Tony Carreira adia concerto da próxima semana em Guimarães

Foi adiado o concerto de Tony Carreira marcado para o Multiusos de Guimarães. O espetáculo estava agendado para o dia 2 de outubro mas, afinal, vai-se realizar mais tarde.

Segundo informação publicada na página de facebook do artista, o adiamento do concerto deve-se à atualização das normas da Direção Geral da Saúde, relacionadas com a pandemia de Covid-19.

A atuação de Tony Carreira em Guimarães fica marcada para 30 de outubro, no mesmo espaço mas com condições que oferecem uma maior segurança e aproveitamento da sala face às novas diretivas das autoridades de saúde.

Famalicão: Um ferido grave em colisão entre carro e mota na N206 em Pousada de Saramagos

Uma pessoa ficou em estado grave na sequência de um acidente de viação, registado em plena N206, em Pousada de Saramagos, Vila Nova de Famalicão.

O acidente, uma colisão entre um carro e uma mota, aconteceu cerca das 22h00, na Avenida da Riopele.

Para o local foram acionados os Bombeiros Voluntários Famalicenses.

https://cidadehoje.pt/famalicao-condutor-de-mota-morre-na-n206-em-violento-choque-contra-carro/

Famalicão: Feira de S. Miguel a partir de quarta-feira

A Feira de S. Miguel está de regresso depois de um interregno devido à pandemia Covid 19. O certame começa quarta-feira, 29 de setembro, e vai até ao dia 2 de outubro, tendo como palco a Praça – Mercado Municipal.

O evento abre com o Mercado dos Lavradores, que se irá realizar entre as 07h00 e as 13h00, até 2 de outubro. Nesse dia, pelas 16h00, cumpre-se uma das maiores e mais antigas tradições minhotas, a desfolhada, com animação musical a cargo do Grupo Etnográfico Rusga de Joane. Pelas 21h00, há música na Praça com a atuação da Banda de Famalicão.

Mercado Imobiliário de Portugal: Será uma opção de investimento viável?

Poucos países suportaram um século XXI tão desafiante como Portugal, particularmente de uma perspetiva económica. Por exemplo, o país esteve imerso numa crise financeira entre 2010 e 2014, que fez parte de uma recessão mais vasta que começou por volta de 2001 e só terminou em 2017.

Mesmo agora, a nação tem um rácio de dívida/PIB de 117,7%, embora este tenha caído de um recorde de 132,9% em 2014.

Isto indica uma recuperação significativa e percetível, confirmada pelo mercado imobiliário relativamente dinâmico do país. Mas quais são as razões para isto, e será que o imobiliário português é uma opção de investimento viável atualmente?

Apesar do Coronavírus o mercado imobiliário prosperou

Recuemos um pouco até aos meses imediatamente anteriores à pandemia, o mercado imobiliário em Portugal continuava cada dia mais robusto.

Mais especificamente, em Lisboa e Porto os preços dos imóveis residenciais aumentaram 49% e 83% respetivamente entre 2016 e 2020, enquanto o custo de uma casa no Algarve subiu cerca de 50% durante o mesmo período de tempo.

Embora a pandemia tenha tido um impacto óbvio e inescusável nesse crescimento, a maioria das regiões de Portugal permaneceram relativamente ilesas quando comparadas com outras áreas da Europa.

Em Lisboa, por exemplo, os preços das casas caíram apenas 3% até 2020, destacando uma resiliência impressionante enquanto a pandemia continuava a alastrar-se em todo o mundo.

Nas regiões supracitadas (Porto e Algarve), o preço das propriedades diminuíram 4% e 12% durante a pandemia, embora a tendência já tenha começado a inverter-se à medida que o número de casos diminuiu e uma vacina viável foi implementada.

Mas que fatores estão na base desse crescimento relativo e prosperidade? Um dos mais reveladores é o aumento na busca pelo bem-estar e de uma maior qualidade de vida, com regiões como o Algarve famosas pelo seu excelente clima, baixos níveis de criminalidade e abundância de casas em banda de luxo.

Isto ajudou a aumentar as vendas de propriedades em 60% durante 2020 (apesar da queda marginal dos preços), e este número acelerou ainda mais durante a primeira metade de 2021.

Este aumento de curto prazo de vendas também ser atribuído a um aumento do trabalho remoto, consequência da pandemia, que facilitou para os indivíduos fazer o seu trabalho em qualquer parte do mundo.

Será que Deve Investir em Imóveis portugueses?

Como esperado, em grande parte, o crescimento imobiliário em Lisboa está a ser impulsionado por compradores estrangeiros, e estes poderão beneficiar-se de dois esquemas populares diferentes.

Cada um destes oferece incentivos financeiros atraentes, incluindo o regime fiscal dos residentes não habituais (RNH) (que oferece uma taxa de imposto de 10% sobre as pensões e potenciais isenções) e a Autorização de Visto de Residência portuguesa.

Esta última iniciativa, também conhecida como Visto de Ouro, permite livre circulação na UE e nos países Schengen a compradores de propriedades avaliadas em £500.000 ou mais, e ambos os regimes tornam a aquisição de propriedades apelativa.

Do mesmo modo, os rendimentos de aluguer na capital são visivelmente mais elevados do que em muitas cidades europeias rivais. Mais especificamente, pode ganhar um rendimento de cerca de 5,45% no seu investimento imobiliário em Lisboa, comparado com 4% em Madrid, 3,92% em Roma e apenas 2,76% em Londres.

Se for mais um investidor especulativo, poderá também investir em imóveis portugueses utilizando CFDs (contratos por diferença).

Esta categoria de investimento representa uma excelente forma de lucrar com mercados em ascensão e lucrativos, enquanto evita a necessidade de adotar a propriedade de uma classe de ativos ou instrumento subjacente.

Famalicão: “Educação Básica e Alfabetização” no Rotary Clube

Para assinalar o tema do mês rotário, o Rotary Club de Famalicão promoveu uma palestra subordinada ao tema “Educação Básica e Alfabetização”, proferida por Alexandre Lemos, professor do 1º ciclo.
Na iniciativa, que decorreu na noite desta quinta-feira, o palestrante fez uma viagem pelos vários tipos de analfabetismo, lamentando os números elevados, e abordou as políticas educativas.
Alexandre Lemos terminou a intervenção assinalando a sua convicção de que a educação de adultos deve ser uma aposta do governo, das comunidades locais e dos cidadãos.