Câmara de Famalicão lança concurso para Polícia Municipal

O Município de Vila Nova de Famalicão abriu um concurso externo para a admissão de estagiários da carreira de Polícia Municipal. O concurso visa preencher cinco postos de trabalho para agentes municipais de 2.ª classe.

A data limite para a formalização de candidaturas é 15 de maio.

Possuir o 12.º ano de escolaridade ou equivalente e ter idade inferior a 28 anos, à data do termo do prazo da candidatura, são alguns dos requisitos de candidatura.

Os métodos de seleção a aplicar passam pela realização de uma prova de conhecimentos, de um exame psicológico, exame médico de seleção e entrevista profissional, sendo os três primeiros de caráter eliminatório.

Apenas serão aceites as candidaturas enviadas para o email candidaturas@famalicao.pt ou por correio, em carta registada, com aviso de receção para Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão – Praça Álvaro Marques, 4764-502 Vila Nova de Famalicão.

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Posto dos CTT de Cruz abre a 11 de maio

O posto dos CTT de Cruz abre ao público no dia 11 de maio. A partir desta data, todas as pessoas podem recorrer aos serviços do novo posto que estará no Largo do Senhor dos Aflitos, aberto todos os dias úteis entre as 9 e as 12h30 e as 14 e 18 horas.

O espaço vai servir, particularmente, todas as freguesias a norte do concelho de Famalicão.

B.V.Famalicenses e Riba d’Ave nas operações de retirada de pessoas em lar com 10 infetados

Os Bombeiros Voluntários Famalicenses e Riba d’Ave participaram, na tarde desta terça-feira, na retirada dos utentes da Casa da Sagrada Família em S.Clemente de Sande, em Guimarães.

A retirada das pessoas aconteceu depois de terem sido detetados 10 casos positivos de Covid-19.

De acordo com o portal Guimarães Digital, os casos positivos confirmados são seis religiosas, três colaboradores e o médico da instituição.

Os infetados foram transportados para um antigo seminário, na freguesia de Azurém, também em Guimarães.

As operações no local, para além das duas corporações de Famalicão, contaram com os Bombeiros das Taipas, Riba d’Ave, Vila Verde, Fafe, Vizela e Famalicenses.

Imagem / Fonte: Guimarães Digital

Empresa de Famalicão entrega aos sem abrigo refeições compradas pelos clientes

A EatTasty de Vila Nova de Famalicão, startup especializada na encomenda e entrega de refeições, decidiu criar uma solução onde os seus clientes podem ajudar os mais desfavorecidos.

Para além de poder encomendar uma refeição para si, o cliente tem agora a possibilidade de pedir uma refeição para um sem abrigo.

Por 4,99€ a EatTasty compromete-se a fazer a entrega de refeição + sopa a uma das pessoas que estejam num dos albergues da Câmara Municipal de Lisboa, local onde se encontra uma grande parte dos clientes desta empresa famalicense.

Para ajudar os mais desfavorecidos basta aceder ao site da EatTasty, criar uma conta de utilizador e selecionar o “menu solidário”

Esta startup revelou que já fez a entrega de 5500 refeições aos sem abrigo.

É de Vila do Conde o advogado suspeito de encomendar assalto

O advogado que encomendou um assalto armado a casa de um casal de Ribeirão, em novembro de 2019, é de Vila do Conde.

Recorde-se que segundo avançou a TVI, a PSP de Lisboa deteve esta segunda-feira um advogado do Norte do país suspeito de ter encomendado um assalto armado a casa de um casal, em Ribeirão, onde o jurista sabia que as vítimas guardavam, dentro de um cofre, um fortuna em joias e dinheiro.

Avança, ainda, a TVI, que o grupo de quatro assaltantes estava sob escuta no âmbito de outra investigação e foi numa dessas chamadas telefónicas que apareceu o advogado a sugerir-lhes o assalto que aconteceu em novembro de 2019.

As vítimas, de 62 e 65 anos, foram agredidas violentamente e ameaçadas de morte. Os quatro assaltante roubaram 16 mil euros em dinheiro e ouro avaliado em cerca de 30 mil euros.

Enquanto isso, a PSP de Lisboa, que tinha o grupo sob escuta, montou uma barricada na A1, junto às portagens de Alverca, e logo no dia seguinte deteve dois dos assaltantes, enquanto que os outros dois fugiram. Desses, um foi capturado há poucos dias, em Lisboa, depois de ter estado fora do país; o outro continua em fuga. Faltava prender o advogado mandante do crime, que foi detido da manhã desta segunda-feira e foi presente a tribunal, esta terça-feira, para aplicação de medidas de coação. Já os cúmplices estão em prisão preventiva.

Covid-19: MAI anuncia 433 detenções em 45 dias do estado de emergência

O ministro da Administração Interna anunciou hoje que foram detidas 433 pessoas durante os 45 dias de estado de emergência, avançando que estes “menos de 10 casos por dia” significa “uma grande vitória da sociedade portuguesa”.

Na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, onde está a ser ouvido, Eduardo Cabrita afirmou que, durante os três períodos do estado de emergência devido à pandemia de covid-19, foram detidas 433 pessoas por violação do confinamento obrigatório, resistência, agressão a polícias e violação das regras sobre a abertura de estabelecimentos.

“Menos de 10 casos [detenções] por dia dá-nos a dimensão exatamente quase irrisória daquilo que foi e grande vitória da sociedade portuguesa”, disse aos deputados o ministro, salientando a transparência em que decorreu estado de emergência.

O governante destacou também a forma como os portugueses “compreenderam a aplicação das medidas” estabelecidas no decreto do estado de emergência.

Eduardo Cabrita considerou que estado emergência não significou “a suspensão da democracia”, nem “a eliminação de liberdades”.

“Houve uma opção clara em não confundir estado de emergência com estado policial, as orientações estratégicas e de comando adaptados por cada uma das forças de segurança levaram exatamente a privilegiar uma intervenção pedagógica e uma intervenção de sensibilização”, disse.

O estado de emergência vigorou em Portugal entre 19 de março e 02 de maio, tendo o país entrado, no passado domingo, numa situação de calamidade para fazer face à pandemia de covid.19.

O ministro afirmou que, durante a situação de calamidade, vai continuar a funcionar a estrutura de monitorização, como aconteceu durante o estado de emergência, e também apresentará a cada quinzena um relatório simples na Assembleia da República.