Portugal registou nas últimas 24 horas 10.176 novos casos de infeção por Covid-19.
Há registo de 118 mortes.
Os dados foram revelados esta tarde pela Direção Geral da Saúde.
Portugal registou nas últimas 24 horas 10.176 novos casos de infeção por Covid-19.
Há registo de 118 mortes.
Os dados foram revelados esta tarde pela Direção Geral da Saúde.
O Ribeirão FC acaba de publicar, nas redes sociais, que o jogo de domingo, no Passal, ante o Arões vai mesmo realizar-se, por indicação da AF Braga, com o consentimento do Delegado de Saúde.
Recorde-se que, esta semana, o clube tinha anunciado o adiamento da quinta jornada da Pró Nacional, em virtude de dois casos positivos de covid-19 no plantel, situação que levou a coletividade a suspender toda a atividade até 13 de janeiro.
Assim não entende a AF Braga nem as autoridades de saúde e o Ribeirão vai a jogo «muito limitado, sem treinos realizados. Vamos com raça e demonstrar que no Passal mandamos nós», escreve o clube.
O relatório de situação da pandemia de COVID-19 em Portugal desta sexta feira revela, uma vez mais, cerca de 10 mil novos casos de infeção nas últimas 24 horas.
A informação ainda não foi confirmada pela DGS mas está a ser vinculada pela TVI, estação de televisão que, nos últimos dias, tem tido acesso minutos antes aos números que habitualmente são divulgados pelo governo.
A confirmar-se estes dados, este é o terceiro dia consecutivo em que Portugal regista valores tão elevados de novos casos de infeção pelo novo coronavírus.
O FC Famalicão acaba de anunciar a contratação de Alexandre Guedes, até 2024. O jovem avançando, de 23 anos, regressa ao futebol nacional depois de uma passagem pelo Japão, por empréstimo do Vitória SC.
«Já acompanho o FC Famalicão há muito tempo. Tem um projeto aliciante e, deste modo, é um excelente clube para progredir a minha carreira». São estas as primeiras palavras do novo reforço para o treinador João Pedro Sousa.
Guedes é produto da formação do Sporting e do seu currículo consta uma Taça de Portugal, ao serviço do Aves.
Até ao dia 31 de julho estão abertas as inscrições para o “Programar em Rede”, um programa da Câmara Municipal para apoiar, até 10 mil euros, um projeto cultural que seja promovido em conjunto por várias associações e instituições do concelho que devem preencher a ficha de inscrição, já disponível no site do Município, em www.famalicao.pt/programar-em-rede, remetendo depois a candidatura para cultura@famalicao.pt.
É objetivo envolver os vários agentes culturais na concretização de um projeto inovador e criativo, articulado com outros agentes culturais, que atraia público e que contribua para a descentralização da atividade cultural. O projeto vencedor deve ser concretizado entre 1 de janeiro e 30 de julho do próximo ano.
As entidades candidatas podem escolher as áreas artísticas e de criação que entendam, não existindo para efeitos de apreciação áreas mais preponderantes. No entanto, serão mais valorizados os projetos que apresentem cruzamentos disciplinares e apostem na formação de públicos.
Podem candidatar-se as entidades com atividade no domínio cultural que tenham sede em Famalicão ou que, sendo de fora, promovam atividades de interesse municipal e sejam pessoas coletivas legalmente constituídas.
A divisão de Cultura e Turismo do município fará a verificação das candidaturas; já a avaliação e decisão do projeto vencedor será da responsabilidade do Conselho Municipal da Cultura.
Recorde-se que a iniciativa “Programar em Rede” arrancou em 2016, tendo já consagrado vários projetos.
Desde o dia 2 de março de 2020 – quando foram diagnosticados os primeiros casos com a covid-19 em Portugal – e 27 de dezembro, registaram-se 99 356 óbitos no território nacional, mais 12 852 que a média no mesmo período dos últimos cinco anos.
Destes, 52,0% (6 677) foram óbitos por covid-19, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta sexta-feira.
O INE apurou, ainda, que do total de óbitos de 2 de março a 27 de dezembro de 2020, 49 453 foram de homens e 49 903 de mulheres, mais 5 833 e 7 019 óbitos, respetivamente, que a média no período homólogo de 2015-2019.
Mais de 70% das mortes foram de pessoas com idades iguais ou superiores a 75 anos. Comparativamente com a média no período homólogo de 2015-2019, morreram mais 10 886 pessoas com 75 e mais anos, das quais mais 8 038 com 85 e mais anos.
Os maiores acréscimos ocorreram na região norte, seguindo-se a Área Metropolitana de Lisboa.

