Covid-19: Famalicão sem alterações no número de casos confirmados (400)

Dados divulgados pela Direção Geral da Saúde no mais recente relatório de situação.

Dia Mundial do Ambiente com debate online

O Dia Mundial do Ambiente vai ser assinalado esta sexta-feira, dia 5 de junho, com uma sessão online do “Ambientar-se”. Está marcada para as 18h30, com a participação, no debate, de todas as Associações parceiras desta iniciativa, que são: AREA -Associação Amigos do Rio Este, Associação Famalicão em Transição, H2Ave – Associação Movimento Cívico para a Dinamização e Valorização do Vale do Ave, Vento Norte – Associação de Defesa do Ambiente e Ocupação dos Tempos Livres e YUPI – Associação para o Desenvolvimento Local. A moderação estará a cargo da Equipa do Parque da Devesa.

O debate partirá da visualização prévia do filme “Os Doze”, para ver em: https://vimeo.com/374476997, que relata a história de
12 líderes espirituais, com sabedorias ancestrais, e que se reúnem em Nova Iorque (2017), a convite da ONU. Cada um deles representa uma força, uma qualidade que, conjugada com a dos outros, mostra-nos um caminho para um futuro e um mundo melhor.
Comum a todos, é o facto de defenderem uma relação de maior proximidade e amor com a “mãe natureza”, que deve ser escutada, acarinhada e respeitada.

O debate, em formato digital, irá acontecer na plataforma Zoom, com participação gratuita mediante inscrição obrigatória, através do formulário goo.gl/tNamg6 até 4 de junho às 18h00 (ou através do email: parquedadevesa@famalicao.pt.)

Empreendedores famalicenses comercializam Baby Box

A startup famalicense Baby Box, instalada na Incubadora Famalicão Made IN – Polo Edifício Globus, em Vilarinho das Cambas, tem à venda no site (www.babybox.pt), a baby box, uma caixa de cartão, especialmente desenhada para caber no interior de berços e camas de grades de bebés, embora também possa ser transportada para outros sítios.

Este conceito, que nasceu na Finlândia, na década de 30, tem por objetivo promover práticas de sono mais seguras, prevenindo a síndrome da morte subida do bebé. Verónica Macedo e João Cortinhas estiveram seis anos na Inglaterra e voltaram para Portugal para transformar esta ideia em negócio.

A Baby Box é uma caixa de cartão certificada e muito confortável. Pelas suas medidas (68 centímetros de comprimento por 42 de largura), a Baby Box reduz a tendência de pôr objetos, peluches, brinquedos e almofadas no berço, uma prática que pode potenciar mortes por asfixia.

Para além da caixa, que aguenta um peso até dez quilogramas, a Baby Box inclui ainda um colchão ajustável, uma cobertura impermeável e um lençol 100% de algodão.

Pode ser adquirida por 34,95€, a partir do dia 1 de junho, data em que começam a aceitar encomendas. O valor já inclui portes de envio e a marca envia para qualquer ponto de Portugal Continental. As Ilhas serão incluídas em breve.

João Cortinhas vê a caixa como «um meio para um fim, funcionando como um objeto educativo para os adultos». Reconhece que «isolada suscita uma certa “estranheza”, mas, aliada à educação, sente-se uma abertura completamente diferente».

Covid-19: Fenprof vê com “muita preocupação” reabertura de jardins de infância

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) manifestou hoje “muita preocupação” com a reabertura dos jardins de infância e criticou o Ministério da Educação por não ter procedido à testagem generalizada de educadores e funcionários à covid-19.

Em declarações à Lusa em Briteiros, Guimarães, à porta do jardim de infância em que leciona, a coordenadora do Departamento de Educação Pré-Escolar da Fenprof, Júlia Vale, criticou o facto de o Ministério não ter providenciado no sentido da subdivisão de turmas e a consequente contratação de mais pessoal docente e não docente, de forma a evitar concentrações de crianças numa na mesma sala.

“Há coisas que falharam da parte do Ministério da Educação”, referiu.

As crianças em idade pré-escolar regressam hoje aos jardins de infância, que voltam a funcionar com novas regras, depois de encerradas durante mais de dois meses, devido à pandemia da covid-19.

No dia 16 de março, o Governo suspendeu todas as atividades letivas presenciais, para conter a propagação do novo coronavírus, e os estabelecimentos de ensino, desde creches a universidades, encerraram.

Para Júlia Vale, a reabertura dos jardins de infância seria “bem mais tranquila” se todos os profissionais tivessem sido previamente testados à covid-19.

“Nuns locais foram, noutros não foram, dependendo da decisão de cada câmara municipal. A testagem generalizada será muito importante, mas o Ministério da Educação demitiu-se completamente desta questão”, sublinhou.

A dirigente sindical criticou ainda a não subdivisão das turmas e a falta de equipamentos e materiais de proteção em alguns estabelecimentos do país.

“Ainda ontem [domingo] o responsável de uma escola me dizia que a única coisa que tinham era gel desinfetante”, apontou.

Afirmando perceber o problema das pessoas que estão em ‘lay-off’ e precisam de voltar ao trabalho, a Fenprof questiona a pertinência da reabertura dos jardins de infância nesta altura, quando é certo que vão apenas vão funcionar 17 dias, seguindo-se as férias.

“Todos os educadores de infância e assistentes operacionais têm a noção clara de que era inevitável o regresso, mais cedo ou mais tarde, mas temos dúvidas de que devesse ter acontecido agora, por 17 dias”, disse Júlia Vale.

Questionou ainda por que é que abrem as escolas de determinados níveis de ensino e as de outros permanecem fechadas.

“Ou regressam todos ou não regressa nenhum. O Ministério da Educação não pode, a pretexto da alegada imunidade de grupo, usar-nos como balas de canhão para testar as suas teorias”, criticou.

A dirigente sindical referiu que os educadores de infância são o segundo grupo mais envelhecido da classe docente, alertando que a idade é precisamente um dos fatores de risco para a covid-19.

“Há muita preocupação dos profissionais e dos encarregados de educação com esta reabertura”, rematou.

Portugal entrou no dia 03 de maio em situação de calamidade devido à pandemia, que sexta-feira foi prolongado até 14 de junho, depois de três períodos consecutivos em estado de emergência desde 19 de março.

Esta fase de combate à covid-19 prevê o confinamento obrigatório apenas para pessoas doentes e em vigilância ativa e o uso obrigatório de máscaras ou viseiras em transportes públicos, serviços de atendimento ao público, escolas e estabelecimentos comerciais.

Novas medidas entraram em vigor hoje, com destaque para a abertura dos centros comerciais (à exceção da Área Metropolitana de Lisboa, que continuarão encerrados até, pelo menos, 04 de junho), dos ginásios ou das salas de espetáculos.

Estas medidas juntam-se às que entraram em vigor no dia 18 de maio, entre as quais a retoma das visitas aos utentes dos lares de idosos, a reabertura das creches, aulas presenciais para os 11.º e 12.º anos e a reabertura de algumas lojas de rua, cafés, restaurantes, museus, monumentos e palácios.

Sábado regressaram as cerimónias religiosas comunitárias, enquanto a abertura da época balnear acontecerá em 06 de junho.

Futebol: Mais um árbitro infetado com Covid-19 em Portugal

José Luzia, árbitro auxiliar de primeira categoria (C1) foi confirmado este domingo como mais um caso positivo no futebol português para Covid-19.

A Federação Portuguesa de Futebol emitiu um comunicado, nas últimas horas, onde explica se encontra bem e cumprirá agora as recomendações da Direção-Geral da Saúde para estes casos”.

José Luzia, de 36 anos, engenheiro de profissão, junta-se a José Rodrigues, que também testou positivo à doença esta semana.