultramar. O momento foi sublinhado com a inauguração e bênção de um mural alusivo aos combatentes, um em Ruivães e outro em Novais.
O autarca local, Duarte Veiga, fala de «uma cerimónia muito importante», como um marco muito relevante na história de Portugal e da comunidade, expressando «o maior agradecimento e reconhecimento pelo serviço prestado à pátria».

Famalicão: 55 trabalhadores da Coindu no desemprego

Na passada terça-feira, dia 23 de abril, 55 trabalhadores da Coindu, em Joane, receberam a carta de despedimento. Esta medida, tomada pela empresa, abrange funcionários de ambos os sexos, de várias idades e de perfil e qualificação profissional diversos.

Estes trabalhadores já estão a inscrever-se no Centro de Emprego, na tentativa de encontrar uma nova saída profissional.

Em novembro do ano passado foi conhecida a decisão da Coindu, que também tem uma unidade produtiva em Arcos de Valdevez, de proceder ao despedimento de 103 trabalhadores.

Na altura, a empresa, num esclarecimento prestado à Lusa, dizia que estava a cumprir a lei neste processo e que o mesmo resulta da descontinuidade de alguns projetos. A Coindu assumiu, na altura, que iria avançar para o despedimento de 103 dos 2300 trabalhadores que tem ao serviço. Desta decisão não resulta o fecho das unidades de produção. Na altura não ficou esclarecido se os despedimentos atingiam uma ou as duas fábricas. Em Joane, na empresa de componentes de automóveis, trabalham 1550 trabalhadores.