Famalicão: Eleições no GD Joane a 22 de maio

O Grupo Desportivo Joane vai a votos na manhã do dia 22 de maio, a partir das 9 horas.

Depois da Assembleia Geral de 1 de maio, que não surtiu qualquer decisão, o presidente do órgão marcou nova reunião para resolver o eventual impasse diretivo, até porque urge começar a preparação da nova época desportiva, na pró nacional da AF Braga.

Recorde-se que Custódio Baptista é o atual presidente do clube, cuja equipa principal terminou a série B da Pró Nacional da AF Braga em segundo lugar.

Segundo informações recolhidas por Cidade Hoje o futuro do GD Joane pode passar pela continuidade do atual presidente, “mas não há garantia absoluta que assim seja”, revela fonte próxima do clube que garante que a 22 de maio tudo ficará decidido.

Rio Ave e Casa Pia estão na I Liga

Em Vila do Conde, o Rio Ave, que tinha sido despromovido na época passada, venceu por 3-0 os flavienses, com golos de Yakubu Aziz, logo no primeiro minuto, e Aderllan Santos, aos 77 e 80, terminando a prova no primeiro lugar, com 70 pontos, que lhe garante o título de campeão do segundo escalão pela quarta vez, depois de 1986, 1996 e 2003.

Com o desaire, o Desportivo de Chaves, que terminou reduzido a 10 elementos, por expulsão de Luís Rocha, aos 75 minutos, fecha o campeonato com 64 pontos e no terceiro lugar, que lhe permite participar no ‘play-off’ de manutenção/promoção diante do 16.º e antepenúltimo classificado da I Liga, no caso o Moreirense.

Já o Casa Pia confirmou o segundo posto da competição, com 68 pontos, e o consequente regresso à I Liga 83 anos depois, com uma goleada na visita ao Leixões, por 5-1. Zach Muscat (10 minutos), João Vieira (12), Jota (16 e 39) e Derick Poloni (90+3) assinaram os golos dos lisboetas, enquanto Léo Bolgado (61) reduziu para os leixonenses, que fecham a época no oitavo lugar, com 48 pontos.

Famalicão: Lomba vem reforçar segurança de peões e condutores na Av. Marechal Humberto Delgado

Condutores e peões estão, a partir de agora, mais seguros na Avenida Marechal Humberto Delgado, uma das principais artérias de circulação automóvel e pedonal de Vila Nova de Famalicão.

Esta semana foi instalada uma lomba com passadeira, nas proximidades do novo acesso ao estacionamento do antigo campo da feira.

A passadeira, a poucos metros da rotunda, foi substituída por esta nova lomba.

 

Fradelos: Um ferido em aparatoso acidente esta madrugada na Rua 25 de Abril

Os Bombeiros Voluntários de Famalicão e a SIV de Santo Tirso foram alertados, esta madrugada, para um acidente de viação, na Rua 25 de Abril, em Fradelos, Vila Nova de Famalicão.

Do sinistro, que terá terminado com o carro capotado numa zona florestal, resultou um ferido de “média gravidade”, avança aquela corporação de bombeiros.

A vítima foi transportada para o hospital depois de socorrida no local pelos soldados da paz.

Imagem: B.V.Famalicão

ASAE recebeu 400 denúncias sobre preços dos combustíveis

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) recebeu 400 denúncias relacionadas com o aumento do preço dos combustíveis, afirmou o inspetor-geral Pedro Portugal Gaspar, assegurando que continuará a ser feito o acompanhamento do mercado.

“Manteremos um acompanhamento do mercado como em tudo”, sendo ainda avaliado se a ASAE voltará ao “terreno” para monitorizar a evolução do preço dos combustíveis, avançou Pedro Portugal Gaspar, em entrevista à Antena 1 e ao Jornal de Negócios.

Após referir que estas “400 denúncias estão a ser analisadas”, o responsável da ASAE revelou que, das duas ações de monitorização dos preços realizadas no espaço de oito dias em 71 postos de combustíveis do país, verificou-se “algumas oscilações” nos preços.

Já em matéria de bens alimentares, o inspetor-geral disse que a ASAE tem estado a acompanhar o impacto da inflação nos preços, considerando que, apesar de terem sido detetados aumentos de 20 e 30%, os mesmos podem não constituir especulação.

“Nesta matéria, margens dos 20 ou 30% não me parece que vão reunir requisitos considerados de prática especulativa, tendo em conta que de facto também há, a montante na cadeia, vários elementos de encarecimento que podem justificar essa mesma oscilação”, disse.

No início do mês, a ASAE anunciou que detetou apenas uma situação de alegado incumprimento na aplicação da redução do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) nos postos de combustível que monitorizou.

Esta monitorização, a nível nacional, dos postos de abastecimento de combustível, teve o objetivo de verificar a implementação da nova medida de redução dos preços dos combustíveis, resultante da descida do ISP.

Esta ação “teve como pressuposto a verificação da oscilação dos preços por litro comparativamente a períodos anteriores, em especial, avaliando o impacto da redução do ISP no preço final ao consumidor”, explicou a autoridade.

Medina avisa: “Portugueses pagariam mais 27 cênt. p/litro de combustível se não fosse o governo”

Fernando Medina realçou que no total, entre novembro e o final de junho – entre subsídios a empresas e famílias e os impostos que o Estado deixou de cobrar – foram contabilizados 700 milhões em apoios.

O ministro das Finanças, Fernando Medina, disse esta sexta-feira que os portugueses pagam hoje menos 27 cêntimos por litro de combustível do que pagariam sem as medidas fiscais implementadas pelo Governo para mitigar o impacto dos preços da energia.

“Cada português paga hoje menos 27 cêntimos por litro quando vai à bomba de gasolina do que pagaria sem qualquer medida pública. Repito: sem as medidas que tomámos na área fiscal, os portugueses pagariam mais 27 cêntimos por litro de combustível do que hoje pagam”, disse esta sexta-feira durante uma audição na Comissão de Orçamento e Finanças (COF), no âmbito da discussão sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022).

Fernando Medina sublinhou que no total, entre novembro e o final de junho, e considerando os subsídios a empresas e famílias e os impostos que o Estado deixou de cobrar, contabiliza 700 milhões de euros em apoios.

O governante realçou ainda que o OE2022 inclui ainda 55 milhões de euros para apoiar as famílias mais vulneráveis com uma prestação única de 60 euros, e uma ajuda de 10 euros por mês na compra de botijas de gás, durante três meses, e o subsídio às empresas com uso intensivo de gás, totalizando 160 milhões de euros de apoio.

“O Orçamento responde à conjuntura e prolonga a linha política que seguimos desde 2016 de reforço dos rendimentos das famílias. Neste, nunca é demais sublinhar a trajetória de subida do salário mínimo nacional, que em 2022 subiu 6%, para 705 euros, ou seja, mais 560 euros anuais”, vincou.

Fernando Medina defendeu ainda que os dados trimestrais relativamente ao Produto Interno Bruto (PIB) indicam que o objetivo de crescimento para 2022 inscrito no Orçamento é alcançável.

“Entre os 11 países da União Europeia que já apresentaram dados, a economia portuguesa foi a que mais cresceu”, disse.

Perante a incerteza, Fernando Medina assinalou que “não há orçamento no mundo, mesmo nas economias mais ricas, que consiga defender tudo e todos de um choque desta magnitude”.