Famalicão: Feira da Primavera em Cabeçudos

A Escola Básica de Cabeçudos realiza este sábado, entre as 12 e as 19 horas, a Feira da Primavera.

A iniciativa decorre no estabelecimento de ensino, com venda de produtos hortícolas, doces e salgados fornecidos pelos pais, avós e familiares dos alunos. Os mais jovens têm à sua disposição insufláveis e pinturas faciais. Haverá, ainda, a demonstração de uma aula de capoeira.

Em termos gastronómicos, há bifanas e caldo verde, e feijoada em regime de take-away.

FC Famalicão discute e vota contas no dia 29 de abril

O Futebol Clube Famalicão reúne em Assembleia Geral Ordinária no auditório da Fundação Cupertino de Miranda, no dia 29 de abril, pelas 20.30 horas.

Durante os trabalhos, presididos por Rui Maia, os sócios vão analisar e votar as contas e parecer do Conselho Fiscal do ano findo e discutir outros assuntos de interesse para a coletividade.

A Assembleia funcionará com um mínimo de 100 associados (conforme inscrição no respetivo livro de presenças e que sejam portadores da quota de março de 2022); se tal não se verificar, a reunião iniciar-se-á trinta minutos mais tarde com qualquer número de associados.

Famalicão: Festa dos Padrinhos em Vermoim

A Associação de Pais das Escolas de Vermoim promove, este sábado, a Festa dos Padrinhos. O evento decorre no Largo do Salão, entre as 14h30 e as 18 horas.

Nesta feira encontra uma variada oferta de presentes para oferecer ao seu padrinho: arranjos, vasos, lembranças. Também há bolos, doces e cafés.

Ao aderir a esta Festa dos Padrinhos, para além de encontrar um presente especial, está a ajudar a Associação de Pais.

Famalicão: Continental procura mercados alternativos à Rússia

A empresa Continental Mabor, em Lousado, está, já há algum tempo, a recorrer a fornecedores de matérias-primas alternativos à Rússia. Algumas vinham predominantemente da Rússia como o “negro de fumo” que é um derivado do petróleo com combustão incompleta.

Segundo O Minho, o Grupo Alemão está, desde antes da guerra na Ucrânia, a fazer contactos para assegurar a compra de matérias-primas em mercados alternativos, por exemplo nos países asiáticos.

Apesar dos efeitos da guerra se terem sentido na produção da Continental Mabor, em Famalicão, a empresa espera regressar à normalidade já no final do mês de abril. Até à data não dispensou nenhum trabalhador, tendo optado antes por dar formação de forma mais concentrada.

Parada na totalidade está a produção do Grupo Continental na Rússia. Neste país produziam cerca de três milhões de pneus para carros de passageiros e para camiões leves e emprega mil pessoas. Nikolai Setzer, CEO e administrador da direção da Continental naquele país, garante que todos os trabalhadores estão a ser assistidos.

Famalicão: Novo acesso à zona industrial de Lousado já está aberta à circulação de veículos

O novo acesso ao Parque Industrial Terra Negra, na zona sul do concelho, onde pontificam, entre outras empresas, a Continental Mabor e a Leica, já está aberto à circulação de veículos. A intervenção, embora ainda aguarde a conclusão dos passeios pedonais, representa um investimento superior a 1 milhão de euros, «numa via estruturante para o crescimento industrial», com 1200 metros de extensão, ligando a rotunda de Santana, em Ribeirão, na Estrada Nacional 14, até à zona industrial onde está implantada a Continental, uma das maiores empresas exportadoras do país.

Na segunda fase desta intervenção, cuja conclusão está prevista para o primeiro semestre do ano, será feito o prolongamento da nova via, entre a rotunda da nova entrada da Continental e o Loteamento Industrial da Carvalhosa, em Lousado. Com esta intervenção, numa extensão de 650 metros, cria-se uma circular a esta zona industrial. A empreitada inclui a criação de um acesso público entre a Rua da Circulação e a Rua de Montoito, através de um viaduto que existe no local e que passará para o domínio público por acordo entre o município e a Continental.

Mário Passos, autarca famalicense, vê esta artéria como «fundamental para aquela importante zona industrial do concelho e mesmo para o país». Analisa o autarca, que «vai permitir transferir para aqui o trânsito pesado que serve as indústrias daquela zona, ajudando-as a crescer, libertando os acessos junto de zonas residenciais para o trânsito ligeiro».