
Adeus chuva, olá frio. Estado do tempo melhora a partir de hoje


A situação verifica-se no cemitério municipal de Vila Verde. De acordo com o Diário do Minho, que ouviu a Câmara Municipal, a situação é temporária e aquele passeio deverá deixar de existir.
Naquele local deverá surgir uma nova fileira de sepulturas.
Um avião declarou este domingo, 11 de novembro, emergência quando sobrevoava uma zona próxima de Lisboa.
O avião em dificuldades, um Embraer, descolou da pista de Alverca – onde esteve em reparações – e deverá ter apenas seis tripulantes a bordo.
A página na internet do ‘Flight Radar’, que faz um rastreamento dos voos, identificava o voo KZR 1388, da companhia Air Astana (Cazaquistão), a vermelho.
Por volta das 14:50, o avião estava a sobrevoar a zona do Alto Alentejo e era possível ver-se que tinha uma trajetória irregular, dirigindo-se para sul.
O avião estava a fazer um circuito aéreo sobre a região para perder combustível, até ser tomada uma decisão quanto à resolução do problema.
A aeronave chegou finalmente a Beja e pelas 15:15 tentou uma nova abordagem à pista, acabando finalmente por conseguir aterrar.
Dois aviões F16 da Força Aérea Portuguesa fizeram o acompanhamento da aeronave.
Detalha o Correio da Manhã que o aparelho ficou sem instrumentos durante o voo.
A situação terá acontecido na Zona Industrial do Porto, na manhã deste sábado. De acordo com o Correio da Manhã, o proprietário da viatura, ao aperceber-se de que o vidro do seu carro ficou partido na sequência de agressões entre grupos rivais na noite, tentou atropelá-los.
Um dos jovens envolvidos na confusão foi colhido pelo carro, ficou com ferimentos graves.
Um avião da Air Astana que sobrevoa a esta hora o espaço aéreo português está a fazê-lo com problemas técnicos. A informação tem circulado nas redes sociais, com base na plataforma flight radar, que mostra as voltas que o aparelho está a dar em território português.
De acordo com o Correio da Manhã, que cita fonte da força aérea, a nave circula com 6 pessoas no seu interior e está a tentar fazer uma aterragem de emergência.
AUTALIZAÇÃO: Avião conseguiu aterrar no Aeroporto de Beja às 15h20
De acordo com o JN, o Comando Territorial de Coimbra da Guarda Nacional Republicana (GNR) registou, este ano, uma ocorrência relacionada com o novo desafio viral lançado através da aplicação WhatsApp e do jogo Minecraft, protagonizado por uma sinistra figura chamada Momo.
É o primeiro caso relacionado com a Momo em Portugal., No mês de agosto, a Polícia de Segurança Pública (PSP) alertou para este novo desafio na Internet, ao qual estão associados vários suicídios de jovens. No entanto, PSP, Procuradoria-Geral da República (PGR) e Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens (CNPDPCJ) informaram não ter registo de casos associados este perigoso jogo.
Visto como um percursor da Baleia Azul, este desafio consiste em adicionar um número de telefone começado por +81, que corresponde ao indicativo do Japão. É aí que surge a Momo – imagem, “de uma escultura de uma mulher-pássaro, exposta em 2016 numa galeria japonesa, em Tóquio, ameaçando os jogadores e seus familiares e incitando ao suicídio”, garante a PSP. As primeiras ocorrências terão sido reportadas na Rússia, mas países como México, Colômbia, Brasil, Argentina e França, já registaram diversas mortes de adolescentes por causa do jogo, quase todas por enforcamento.
No que concerne ao desafio Baleia Azul, a PSP revelou terem sido registadas, desde o início deste ano, “apenas duas ocorrências”, ambas na área do Comando de Lisboa. Pelo que, sublinha, “é de crer que o fenómeno esteja contido”. A GNR informou não ter verificado qualquer ocorrência.
Por sua vez, a CNPDPCJ afirmou que “a última situação sinalizada da Baleia Azul foi em finais de 2017”. Recorde-se que, no ano passado, as comissões de Proteção de Crianças e Jovens tinham sinalizado 48 casos, nove dos quais representavam situações de perigo efetivo.
Sobre o problema, a PGR limitou-se a dizer que “oportunamente será efetuado um ponto de situação” sobre o jogo da Baleia Azul. Recorde-se que, em maio passado, e face à gravidade da situação, a então procuradora Joana Marques Vidal decidiu atribuir ao Departamento Central de Investigação e Ação Penal a competência para dirigir a investigação dos casos relacionados com aquele jogo.
Atentas a estes fenómenos estão também as escolas, com ações (in)formativas, nomeadamente através da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento (CD), por forma a garantir a prevenção contra este fenómeno. “Quando nos apercebemos que o aluno está com esses jogos, temos o serviço de Psicologia e, semanalmente, um enfermeiro”, disse o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima.
O princípio é o da comunidade educativa. Se o professor que leciona CD não dominar o tema, pode convidar alguém, um pai ou um técnico, que aborde o assunto.
Por último, refere Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, é “preciso trabalhar com os pais, para estarem atentos, aprofundando abordagens”.

