Futebol: Famalicão vence (1-0) candidato na Liga Revelação

Na Liga Revelação, apuramento de campeão nacional, o FC Famalicão venceu (1-0), na tarde desta sexta-feira, o Estoril, um dos candidatos ao título do campeonato de sub-23.

Depois do golo de André Ricardo, aos 40 minutos, no segundo tempo os famalicenses foram capazes de segurar a magra vantagem. O Estoril teve as suas oportunidades para marcar, sendo que o Famalicão também não andou longe de dilatar o marcador.

Com esta vitória, os famalicenses passam a somar 18 pontos e retiram aos estorilistas a possibilidade de lutar pelo título.

Empresa de Famalicão desenvolve plataforma de uso gratuito para comerciantes no Algarve

A Oceano de Ideias – Consultoria e Serviços Lda, com sede em Vila Nova de Famalicão, acaba de desenvolver a plataforma SilvesComercial, em funcionamento no concelho de Silves.

A plataforma https://silvescomercial.pt/ é de uso gratuito para estabelecimentos comerciais e de serviços, sendo também gratuito para consumidores a partir de qualquer ponto do país.

Com esta plataforma, de utilização simples e aberta, pretende-se que a população deste município algarvio tenha fácil e rápido acesso, não só a informação acerca de estabelecimentos que fornecem produtos ou serviços na área do concelho, como evita deslocações desnecessárias a estabelecimentos que possam estar fechados ou com acesso condicionado, devido às restrições em tempos de pandemia.

Como alguns dos estabelecimentos garantem diversas formas de pagamento seguros e com a possibilidade de entrega em sua casa ou dos seus familiares e amigos, esta plataforma torna-se uma mais valia na segurança e comodidade de todos.

É, ainda, possível divulgar e publicitar bens e serviços, fomentando a compra no comércio local e prestações de serviços, impulsionando a economia local.

 

Associação Têxtil e Vestuário de Portugal prevê queda de 5 mil empregos

Relativamente ao ano de 2020 e com base na evolução dos índices de atividade, a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP) estimou uma destruição de emprego de cerca de cinco mil postos de trabalhos (equivalente a uma quebra de 4%), uma diminuição de 18% (menos 1,3 milhões de euros) na produção e de 14% (menos 1,1 mil milhões de euros) no volume de negócios do setor.

A perda do emprego está a ser amortizada pelas empresas. Caso tivesse sido na mesma ordem de grandeza dos restantes indicadores, o setor teria perdido 20 mil postos de trabalho.

Covid-19: Ginásios dizem que plano de desconfinamento é uma “desilusão”

“Este plano é uma desilusão, porque consideramos que somos uma atividade essencial, que é promotora de saúde e não entendemos o porquê de não integrarmos a primeira fase de reabertura”, disse à agência Lusa José Carlos Reis, presidente da AGAP, que reforçou esta posição lembrando que “não houve surtos nos ginásios” aquando do primeiro desconfinamento.

Sobre os efeitos desta paragem prolongada neste setor, o dirigente da AGAP afirmou que a associação está “muito preocupada” e que esta reabertura faseada prejudica ainda mais os ginásios.

O plano de desconfinamento apresentado pelo primeiro-ministro, António Costa, na quinta-feira, prevê a abertura dos ginásios após a Páscoa, a 05 de abril, mas ainda sem a realização de aulas de grupo, o que só poderá acontecer a 03 de maio.

“É uma reabertura que transmite desconfiança aos nossos clientes e é preocupante, pois cria a ideia de que não somos um ambiente seguro, o que não é verdade. Até a separação das aulas de grupo não faz qualquer sentido, uma vez que as aulas são completamente controladas, com lugares marcados, sem risco de contágio”, argumentou.

O presidente da AGAP sublinhou que “o exercício é essencial, não só em termos imunológicos, mas também no bem estar físico e social das pessoas”, e lamentou que, até agora, o Governo não tenha dado resposta às propostas apresentadas pela associação para recuperar a vitalidade económica do setor.

“Nada se passou até agora. Temos sido bem recebidos, não tem é havido efetivação das medidas. Não há medidas específicas por setores e o nosso é dos mais afetados”, alertou José Carlos Reis.

Entre as medidas apresentadas pela associação para revigorar o setor, a AGAP pede uma redução da taxa de IVA aplicável à utilização de instalações destinadas à melhoria ou manutenção da condição física e saúde, a possibilidade de dedução dos custos com exercício físico em sede de IRS, o incentivo às empresas para comparticipação nas despesas dos seus colaboradores com o exercício físico e a atribuição de apoios a fundo perdido aos clubes para compensar a diminuição da faturação, assegurando a continuidade da sua atividade económica após o surto pandémico.

A associação solicita ainda apoios aos profissionais de exercício físico, o apoio à tesouraria das empresas, através de linha de apoio, e inova ao propor a criação do ‘Passe Exercício e Saúde’, em que sugere a subsidiação de descontos nas mensalidades de ginásios para doentes identificados pelos centros de saúde.

Na resolução do Conselho de Ministros aprovada esta quinta-feira, o Governo anunciou também que vai apoiar o setor desportivo com 65 milhões de euros, dirigidos a clubes e federações.

Embora reconheça que se trata de “uma medida muito importante”, José Carlos Reis explicou que este apoio não chegará à maioria dos associados da AGAP, que na sua maioria integram o setor privado.

“Embora não chegue à maioria dos nossos associados, tenho de dar os parabéns ao Governo por ter avançado com este apoio, que é um sinal muito importante como impulso e reconhecimento da importância da atividade física”, termina o presidente da AGAP.

Exportações e importações de têxteis e vestuário em queda

As exportações de têxteis e vestuário caíram 10% no mês de janeiro de 2021, relativamente ao mês homólogo de ano transato, quando ainda não se sentiam os efeitos da pandemia. Portugal exportou 410 milhões de euros, menos 46 milhões de euros do que o verificado no mês homólogo do ano anterior.

As exportações de vestuário caíram 16% (menos 46 milhões de euros), as de matérias-primas têxteis menos 5% (6 milhões de euros) e as de têxteis-lar e outros artigos têxteis confecionados – onde se incluem as máscaras têxteis – aumentaram 9% (com um acréscimo de 6 milhões de euros).

Em termos de mercados, destaque para as exportações para França (acréscimo de 2 milhões de euros, equivalente a mais 3%) e para a Dinamarca (mais 1,5 milhões de euros, ou seja, mais 17%).

Espanha continua a liderar a tabela dos destinos com maiores quebras: menos 30 milhões de euros (-24%).

As importações de têxteis e vestuário também sofreram uma queda, na ordem dos 33% (menos 126 milhões de euros). No mês em causa, as importações de vestuário caíram 44% (menos 94 milhões de euros) e as de matérias têxteis também caíram 24%, sinal que evidencia a quebra na atividade do sector que terá com certeza impacto nas exportações dos meses de fevereiro e março.

Ministro da Educação explica: Regresso do público aos estádios em 19 de abril vai depender da DGS

“O plano de desconfinamento é claro e abre perspetivas ao regresso do público a eventos, tanto em espaço interior como em espaço exterior, seguindo as recomendações do trabalho técnico feito pelos especialistas. Mas queria notar que a decisão de presença de espetadores pertence sempre e em última instância à DGS. Tudo está condicionado pela condição epidemiológica do momento em concreto”, afirmou Tiago Brandão Rodrigues.

Em declarações prestadas na apresentação das medidas aprovadas em Conselho de Ministros para a retoma da atividade, o governante, que tem sob a sua esfera a tutela do Desporto, lembrou os alertas feitos na véspera pelo primeiro-ministro, António Costa, que apontou para a possível revisão das medidas em caso de incumprimento dos limites de incidência de 120 novos casos por 100 mil habitantes a 14 dias e de um índice de transmissibilidade (R) de 1, e reiterou a necessidade de “fazer tudo para mitigar a propagação da doença”.

“Tem sido sempre feito com cautela, precaução, prevenção e sempre em articulação com as autoridades de saúde. E assim continuará a acontecer”, salientou Tiago Brandão Rodrigues, sem deixar de admitir que, “apesar da flexibilização na utilização de fundos e de todos os programas de financiamento”, o setor do desporto “está a ser fortemente afetado pela pandemia” de covid-19.

De acordo com o ministro da Educação, o Governo reconhece a “importância do setor da atividade física para a economia e a visibilidade internacional” de Portugal, assegurando que o país compara favoravelmente com outros parceiros europeus no apoio ao setor desportivo, vincando que “em muitos países não houve flexibilização de medidas”.

Em relação às medidas, Tiago Brandão Rodrigues destacou o Fundo de Apoio para a Recuperação da Atividade Física e Desportiva, que se distribui em três áreas: o programa Reativar Desporto, com uma dotação global de 30 milhões de euros de apoio a fundo perdido para clubes e associações sem fins lucrativos na retoma da atividade desportiva federada; o reforço da dotação do plano de reabilitação de instalações desportivas para cinco milhões de euros; e o reforço das verbas para três milhões de euros da iniciativa Desporto para Todos, com apoio particular a todos os clubes com praticantes não federados.

Paralelamente, realçou a linha de crédito de 30 milhões de euros pelo Banco Português de Fomento para o programa Federações+Desportivas, que se destina a federações com estatuto de utilidade pública desportiva. A calendarização destes apoios será divulgada em pormenor brevemente, tendo o ministro da Educação garantido que o “trabalho com o setor do desporto tem sido contínuo para enfrentar a pandemia”.