Mudanças de última hora na I Liga: Medida das cinco substituições não arranca para já

Em comunicado, a Liga Portuguesa de Futebol Profissional refere que “a infeliz oposição de uma sociedade desportiva, no decurso das reuniões de hoje”, impede que “esta medida entrasse em vigor já na primeira jornada da retoma”, após a paragem motivada pela covid-19.

Para a LPFP, a posição do Marítimo, “além de desautorizar os departamentos de futebol, abria a porta a impugnações e procedimentos disciplinares que, a todo o custo, o futebol profissional deve evitar”.

O organismo que tutela o futebol profissional recordou que o plano de retoma decorreu “num clima de cooperação construtiva, com os contributos dos consultores de saúde pública da Liga Portugal e em articulação com o Grupo de Trabalho da USP [Unidade de Saúde e Performance] da FPF [Federação Portuguesa de Futebol] e com a DGS [Direção-Geral da Saúde]”, e foi feito “na exclusiva defesa dos interesses das sociedades desportivas”.

“A decisão, do regresso da Liga NOS, foi tomada em benefício dos clubes e dos seus compromissos, mas não pode, em circunstância alguma, comprometer as atuais condições de segurança e saúde ou as determinações do executivo governamental e da Direção-Geral de Saúde dirigidas ao futebol”, lê-se.

Neste processo, ficou “pelo caminho”, segundo a LPFP, “a transposição para os regulamentos internos da deliberação do International Football Association Board (IFAB), hoje divulgada oficialmente pela Federação Portuguesa de Futebol e já adotada para a Taça de Portugal, que, com vantagem, permitiria a utilização de cinco substituições e nove suplentes na Liga NOS”.

“É um claro revés para os interesses dos clubes e — ainda mais importante — para a preservação da condição física dos atletas, que foi bloqueada por uma interpretação excessivamente restritiva dos estatutos e que foi tão mais surpreendente quanto veio ao arrepio da posição unânime dos clubes, consultados os seus departamentos de futebol”, refere.

A LPFP relembra ainda que esta “foi uma proposta que, desde a primeira hora, se anunciou que seria submetida à ratificação da Assembleia Geral da Liga Portugal”.

“Com efeito, na falta da unanimidade dos participantes na competição, poder-se-ia suscitar a questão da utilização irregular de jogadores, que é sancionado com a pena de derrota, subtração de pontos e multa”, assume a LPFP.

O organismo adia, assim, a entrada em vigor desta medida até à Assembleia Geral, marcada para 09 de junho, dia em que começa a 26.ª jornada.

“Como forma de proteger a competição e as sociedades desportivas, de boa-fé, com ética, lealdade e transparência entendeu a Liga Portugal que a prudência impunha que a decisão não produzisse efeitos até que fosse aprovada pelo órgão (em condições normais) competente para o efeito”, lê-se.

O Marítimo tinha informado na sexta-feira que “renuncia” à possibilidade de impugnar a I Liga portuguesa de futebol, com regressa em 03 de junho, mas que rejeita ser “coagido” a assinar uma declaração “ilegal” no plano de retoma.

A I Liga vai ser reatada sob fortes restrições e sem público nos estádios em 03 de junho, com o encontro entre Portimonense e Gil Vicente, naquele que vai ser o primeiro dos 90 jogos das últimas 10 jornadas, até 26 de julho.

Após 24 jornadas, o FC Porto lidera a competição, com 60 pontos, mais um do que o campeão Benfica.

Além do principal escalão, também a final da Taça de Portugal, entre Benfica e FC Porto, integra o plano de desconfinamento face à pandemia de covid-19, ainda em data e local a designar.

Covid-19: Restaurantes podem utilizar lotação total se colocarem acrílicos de separação

Os restaurantes podem voltar a utilizar a sua capacidade máxima, desde que consigam assegurar distanciamento de metro e meio entre as mesas e coloquem acrílicos entre os clientes, disse hoje o primeiro-ministro.

“Desaparece a regra da lotação máxima de 50% nos restaurantes, mantendo-se a necessidade de distanciamento de metro e meio, desde que, entre os clientes, seja colocada uma barreira física impermeável”, afirmou o chefe do Governo em conferência de imprensa no final da reunião de hoje do Conselho de Ministros, em Lisboa, que aprovou medidas para a terceira fase de desconfinamento durante a situação de calamidade devido à covid-19.

De acordo com António Costa, “os restaurantes poderão optar ou por manterem as normas da redução da lotação e o distanciamento de dois metros que está em vigor, ou podem evoluir para utilizarem a sua lotação a 100% com a necessidade de metro e meio de afastamento entre mesas, desde que existam barreiras físicas impermeáveis a separar os comensais numa mesma mesa”.

Esta é uma decisão “que ficará a cargo de cada estabelecimento de restauração”, assinalou.

“É o exemplo que tinha dado há 15 dias, de alguns refeitórios onde as mesas têm sido divididas com acrílicos que permitem uma maior proximidade em segurança, impedindo – porque são impermeáveis – a transmissão de gotículas e o risco de transmissão das doenças”, explicou o primeiro-ministro aos jornalistas.

António Costa transmitiu igualmente que na terceira fase do desconfinamento na sequência da pandemia de covid-19, que se inicia na segunda-feira, vão reabrir inclusivamente, “na generalidade do país”, os “restaurantes inseridos em centros comerciais”.

Restaurante Moagem no coração da cidade de Santo Tirso

O Restaurante Moagem, esta no mercado desde Outubro de 2019 com gerência de Cândido e André, numa Zona privilegiada junto ao rio Ave na Rua Alberto Pimentel em Santo Tirso.

Espaço agradável, acolhedor e requintado, onde pode desfrutar da natureza e paisagem na fantástica esplanada ao livre.

O restaurante está preparado com as devidas medidas de distanciamento implementadas, prima pela higiene das suas instalações. Aberto de segunda a quinta-feira ao almoço; sexta e sábado ao almoço e jantar; domingo só almoço.

Diárias económicas com prato de carne e peixe à escolha, de segunda a sábado. Serviço à lista e serviço de churrasqueira à sexta, sábado e domingo. Take-away diário.

O Restaurante Moagem tem a possibilidade de elaborar pratos tradicionais por encomenda para grupos, como o típico arroz pica no chão, cabrito, entre outros.

A pensar em si o restaurante Moagem organiza jantares de grupo, aniversários, batizados e comunhões.

Delicie-se com as espetadas de lulas, bife na pedra, posta na brasa e o delicioso arroz de pato.

O Restaurante Moagem possui um amplo parque privado de estacionamento.

No coração da cidade de Santo Tirso com os melhores acessos, espera pela sua visita, desfrute de uma excelente refeição onde tudo esta ao sem dispor.

Para reservas e encomendas deve contactar 252 034 479 ou 91 60 36 766.

Saiba mais na página do facebook do Restaurante Moagem

https://www.facebook.com/104409030942596/photos/a.104409084275924/207026167347548/?type=1&theater

 

Pais com filhos em casa não precisam da autorização do patrão para continuar em teletrabalho

Há novidades no que diz respeito ao trabalho a partir de casa, fruto da pandemia de Covid-19.

O Primeiro Ministro, António Costa, em conferência de imprensa realizada esta tarde anunciou as medidas para a terceira fase de desconfinamento no nosso país.

O teletrabalho deixa de ser obrigatório, contudo há três excepções: imunodeprimidos e doentes crónicos, pessoas com deficiência e pais com filhos até aos 12 anos.

Ginásios abertos já a partir de segunda-feira

Os ginásios poderão reabrir a partir da próxima segunda-feira, dia 1 de junho.

Estes estabelecimentos estão obrigados a cumprir as indicações estabelecidas pela Direção Geral da Saúde.

Uma das regras é a interdição do uso dos balneários, a criação do distanciamento entre os clientes, disponibilização de dispositivos que permitam a desinfeção.