Alerta: Família de Famalicão desespera por informações de homem que desapareceu em Paris

Um homem residente em Paris está desaparecido desde a última quinta-feira, dia 7 de abril. Christophe Ferreira Lopes, de 50 anos, saiu de casa apenas com os documentos e não regressou mais. A família, que reside em Vila Nova de Famalicão, acredita que ele possa estar a caminho de Portugal, devido à forte ligação que tem com a freguesia de Vale São Cosme, onde grande parte das suas raízes são naturais.

Christophe sofre de uma doença mental, que estaria controlada, mas que pode tê-lo deixado desorientado. Ele deverá estar com grandes dificuldades ao nível da visão, uma vez que saiu de casa sem os óculos. Neste momento só tem na sua posse documentos portugueses.

A família apela a quem o possa avistar ou ter informações relevantes que contacte imediatamente as autoridades portuguesas.

Marcelo pede que comunidade cigana não seja esquecida nestes tempos de crise

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, fez um apelo para que a comunidade cigana não seja esquecida em tempos de crise.

Numa mensagem publicada no site oficial da Presidência da República, Marcelo alertou para a situação vulnerável dos ciganos devido à falta de representação e discriminação. O Presidente também mencionou a primeira Estratégia Nacional para Integração das Comunidades Ciganas, que tem sido prorrogada, exigindo uma avaliação das medidas implementadas para a igualdade, inclusão, participação, educação, emprego, saúde e habitação.

O chefe de Estado ressaltou a importância do envolvimento dos ciganos e suas associações na vida do país e concluiu com a expressão “But Baxt thaj Sastipen!” que significa “Muita sorte e saúde”. O apelo foi feito em celebração ao Dia Internacional do Cigano e reforça a importância de garantir a inclusão e igualdade dessa comunidade em Portugal.

Guarda-redes do Famalicão vale 10 milhões de euros

Luiz Júnior, titular indiscutível do FC Famalicão, está entre os três melhores guarda-redes sub-23 a jogar foram das cinco principais ligas de futebol.

Para o prestigiado observatório CIES, que analisa o futebol mundial, o jovem brasileiro de 22, vale 10 milhões de euros.
Júnior está no Famalicão desde a época 2019-2020 e tem contrato até 2027.

Comunidade desportiva lamenta o falecimento de antigo jogador do CPT e Riba d’Ave Hóquei Clube

Foi com grande pesar que a comunidade desportiva tomou conhecimento do falecimento de Nélson Monteiro, antigo jogador de hóquei em patins do Centro Popular Trabalhadores de Riba de Ave (CPT) e do Riba d’Ave Hóquei Clube. O ex atleta faleceu no passado dia 23 de março de 2023 e o seu funeral realizou-se em Coimbra.

Nélson Monteiro foi uma referência no hóquei em patins em Portugal, tendo sido um dos jogadores mais talentosos e respeitados do seu tempo. Iniciou a sua carreira no CPT e mais tarde transferiu-se para o Riba d’Ave Hóquei Clube, onde se destacou pelas suas habilidades técnicas e pelo o seu carisma.

O Riba d’Ave Hóquei Clube recorreu às redes sociais para emitir uma nota de pesar:

Lousado entrega o primeiro vale de apoio à natalidade (150 euros)

A Junta de Freguesia de Lousado, entregou o primeiro vale do ano de apoio à natalidade. O vale, no valor de 150 euros, tem como objetivo ser um apoio nas despesas iniciais que a família tem com a chegada de um novo membro.

Os beneficiários deste programa de apoio à natalidade são os pais ou responsáveis pelo recém-nascido, desde que estejam recenseados na freguesia de Lousado e que a criança tenha nascido nos últimos meses.

Mensagem de Páscoa do Arcipreste de Famalicão: “Arrancar a esperança”

É-nos muito custoso falar de alegria ou de esperança quando a experiência que nos cabe viver é de dor, de sofrimento, de incompreensão.

Nada parece ter a força para nos alavancar desse lugar, tantas vezes de desespero. Até a Páscoa parece estar a perder a sua força redentora, criativa, festiva e renovadora.

São incontornáveis as experiências de dor pelas quais a Igreja está a passar. Se é verdade que as alegrias e as esperanças de uns são de todos, também é ainda mais verdade que as dores e os sofrimentos de outros são de todos.

Não temos como fugir à dor nem ao sofrimento de todos os que sofreram e sofrem com os abusos de poder, de consciência e sexuais por parte de alguns membros da Igreja, sejam eles clérigos ou não. Mas também não temos como fugir a uma sociedade que tanto é, com justiça, crítica de todos estes abusos e, ao mesmo tempo, não tem o mesmo olhar crítico nem a mesma justiça para com esta nossa sociedade tão fecunda em abusos, quaisquer que sejam esses abusos. A Igreja não está fora da sociedade como um elemento externo. Ela faz parte do tecido humano da sociedade. São incompreensíveis os aumentos de violência no namoro, na vida doméstica, na terceira idade… Como é possível que, numa sociedade, que se pretende cada vez mais humanizada e humanizante, os níveis de abuso de poder estejam a crescer?

Não temos feito tudo nem estamos a fazer tudo para que os mais vulneráveis sejam protegidos de toda a espécie de violência e abuso.

Como estamos a educar? Quais são as grandes linhas mestras da educação na família? Que valores perpetuamos? Que estilo de vida temos e damos às gerações futuras? O que estão as crianças a aprender connosco? A formação humana ou para o humanismo impõe-se mais do que nunca. A formação académica é uma necessidade. Mas educar ou formar pessoas maduras, capazes de reconstruir o tecido relacional e criar uma humanidade mais fraterna é uma urgência.

O cuidado pela casa comum que o Papa Francisco nos pede, introduz o conceito de ecologia integral, isto é, cuidar da natureza passa por cuidar da pessoa. Sem pessoas cuidadas e conscientes do valor de todas as coisas criadas, não se pode criar uma fraternidade universal, isto é, uma consciência do valor do outro, da sua importância, mesmo que frágil e vulnerável, como nos ensinou a pandemia.

Temos muito para fazer. Só cresceremos na fraternidade se todos a buscarmos em conjunto. O Papa Francisco não se cansa de dizer: “ninguém se salva sozinho”. A propósito desta expressão recordo o que disse Rui Nabeiro: “Não trabalho para mim, trabalho para todos”. E não faltariam outras belas experiências de vida que nos iluminam e nos deixam entusiasmados e crentes na verdadeira humanidade.

Ou seja, apesar de tantas noites escuras no dia a dia da humanidade, há ainda muita pascalidade, há muita vida nova a despontar, a crescer e a ganhar dimensão humanizante. Há ainda muita Luz a acolher.

A Páscoa, que nós cristãos celebramos, outra coisa não é senão o anúncio constante dessa Luz nova sobre a humanidade que, na penumbra da noite, espera confiadamente um tempo novo.

A Páscoa arranca das noites escuras da humanidade a esperança para a oferecer a cada um de nós. Deus não só está em nós como está entre nós, para nos libertar de tudo o que nos oprime e escraviza.

A nossa missão é ousar ouvir e acolher o Espírito Santo para aprender a andar por caminhos ainda nunca andados e continuar a sonhar por um mundo mais justo e fraterno.

Santa e fecunda Páscoa a todos.

Pe. Francisco Carreira

Arcipreste