Na tarde deste domingo, depois da vitória, 3-1, sobre o Peões, o CRP Delães garantiu a subida à Divisão de Honra da AF Braga.
A equipa delaense sagrou-se, ainda, campeã distrital, da primeira divisão, série C.
Na tarde deste domingo, depois da vitória, 3-1, sobre o Peões, o CRP Delães garantiu a subida à Divisão de Honra da AF Braga.
A equipa delaense sagrou-se, ainda, campeã distrital, da primeira divisão, série C.
O Famalicão este domingo na receção ao Sporting de Braga, por 3-2, em jogo da 34.ª e última jornada da I Liga portuguesa de futebol, assegurando o oitavo lugar, com os mesmos 39 pontos do Estoril Praia.
Ricardo Horta inaugurou o marcador, nos primeiros segundos de jogo e Vítor Oliveira marcou o segundo, aos 19 minutos, antes de o Famalicão operar a reviravolta, com tentos de Banza, aos 43 e 89, e Bruno Rodrigues, aos 80.
Os Bombeiros Voluntários Famalicenses foram, na tarde deste domingo, acionados para um incêndio em viatura, em plena N14.
O incidente aconteceu na Avenida Santiago da Cruz, cerca das 18h00.
Não há registo de feridos.
Na penúltima jornada da Liga BPI, fase de apuramento de campeão, a equipa feminina do Famalicão empatou, na Academia, com o bicampeão Benfica.
No jogo disputado na tarde deste domingo registou-se uma igualdade a dois golos. As benfiquistas estiveram por duas vezes na frente do marcador, mas as famalicenses foram sempre capazes de responder acabando por dividir os pontos.
Com este ponto, a equipa de Jorge Barcellos soma 22, igualando o Braga no terceiro lugar. A decisão de quem fica no último lugar do pódio está reservada para o próximo fim de semana quando as duas equipas se encontrarem em Braga na última jornada da competição.
Foto arquivo/FC Famalicão
O carro da imagem, um BMW 520D de cor preta, com a matrícula 63-MO-02, foi levado na madrugada deste domingo por desconhecidos, em Vila das Aves.
A viatura estava estacionada na Rua Santo Honorato quando, entre as 5 e as 7 da manhã, foi furtada.
A situação já foi reportada às autoridades e o proprietário do veículo apela a quem tenha informações sobre o furto que informe a PSP ou GNR.
“Aquilo que está a dificultar não é nada do campo político, mas sim do campo técnico e económico [porque] há uma assimetria de impacto das sanções. Portugal, por exemplo, não teria nenhuma dificuldade em fechar amanhã a torneira do gás ou do petróleo russo, [mas] outros países têm uma dependência, muito em particular a Hungria, mas também a Eslováquia e a Bulgária têm dificuldades”, declarou João Gomes Cravinho.
Falando no final da reunião informal dos ministros dos Negócios Estrangeiros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), em Berlim, o chefe da diplomacia portuguesa explicou que “esses países [mais dependentes] pedem apoios, pedem períodos transitórios, pedem que haja, da parte da Comissão Europeia, um investimento forte no desenvolvimento de outras soluções, nomeadamente gasodutos, oleodutos e isso, naturalmente, não se faz de um momento para o outro”.
De acordo com João Gomes Cravinho, ao nível dos Estados-membros, “as discussões continuam, mas o objetivo é partilhado por todos, que é o de cortar a dependência europeia dos combustíveis fósseis vindos da Rússia”.
Já quando questionado sobre prazos para os 27 chegarem a acordo sobre aquele que é o sexto pacote de sanções à Rússia, apresentado pela Comissão Europeia no início de maio, o governante estimou que, “durante o próximo par de semanas, em princípio, haja soluções que satisfaçam a todos”.
“Estamos todos unidos quanto àquilo que é o objetivo de fundo, que é o de reduzir e eliminar a dependência do petróleo e do gás”, vincou João Gomes Cravinho, rejeitando que este novo pacote de medidas restritivas seja suavizado.
“Qualquer que seja a solução, o pacote terá seguramente um impacto muito significativo para a economia russa e para a capacidade russa de alimentar a sua máquina de guerra”, adiantou João Gomes Cravinho.
Em causa está um sexto e novo pacote de sanções contra Moscovo devido à invasão da Ucrânia, no final de fevereiro passado, após a Comissão Europeia ter abrangido, no anterior conjunto de medidas restritivas, a proibição da importação de carvão.
O pacote mais recente, apresentado por Bruxelas há duas semanas, prevê uma proibição total de importação de todo o petróleo russo, marítimo e por oleoduto, bruto e refinado, para assim haver uma eliminação gradual da dependência energética europeia face à Rússia, que permita assegurar rotas de abastecimento alternativas e minimizar o impacto nos mercados globais.
Ainda assim, este sexto pacote de sanções à Rússia, centrado na proibição gradual das importações de petróleo pelos Estados-membros até final do corrente ano, prevê uma derrogação de um ano suplementar para Hungria e Eslováquia.
A Hungria já veio rejeitar a proposta de um embargo progressivo da UE ao petróleo russo nos termos propostos pela Comissão Europeia, alegando que põe em causa a segurança energética do país.
A guerra na Ucrânia expôs a excessiva dependência energética da UE face à Rússia, que é responsável por cerca de 45% das importações de gás europeias. A Rússia também fornece 25% do petróleo e 45% do carvão importado pela UE.
A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que já matou mais de três mil civis, segundo a ONU, que alerta para a probabilidade de o número real ser muito maior.

