Junta de Gavião garante fotocópias aos estudantes

A Junta de Freguesia de Gavião disponibiliza-se a assegurar, sem custos para as famílias, as fotocópias dos trabalhos dos alunos. Recorde-se que o 3.º período de aulas começou na terça-feira, dia 14 de abril.

Assim, se o seu educando precisar de fotocópias de fichas ou trabalhos para a Escola, poderá enviar um email para jfgaviao@sapo.pt informando quais as impressões/fotocópias pretendidas, combinando posteriormente o modo de entrega das mesmas.

O objetivo da Junta é ajudar as famílias que não tenham meios tecnológicos para fazer essa impressão; estando, desta forma, a contribuir para o sucesso escolar dos alunos e para que as famílias se mantenham em casa.

«Olhemos uns pelos outros!»

Famalicão: Restaurante “Cubata” é assaltado, autoridades apanham ladrão 5 minutos depois

O Cubata, localizado na Rua de São Julião, nas proximidades do estádio municipal, em Vila Nova de Famalicão, foi assaltado esta madrugada.

Ao que a Cidade Hoje conseguiu apurar, o assalto aconteceu às 03h50, sendo levado a cabo por um homem que partiu o vidro da porta com recurso a uma marreta.

O sujeito conseguiu colocar-se em fuga depois de destruir a máquina de tabaco de onde levou parte do seu recheio.

Acabou por ser capturado pela PSP, cerca de 5 minutos depois do assalto, nas imediações daquele estabelecimento.

A contribuir para o sucesso desta detenção esteve o sistema de alarme que foi eficaz, a par da rápida intervenção das autoridades.

O detido tem cerca de 30 anos e encontrava-se em liberdade condicional.

Vermoim: “Recreio do João” denuncia falta de civismo da população

Encontros de jovens durante a noite, na parte exterior do “O Recreio do João”, na freguesia de Vermoim, poderão explicar o que é visível nas imagens.

A situação é denunciada à Cidade Hoje pelas responsáveis daquela instituição. Elas contam que apesar de já terem apresentado diversas denúncias às autoridades, esta é uma situação que se tem agravado com o passar das semanas.

As denunciantes dizem que, agora, naquele local que era habitualmente frequentado por crianças, encontram-se até fezes.

“O Recreio do João” reclama por isso uma maior e mais apertada fiscalização do espaço com o objetivo de garantir a limpeza, mas também a segurança das instalações.

Descida de 6 euros no gás? DECO diz que sim, é possível

A Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO) diz que existe a possibilidade de uma descida de seis euros no preço do gás de botija, com a desvalorização dos preços da matéria-prima nos mercados internacionais.

“O preço do petróleo tem estado a baixar desde final de 2019 – desceu de cerca dos 70 dólares para menos de 30 dólares por barril, no início de abril – o que se tem refletido nas cotações dos seus derivados, como o gás. Como tal, é expectável uma descida do preço do gás engarrafado já este mês“, explica a associação.

A análise da DECO aponta para uma queda do preço na ordem dos seis euros, segundo os dados divulgados:

“Ao analisarmos a evolução do preço do gás butano engarrafado, o mais utilizado em Portugal, concluímos que existe um desfasamento de cerca de dois meses entre a variação do preço de referência e o seu reflexo no valor pago pelo consumidor. (…) Dos dados, torna-se evidente que já este mês é expectável que se comece a refletir a descida e que o preço da botija de gás, atualmente num valor médio de 26 euros, se aproxime dos 23 euros“, adianta a DECO.

Covid-19: Alunos do 10.º ano vão ter estratégia para recuperar matéria

Os alunos do 10.º ano terão “oportunidade para ter recuperação de aprendizagens” no próximo ano, adiantou hoje o secretário de Estado da Educação, reconhecendo que o sistema não está a “funcionar bem nem de forma igual para todos”.

Em entrevista à revista Forum Estudante, feita através de uma emissão em direto na página na rede social Facebook da publicação, o secretário de Estado da Educação, João Costa, disse que tudo o que está a ser feito este ano devido à pandemia de covid-19 “tem implicações no próximo ano letivo”, mas adiantou que vão ser “desenhadas estratégias” de recuperação de conteúdos.

“Nós temos consciência que não estamos a ter o sistema a funcionar bem nem de forma igual para todos e por isso quem está no 10.º ano vai ter oportunidade para ter recuperação de aprendizagens. E, por isso, às vezes têm-me perguntado porque é que houve aqui um foco nos anos terminais, nos anos de conclusão. Porque esses já não vão ter oportunidade no próximo ano letivo de recuperarem o que ficou para trás. Portanto, mais do que alterações dos conteúdos é ter estratégias que vão ser desenhadas a seu tempo para recuperarmos”, disse.

O governante respondia a dúvidas colocadas pelos estudantes, que se centraram muito em questões relacionadas com os exames nacionais do ensino secundário, conclusão desse ciclo de ensino, nas suas várias vertentes e acesso ao ensino superior.

Refeições em escolas alargadas ao escalão B da ação social

O acesso a refeições nas escolas enquanto durar o seu encerramento para aulas presenciais vai também passar a ser assegurado para o escalão B da ação social escolar, adiantou hoje o secretário de Estado da Educação, João Costa.

Em entrevista transmitida em direto na rede social Facebook, o secretário de Estado adiantou à revista Forum Estudante que esta é uma das medidas para tentar contornar as desigualdades sociais criadas pela pandemia de covid-19 e o atual contexto de confinamento, que mandou todos os alunos para casa, onde nem todos têm as melhores condições para uma aprendizagem à distância, mas onde também faltam bens essenciais que a escola assegurava.

“Logo numa necessidade muito básica a nossa preocupação foi continuar a fornecer as refeições aos alunos do escalão A da ação social escolar (ASE) e agora vamos alargar às do escalão B, porque sabemos que muitas vezes, para muitas crianças a única refeição que têm no dia é a refeição que têm na escola”, disse João Costa.

O governante referiu o trabalho colaborativo da Educação com outras áreas do Governo, como as Migrações, a Cidadania e Igualdade e a Segurança Social para “garantir por todas as vias que estes alunos” que precisam de mais proteção e apoio “não ficam sozinhos”.

“Nós sabemos que a escola tem uma função importante de alguma proteção social. Infelizmente, nós sabemos que há lares onde há violência, onde há negligência, onde não há comida e a escola é um grande apoio para a identificação destes casos, para ajudar as famílias e para identificar por vezes até situações de violência que precisam de proteção especial. Angustia-me um pouco pensar que este elo de ligação, este elo de proteção, à distância não funciona tão bem”, disse.

João Costa referiu “inúmeras parcerias e disponibilidades” para apoiar estes alunos, vindo de empresas como os CTT, mas também de organizações não-governamentais (ONG), com as quais as escolas se têm articulado para chegar a bairros “onde é mais difícil” chegar, mas também as autarquias, “estruturas de proximidade” com as quais, em conjunto com as comissões de proteção de crianças e jovens se tem tentado encontrar “o máximo de soluções” para chegar a esses alunos.