Vermoim: Bombeiros resgatam gatos que caíram a um poço com 6 metros (c/vídeo)

Uma equipa dos bombeiros voluntários Famalicenses foi chamada na manhã deste feriado para um trabalho de resgate animal.

O alerta para dois gatos de poucos meses no interior do poço foi dado pelos populares à GNR de Joane, que encaminhou o pedido de ajuda para os soldados da paz. Os animais terão caído para um poço seco com uma profundidade de cerca de 6 metros e relativamente estreito, o que dificultou os trabalhos.

A operação de resgate terminou da melhor forma possível. Depois de muito esforço os gatos foram recuperados e encaminhados para o gatil municipal, onde se vão manter em observação para garantir que não correm risco de vida.

EN206 cortada: Acidente com três carros e mota

A estrada nacional 206 está, na tarde desta quinta-feira, cortada ao trânsito devido a um acidente de viação.

Trata-se de uma colisão entre três carros e uma mota, sendo que uma das viaturas entrou em capotamento. Há registo de três feridos, dois deles graves.

A vítima que inspira mais cuidados foi transferida para o hospital Pedro Hispano, no Porto.

No local estão os bombeiros voluntários de Viatodos e Póvoa de Varzim, acompanhados pela SIV da Póvoa, VMER e GNR.

Pousada de Saramagos: Jovem que esfaqueou a mãe por ser proibida de cozinhar salsichas já foi ouvida em tribunal

Um desentendimento sobre o que seria preparado para o almoço levou a que uma jovem de 18 anos esfaqueasse a mãe, na casa onde estas habitavam, esta terça-feira, em Pousada de Saramagos.

De acordo com a imprensa, tudo terá começado com a mãe que proibiu a filha de cozinhar salsichas para o almoço. Uma interdição que gerou alguma revolta ao ponto da jovem, com uma faca da cozinha, desferir dois golpes nas costas da progenitora.

A vítima foi levada para o hospital de Famalicão e, mais tarde, para o hospital de Braga onde teve que ser submetida a uma cirurgia.

A agressora já foi ouvida em primeiro interrogatório no tribunal de Famalicão, onde conheceu as medidas de coação. Está proibida de morar e ter qualquer tipo de contacto com a mãe, e terá que se apresentar periodicamente às autoridades.

A jovem vai aguardar o desenrolar do processo em casa de um irmão.

Apelo: Bombeiros de Riba d’Ave pedem águas, barras de cerais, fruta…

Os Bombeiros Voluntários de Riba d’Ave recorreram às redes sociais para lançar um apelo à população.

A época do verão acaba por ser das mais desgastantes para estes homens e mulheres que estão sempre ao serviço da população, como tal, e de forma a minorar o desgaste nos cenários mais críticos, a hidratação e alimentação dos bombeiros são importantíssimas para que eles possam estar preparados para responder a todas as solicitações.

Água, barras de cereais, fruta, bolachas e tudo aquilo que acha ser útil para alimentar os soldados da paz pode entregar nas instalações dos Bombeiros Voluntários de Riba d’Ave.

Todas as doações serão armazenadas na corporação e distribuídas, sempre que necessário, junto de todos aqueles que estão ao serviço da comunidade sob o lema “vida por vida”.

Greve dos motoristas: Revendedores de combustíveis preocupados com prejuízos provocados pela greve

Num comunicado hoje divulgado, a ANAREC indica que tem vindo a monitorizar os efeitos da greve junto dos revendedores de combustíveis, líquidos e gasosos, tendo recebido queixas dos seus associados que integram a Rede Estratégica de Postos de Abastecimento (REPA).

Os constrangimentos dos associados afetam “em particular os que têm postos exclusivos e que só podem facultar os abastecimentos a entidades prioritárias”.

“A maior parte dos postos de abastecimento que integram a REPA, no caso dos postos exclusivos, não tinham períodos de funcionamento de 24h/dia, pelo que, para cumprirem a Resolução do Conselho de Ministros, segundo a qual devem laborar ininterruptamente, têm recorrido ao trabalho suplementar dos seus colaboradores, e à contratação de trabalho temporário, o que acarreta um incremento de custos para as empresas”, descreve a associação.

Por outro lado, a maioria das empresas associadas da ANAREC com postos na REPA exclusivos para entidades prioritárias, “têm relatado que estão, na sua maioria, com os depósitos cheios, e com vendas muito inferiores ao habitual”.

“De facto, estão impedidos de vender combustível ao público em geral, e referem que as entidades prioritárias também continuam a abastecer as suas viaturas noutros postos de abastecimento, inclusive fora da REPA”, acrescenta a associação.

A ANAREC considera os relatos dos associados “preocupantes”, porque os custos que têm para manter os postos em funcionamento mantêm-se iguais, ou, até aumentaram, e as receitas são cada vez mais diminutas.

“Sendo certo que os revendedores de combustíveis têm consciência do seu sentido de responsabilidade e do seu dever de boa colaboração durante a situação da crise energética decretada, o facto é que não podem ser indiferentes aos prejuízos e lucros cessantes que a mesma está a implicar para as suas empresas e para os seus negócios”, comenta.

A ANAREC diz que já fez chegar estas preocupações à tutela, apelando para que as empresas visadas “sejam compensadas, no mínimo, pelos prejuízos sofridos, nomeadamente com o pagamento do trabalho suplementar e o recurso ao trabalho temporário”.

A requisição civil dos motoristas em greve visa assegurar o abastecimento da REPA, aeroportos, postos servidos pela refinaria de Sines e unidades autónomas de gás natural.

Portugal está, desde sábado e até às 23:59 de 21 de agosto, em situação de crise energética, decretada pelo Governo devido a esta greve, o que levou à constituição da REPA, com 54 postos prioritários e 320 de acesso público.

Enquanto durar a greve, os veículos ligeiros só podem abastecer no máximo 25 litros de combustível em postos que não pertencem à REPA, e 15 litros nos postos da rede de emergência que não sejam exclusivos a transporte prioritário.

A greve foi convocada pelo Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) e pelo Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM), com o objetivo de reivindicar junto da Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (Antram) o cumprimento do acordo assinado em maio, que prevê uma progressão salarial.

Na quarta-feira o porta-voz do sindicato dos motoristas de matérias perigosas, Pardal Henriques, disse que os trabalhadores não iriam cumprir serviços mínimos nem a requisição civil, em solidariedade para com os colegas que foram notificados por não terem trabalhado na terça-feira.

Pardal Henriques desafiou também a Antram para uma reunião às 15:00 de hoje, mas a associação que reúne as empresas de transportes recusou, alegando que não negoceia enquanto durar a greve, convocada por tempo indeterminado.

A Antram assinou na quarta-feira à noite um acordo relativo ao contrato coletivo de trabalho com a Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans), afeta à CGTP e que não participa na greve de motoristas.

Motoristas: Greve sem feriado e sem diálogo à vista

O porta-voz do Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), Pedro Pardal Henriques, desafiou a Antram para uma reunião às 15:00 de hoje, mas a associação que reúne as empresas de transportes recusou, alegando que não negoceia enquanto durar a greve, convocada por tempo indeterminado.

“Não podemos, infelizmente, reunir com a espada na cabeça, não podemos negociar dessa forma (…), negociamos de uma forma franca e presencial (…), mas não sob ameaça de greve”, foi a resposta de Pedro Polónio, um dos vice-presidentes da Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (Antram).

Pedro Polónio falava na quarta-feira à noite, à saída do Ministério das Infraestruturas e da Habitação, onde a Antram assinou um acordo relativo ao contrato coletivo de trabalho com a Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans), afeta à CGTP, elogiado pelo primeiro-ministro, António Costa.

“Saúdo vivamente o acordo alcançado entre a Fectrans e a Antram. Neste caso imperou o bom senso e o diálogo”, escreveu António Costa no Twitter, acrescentando esperar que “seja um exemplo seguido por outros”, numa referência ao SNMMP e ao Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM), que também convocou a greve iniciada na segunda-feira.

O ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, também disse que “o tempo da greve acabou” e que as partes se devem “sentar e negociar”, garantindo ser desejo do Governo que a paralisação “termine o mais depressa possível”.

Sem diálogo à vista, apesar destes apelos e de Pardal Henriques insistir no desafio à Antram para que se reúnam neste feriado católico da assunção de Nossa Senhora, os portugueses vão viver o quarto dia consecutivo de venda racionada de combustível nos postos que o tiverem disponível.

Para fazer face à greve, que afeta sobretudo a distribuição de combustível, o Governo fixou serviços mínimos entre 50% e 100%, mas logo no primeiro dia da paralisação decretou uma requisição civil parcial, até 21 de agosto, alegando incumprimento do estabelecido, sobretudo no Algarve e aeroportos.

Muitos dos camiões-cisterna passaram então a ser conduzidos por efetivos das Forças Armadas e de segurança nas zonas em que o Governo considerou que não estavam a sercumpridos os serviços mínimos.

Em comunicado divulgado ao fim da tarde de quarta-feira, o Ministério do Ambiente e da Transição Energética anunciou não ser necessário, para já, alargar os termos da requisição civil.

O ministério de João Pedro Matos Fernandes adiantou que os “únicos casos de incumprimento dos serviços mínimos” se prendiam, na altura, com o transporte de combustível para aviões para os aeroportos de Lisboa e de Faro, que levaram à mobilização de mais de duas dezenas de equipas das Forças Armadas e de segurança.

A requisição civil dos motoristas em greve visa assegurar o abastecimento da Rede de Emergência de Postos de Abastecimento (REPA), aeroportos, postos servidos pela refinaria de Sines e unidades autónomas de gás natural.

Portugal está, desde sábado (10 de agosto) e até às 23:59 de 21 de agosto, em situação de crise energética, decretada pelo Governo devido a esta greve, o que levou à constituição da REPA, com 54 postos prioritários e 320 de acesso público.

Enquanto durar a greve, os veículos ligeiros só podem abastecer no máximo 25 litros de combustível em postos que não pertencem à REPA, e 15 litros nos postos da rede de emergência que não sejam exclusivos a transporte prioritário.

A greve foi convocada para reivindicar junto da Antram o cumprimento do acordo assinado em maio, que prevê uma progressão salarial.