Liga dos Bombeiros diz que macas são retidas nos hospitais durante demasiado tempo

A Liga dos Bombeiros Portugueses lembra que a retenção de macas nos hospitais está a dificultar o serviço dos bombeiros. Este é um problema que não é novo mas que se estará a agravar devido à pandemia da covid-19.

O comandante Jaime Marta Soares já deu conta deste problema à Ministra da Saúde, Marta Temida, alertando que a «eficiência e eficácia de uns não podem pôr em causa a dos outros».

O presidente da Liga de Bombeiros diz que é preciso novas medidas de organização dos estabelecimentos hospitalares para que não prejudiquem a capacidade operacional do Sistema de Emergência Médica.

Jaime Marta Soares sublinha, ainda, que estes tempos de covid obrigam a outros procedimentos de higiene e segurança, ou seja, todas as ambulâncias e equipamentos têm que ser desinfetados após cada transporte de emergência.

Covid-19: Mais de 4 mil médicos que trabalham fora do SNS querem ser vacinados

O bastonário da Ordem dos Médicos considera inaceitável que os médicos que trabalham fora do Serviço Nacional de Saúde (SNS) não tenham ainda sido contactados para a vacinação contra a covid-19.

Miguel Guimarães enviou, esta sexta-feira, ao Ministério da Saúde, uma primeira lista de mais de 4000 médicos que trabalham fora do SNS e que, até ao momento, não receberam qualquer informação sobre a vacinação e pretendem ser imunizados.

«Tendo o Ministério da Saúde identificado os médicos e profissionais de saúde como grupo prioritário, não é aceitável que todos os médicos portugueses, incluindo os que trabalham fora do SNS, não tenham sido ainda contactados», condena Miguel Guimarães em nota enviada à comunicação social.

O médico defende que a definição de prioridades e a sua aplicação devem ser uniformes «e envolver todo o país e não apenas uma parte, até porque muitos portugueses encontram hoje resposta para os seus problemas de saúde fora do SNS, seja a título privado ou convencionado».

Miguel Guimarães tomou a iniciativa de fazer um inquérito a todos os médicos para saber quem está fora do SNS, sem informação sobre a vacina e com intenção de a receber. Em poucos dias foram compilados 4043 contactos, «1000 dos quais fazem serviço de urgência. Nesta listagem que enviámos à tutela, há ainda quase 1400 prestadores de serviço, mas que por trabalharem normalmente no SNS sem vínculo e sim através de empresas prestadoras de serviços também não têm sido contemplados», alerta o bastonário.

Famalicão: Enfermeiros apresentaram escusa de responsabilidade

O representante da Secção Regional Norte da Ordem dos Enfermeiros, João Paulo Carvalho denuncia falta de recursos humanos, nomeadamente enfermeiros, no serviço de urgência médico-cirúrgica do CHMA.

Os enfermeiros chegam a ter 18 doentes para atender num dia de trabalho.

Por estas razões, os enfermeiros apresentaram, a 11 de dezembro, escusa de responsabilidade; quer dizer que não deixam de cumprir as suas funções, mas rejeitam responsabilidades se não conseguirem fazer tudo a todos os doentes.

A direção do Hospital compreende a exaustão dos profissionais de saúde, mas António Barbosa (na foto) lembra que a situação vivida no país é de exceção.

O CHMA está a chegar ao limite de capacidade e mesmo os 40 enfermeiros contratados desde setembro não chegam para satisfazer as necessidades, como admite a direção.

António Barbosa avança que o Hospital está disponível para contratar mais enfermeiros, mas lembra que há regras a cumprir e, por outro lado, mais recursos humanos não resolvem outros problemas como a falta de espaço. Razão pela qual, o CHMA continua a transferir doentes covid e não covid para outros hospitais do país.

Famalicão: Durante uma semana, utentes e profissionais do novo edifício das urgências do Hospital sofreram com frio

O frio no novo edifício de apoio às urgências do Centro Hospitalar do Médio Ave, em Famalicão, deverá ficar resolvido ainda esta sexta-feira. O problema já se arrasta há uma semana, o que levou a uma denúncia à comunicação social.

Há fotografias que revelam doentes em cadeirões cobertos com mantas.

Entretanto, enfermeiros marcaram uma vigília de protesto para esta sexta-feira às 21 horas. Denunciam esta situação e a falta de enfermeiros para atender todos os doentes que diariamente chegam ao Hospital.

As novas urgências, que tratam os doentes covid, são do início de dezembro. Na sexta-feira, dia 1 de janeiro, houve um problema no ar condicionado que começou a debitar frio.

O presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar do Médio Ave, António Barbosa, esclarece que o problema técnico começou a ser resolvido no fim-de-semana passado, mas só esta sexta-feira deverá ficar complemente sanado.

Estas explicações foram apresentadas depois de uma reunião com o representante da Secção Regional Norte da Ordem dos Enfermeiros, João Paulo Carvalho.

Famalicão: Conheça a montra vencedora do concurso de natal

O Concurso de Montras de Natal da Associação Comercial e Industrial de VN Famalicão já tem as votações fechadas e a montra vencedora é da Ourivesaria Augustos Antiquários, cuja fotografia obteve um total de 5320 votos.
O prémio é oferecido pela Valpitravel e a data de entrega e o local serão anunciados em breve pela ACIF.
A 2ª edição do Concurso de Montras de Natal decorreu de 1 a 30 de dezembro de 2020.

Exportações têxteis e vestuário continuam a descer

Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), no mês de novembro de 2020, as exportações têxteis e vestuário sofreram uma quebra a rondar os 7%, face a novembro de 2019.

As exportações de vestuário foram as mais prejudicadas, com uma quebra de 14%; as exportações de matérias primas caíram 1,4%; as exportações de têxteis confecionados (não se incluem as máscaras) e têxtil lar tiveram uma subida de cerca de 14%.

As exportações de pastas, feltros e artigos de cordoaria aumentaram 12% (acréscimo de 2 milhões de euros) e as de tecidos impregnados, revestidos, recobertos ou estratificados cresceram 13% (mais 3 milhões de euros).

Em termos acumulados, até novembro de 2020, o têxtil e vestuário exportou 4,3 mil milhões de euros, com uma quebra de cerca de 12% face ao mesmo período de 2019. No mesmo período, as importações do setor caíram cerca de 15%, perfazendo um total de 3,5 mil milhões de euros.