Continuam a desaparecer carros em Famalicão, este foi o último

Todas as semanas há registo de diversos furtos de viatura no concelho de Vila Nova de Famalicão. O BMW da imagem foi o mais recente.

Ao que a Cidade Hoje conseguiu apurar, a viatura desapareceu do local onde se encontrava estacionada, na zona do Covelo, na freguesia de Calendário, em Vila Nova de Famalicão, durante a madrugada desta sexta-feira. O proprietário da mesma só terá dado conta do furto esta manhã, quando saiu de casa para mais um dia de trabalho.

Se alguém avistou este BMW ou tem mais alguma informação deverá entrar em contacto com as autoridades ou com o número: 963 048 151

Lameiras recebe prémio da INATEL

A Associação de Moradores das Lameiras recebeu das mãos do presidente da Fundação INATEL, Francisco Madelino, o prémio CCD – Centro de Cultura e Desporto 2018. A cerimónia decorreu no passado dia 22 de janeiro, em Lisboa, no Teatro da Trindade. Este prémio foi atribuido pelo empenho da AML na mobilização dos jovens no projeto “Traço”, da Casa ao Lado, que teve como consequência a pintura artística das quatro torres do edifício, com figuras relevantes do concelho.

O prémio foi atribuído no decorrer da GalaReconhecer que teve por objetivo revelar o trabalho desenvolvido na área da intervenção social e sustentabilidade. Nesta gala, a Fundação INATEL acarinhou e valorizou pessoas e entidades coletivas que se destacaram com projetos que servem o bem-comum.

Jorge Faria, presidente da AML, esteve em Lisboa, e, aquando da entrega do prémio, enalteceu o trabalho desenvolvido pela Fundação Inatel, «sempre atenta aos seus filiados». Para o dirigente o prémio, «é um motivo de orgulho para todos: associação, moradores, utentes, associados, a própria Câmara de Famalicão e amigos da AML» e um incentivo «para continuar o bom trabalho que temos desenvolvido».

Famalicão incentiva reflorestação do território

Através do programa ambiental “25 mil árvores até 2025” promovido pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão é possível os proprietários de terrenos acederem a projetos de florestação e reflorestação, obrigatórios por lei, de uma forma totalmente gratuita e ainda conseguirem a oferta das plantas e árvores aprovadas para a área a intervir.

Foi o que aconteceu com uma proprietária de um terreno com cerca de 1 hectare localizado na freguesia de Esmeriz, que depois do abandono do cultivo de uma vinha e do milho, decidiu converter o seu terreno num pequeno bosque autóctone, deixando assim um bem precioso às gerações vindouras.

Para além da elaboração do projeto florestal obrigatório, o município famalicense forneceu ainda cerca de meio milhar de árvores autóctones indicadas para aquele tipo de terreno, desde pilriteiros, medronheiros, faias, cerejeiras bravas, plátanos bastardos, amieiros e salgueiros.

A plantação decorreu no início deste mês de janeiro e mobilizou ainda cerca de 60 alunos das escolas Cior, Oficina e da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, que se voluntariaram para plantarem as árvores que vão compor este pequeno bosque na freguesia de Esmeriz.

A reflorestação de terrenos privados é, assim, uma das tipologias de ação de projeto das “25 mil árvores até 2025”, para além da criação de berçários de espécies autóctones criados pelas eco-escolas e que depois integram estes projetos, e da campanha de adoção de árvores, que decorre várias vezes por ano, em Famalicão.

Refira-se que com o projeto “25 mil árvores até 2025”, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão quer reabilitar aproximadamente 25 hectares do território concelhio através da plantação de 25 mil árvores e arbustos nativos da região em áreas urbanas, espaços rurais, ao longo das linhas de água e em montes e serras.

O projeto arrancou em setembro 2016 e até ao momento já foram plantadas perto de 14 mil árvores ao abrigo deste projeto.

Os proprietários que aderirem ao projeto têm apenas realizar os trabalhos de preparação dos terrenos para a plantação das árvores e autorizar a presença de técnicos da autarquia e de voluntários para a realização de tarefas necessárias à plantação de árvores e cuidados posteriores por um período de cinco anos. Os proprietários ficam também impedidos de abater as árvores plantadas por um período de mínimo de 15 anos.

Por seu lado, a autarquia compromete-se a financiar o projeto de arborização dos terrenos que deverá ser submetido ao Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e a custear e ceder as árvores a plantar, ajustando com os proprietários as condições de plantação, respeitando os usos de propriedade.

Conservatória do Registo Predial e Comercial de Famalicão assaltada esta quinta-feira

A Conservatória do Registo Predial e Comercial de Vila Nova de Famalicão, localizada num dos edifícios da Rua Daniel Santos, no centro da cidade, foi assaltada na última noite.

Ao que a Cidade Hoje conseguiu apurar, os larápios arrombaram a porta e remexeram em várias gavetas onde estavam armazenados documentos e material de trabalho dos funcionários. A situação foi reportada pelos trabalhadores deste serviço, assim que chegaram ao local e depararam-se com a porta arrombada.

Apesar do transtorno, e por aparentemente nada ter sido furtado, a conservatória está a funcionar dentro da normalidade possível.

A situação foi reportada à Polícia de Segurança Pública que se deslocou ao local.

Famalicão exporta 124 milhões de euros em têxteis de aplicação técnica

O concelho de Vila Nova de Famalicão já exporta 124 milhões de euros em têxteis de aplicação técnica, valor que representa 26% do total das vendas internacionais. Estes dados foram avançados pelo Anuário Estatístico Regional do INE, em edição recente.

As exportações da indústria têxtil e vestuário em Portugal têm 9,1% de representação em Famalicão, ou seja, Famalicão exporta 474 milhões de euros, segundo dados de 2017. No cômputo geral, as vendas ao exterior do têxtil valem 23,7% do total das exportações famalicenses.

A performance exportadora dos têxteis técnicos e/ou funcionais está em crescendo. Entre 2013 e 2017, as exportações de materiais ou produtos têxteis, que se distinguem pela sua elevada tecnicidade e diferenciação, cresceram 24,1% no concelho. Em 2016 registaram-se 111 milhões, valor que cresceu para 124 milhões de euros em 2017.

Famalicão, que se intitula Cidade Têxtil, tem bons resultados no têxtil também ao nível dos negócios. Em 2017 cresceu 5,3%, para os 812 milhões de euros, e o valor acrescentado bruto subiu 7,6% para os 254 milhões de euros.

Estes resultados são produzidos por 827 empresas, que têm um total de 11.245 colaboradores.