Preços dos combustíveis vão continuar a subir e António Costa avisa: “Não há milagres”

António Costa comentou, esta quinta-feira, a subida dos preços dos combustíveis que se perspetiva para as próximas semanas.

“Quando o principal país fornecedor de uma matéria prima não a produz, é inevitável que ela vá escassear. Não há milagres que substituam aquilo que falta”, explicou o primeiro-ministro, lembrando que há um conjunto de medidas a serem adotadas.

Fonte: CNN

 

Famalicão: Primeiras toneladas de bens já chegaram à Ucrânia

As primeiras toneladas de bens de primeira necessidade doados pela sociedade civil famalicense chegaram esta quinta-feira, a Chelm, junto à fronteira entre a Polónia e a Ucrânia.

Três camiões TIR e duas carrinhas partiram, na manhã desta segunda-feira, com 100 toneladas de bens, das instalações da Raclac, um dos pontos logísticos famalicense onde está a ser coordenado este apoio humanitário. O Município continua a receber a solidariedade famalicense e estima, brevemente, enviar novo “comboio humanitário”. Há, em todo o concelho, 49 pontos de recolha para entrega de bens que, depois, são devidamente embalados no Lago Discount e na Raclac.

Bens alimentares, roupa, artigos de higiene e de saúde são as necessidades mais prementes para auxiliar o povo ucraniano flagelado pela invasão russa.

Famalicão: Caravana Humanitária parte segunda-feira para a Polónia

Uma caravana humanitária de Famalicão parte, na próxima segunda-feira, em direção a Varsóvia, na Polónia, para recolher ucranianos previamente identificados por familiares em Portugal.
Esta caravana é organizada por famalicenses e tem o apoio da Caravana Humanitária de Lisboa.
Já há autocarro e motoristas disponíveis, sendo que o objetivo é trazer para Portugal 46 pessoas identificadas.
Este projeto humanitário, que pode ser contado pelo 910670422 (Inês) e 919226841 (Filipa), precisa de ajuda financeira para estadia e alimentação dos refugiados que vai trazer. Nib: 0269 0314 0020 2558 2121 0
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Famalicão: Cabrito é a proposta gastronómica para abril

De 7 a 10 de abril, o cabrito é a principal iguaria à mesa de sete restaurantes famalicenses, que aderiram a mais uma edição do Dias à Mesa. Poderá saborear este prato no Alfa (Famalicão), Casa Pêga (Antas), Churrascão Sousa (Avidos), Moutados (Gavião), O Caçarola (Landim), Oprato (Avidos) e Páteo das Figueiras (Gavião).

O Dias à Mesa decorre ao longo de todo o ano, conjugando os produtos locais e da época, numa parceria com os restaurantes e indústria locais, que atrai os apreciadores da boa cozinha regional. A proposta à degustação surge em dias específicos, e em harmonização com os melhores vinhos, associando a gastronomia com uma agenda de atividades culturais e desportivas.

A iniciativa mantém o desconto de 10% direto nos restaurantes, mas também nos alojamentos aderentes para os visitantes que se desloquem a Vila Nova de Famalicão durante os dias em que decorre cada momento anunciado. A promoção não é acumulável com outros descontos e é válida mediante reserva direta nos estabelecimentos.

Covid-19: Número de infetados, mortes e recuperados divulgados uma vez por semana

“A atual fase [da pandemia] justifica a alteração do padrão de divulgação, sendo descontinuados ambos os relatórios diários”, acrescenta a DGS num comunicado que acompanhou a divulgação do boletim de hoje.

O novo formato do relatório de situação terá “o número de casos confirmados e de óbitos em Portugal, acumulado a sete dias, bem como a ocupação hospitalar diária no continente, com a respetiva variação semanal”.

Serão também divulgados dados diferenciados por região e idade sobre número de casos, internamentos e mortes.

“Os internamentos refletirão as camas ocupadas com casos de covid-19”, indica também a DGS.

Os dados da vacinação incluirão as doses iniciais, completas e de reforço por idades. Deixam de ser divulgados os dados da vacinação contra a gripe no relatório de situação, que será divulgado juntamente com o relatório de monitorização da pandemia.

“Este modelo de divulgação de dados será ajustado sempre que a situação epidemiológica o justifique”, ressalva a DGS.