Combustíveis sobem: Gasolina em máximos de setembro

O ano termina com o gasóleo e a gasolina a ficarem mais caros já na próxima segunda-feira, dia 30 de dezembro.

As contas do “Jornal de Negócios” apontam para a subida de 1 cêntimo no caso da gasolina e que a coloca com um preço médio de 1,50 euros, o valor mais alto desde de setembro.

No caso do gasóleo a subida é menos expressiva e deverá ficar pelos 0,5 cêntimos, com o preço médio a aproximar-se dos 1,39 euros.

Protótipo de casaco inovador para bombeiros testado na Escola Nacional de Bombeiros

O consórcio de investigação do DIF-Jacket reuniu-se nas instalações da Escola Nacional de Bombeiros, em S. João da Madeira, para os ensaios ergonómicos e de fogo, utilizando protótipos do projeto, um futuro equipamento de proteção individual (EPI) para bombeiros. Os ensaios visaram recolher informações dos profissionais sobre os modelos testados em termos de conforto, analisar eventuais otimizações e avaliar a performance.

O CeNTI, o CITEVE – Centro Tecnológico Têxtil e Vestuário e o Centro de Estudos de Fenómenos de Transporte da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto trabalham no projeto DIF-Jacket desde 2020. O objetivo é desenvolver um casaco para bombeiro, com caráter inovador, cujo principal objetivo é a segurança em diversos cenários de combate a incêndios, ou seja, pretende melhorar significativamente a capacidade de prever como um determinado equipamento protege o bombeiro num determinado cenário.

A otimização do vestuário tem em conta três variáveis: bombeiro + vestuário de proteção + ambiente de incêndio.

 

Portal das Finanças não está a funcionar

O Portal das Finanças está inacessível e, até ao momento, não se sabe o que está a acontecer e não há nenhuma informação oficial.

Além do Portal das Finanças, também o Portal do e-faturas está inoperacional.

Nas redes sociais os utilizadores estão a ser informados que «estão a ocorrer constrangimentos no acesso ao Portal das Finanças. Lamentamos pelo incómodo. Assim que a situação estiver resolvida informamos».

Rendimento Social de Inserção aumenta 20 euros

Depois de três anos sem atualização, o Rendimento Social de Inserção vai aumentar cerca de 20 euros, passando de 189,66 euros para 209,11 euros, já no mês de março, com efeitos retroativos a janeiro. Há mais de 198 mil pessoas a receber este apoio em Portugal.

A atualização do RSI para este ano foi hoje publicada em Diário da República. Os novos valores começam a ser pagos em março, abrangendo 198 mil pessoas, numa medida com um custo estimado em 30 milhões de euros.

 

 

AEMinho pede alívio efetivo da carga fiscal sobre o trabalho

Para 2023, a AEMinho pede «mais rigor na utilização de recursos, desburocratização e maior eficiência da máquina do estado e alívio efetivo da carga fiscal sobre o trabalho». Em comunicado emitido na tarde desta quinta-feira, a Associação Empresarial do Minho apresenta o balanço de 2022 e projeta o novo ano. Internamente, a associação aponta uma ação «francamente positiva», enquanto que política e economicamente «o país continua letárgico e sem um rumo estratégico definido».

O ano que agora finda começou «num contexto diferente». A conjuntura internacional mudou «e isso teve impacto na economia», reconhece a associação liderada por Ricardo Costa. Para além de uma inflação «anormalmente alta e aparentemente descontrolada, temos escassez de recursos e matérias-primas; um quadro macroeconómico não favorável para os tempos que se avizinham». Por outro lado, a energia e os custos energéticos são apontados como «um flagelo para os cidadãos e para as empresas e o esforço governamental, no sentido de auxiliar a resolução do problema, tem sido manifestamente ineficaz e insuficiente», acusa.

Por outro lado, a AEMinho lamenta os «brutais e desproporcionais» impostos sobre o trabalho, com a as empresas a debaterem-se, «todos os dias, com o dilema de pagarem valores elevados aos trabalhadores, para eles receberem valores reduzidos por via da arrecadação fiscal do estado». Uma situação que classifica como socialmente injusta, «sobretudo quando o dinheiro público é gasto de uma forma tão ineficiente e aleatória, não devolvendo às pessoas em serviços públicos os que de facto pagam por via dos seus descontos». A carga fiscal é, ainda, «um fator que retira imensa competitividade às empresas no momento de contratar, com os reflexos óbvios que tem na economia». Os custos da habitação, «em valores incomportáveis para os jovens e para os trabalhadores em geral» representam, também, «um fator que dificulta a contratação». Sobre isto tudo, a Associação Empresarial, aponta as «más decisões estratégicas, o deficiente uso dos recursos do estado e uma administração pública que na trilogia mais ligada à atividade empresarial, a saber finanças / justiça / regulação da atividade financeira, não funciona».

No segundo ano de atividade, a AEMinho aumentou em 68% o número de associados que, na atualidade, representam um volume total de faturação de 12.000 milhões de euros, alcançados pelas quase duas centenas de associados, com um volume de exportações de cerca de 3,5 mil milhões de euros, criando emprego para cerca de 45 mil pessoas. Nota, ainda, a realização de 100 iniciativas e atividades, entre missões empresariais, jantares-debate e eventos temáticos.

Para o novo ano, aponta como fulcral a criação do Cluster da Energia, daquele que é um setor vital para a economia portuguesa e que permitirá ter um espaço específico para toda a comunidade empresarial dedicada a este setor; diversificar as missões empresariais e ser uma voz ativa e independente. A promoção de transferência de conhecimento que permita dotar os quadros médios e superiores das empresas de maior capacidade competitiva é outra meta a que se propõe, em conjunto com a comunidade empresarial, mas também com as Universidades e Institutos. «Aproximar e integrar as empresas neste mundo do conhecimento é um objetivo assumido pela AEMinho para 2023».

 

Famalicão: Nuno Melo pede a Marcelo para dissolver o parlamento e convocar eleições

O famalicense e dirigente nacional do CDS «apela ao Presidente da República para dissolver o parlamento e convocar eleições antecipadas». Em comunicado, Nuno Melo aponta a maioria socialista como a «mais absolutamente instável da democracia em Portugal. Se é certo que o ministro Pedro Nuno Santos e os secretários de Estado Hugo Mendes e Alexandra Reis se demitiram», o assunto que envolve a ex-secretária de Estado na polémica indemnização de 500 mil euros por sair antecipadamente da TAP, «está longe de ter terminado».

Em comunicado, o líder nacional do CDS sinaliza as 10 alterações em 9 meses de vida do Governo socialista, como prova «de um governo esgotado. Desde que tomou posse em março, o primeiro-ministro vem substituindo ministros e secretários de Estado em média superior a um por mês, enquanto o governo soma casos graves, por vezes com relevância criminal e de promiscuidade institucional, à razão quinzenal». Por muito menos, assume, «caíram outros governos em Portugal».

Nuno Melo fala de um governo que é notícia pelos casos e quedas de ministros e secretários de Estado, «enquanto as famílias e as empresas suportam os impostos mais altos de sempre e Portugal vai sendo arrastado para o fundo da lista dos que menos crescem na União Europeia». O governo de António Costa, prossegue o famalicense, «deixou de servir o interesse geral. O ciclo socialista terminou, o governo está esgotado; o país está novamente num pântano, o que põe em causa o normal funcionamento de instituições básicas do regime».

Perante este cenário, Nuno Melo apela a Marcelo Rebelo de Sousa para dissolver o parlamento e convocar eleições antecipadas, «devolvendo a palavra aos portugueses para resolverem esta crise política. Portugal precisa de outra solução, que traga confiança e inverta o atual momento de descrença e instabilidade».

Famalicão: Continental apela à segurança rodoviária

A Continental associou-se à campanha de segurança rodoviária de Natal e de Ano Novo “O melhor presente é estar presente”, desenvolvida pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.

A campanha, que irá decorrer até ao dia 2 de janeiro de 2023, apela a todos os portugueses que, nesta quadra festiva, onde as deslocações de automóvel são mais frequentes e longas, adotem comportamentos seguros na estrada viajando sem pressa, sem álcool e sem telemóvel.

Recorde-se que a Continental desenvolve tecnologias e serviços de vanguarda para a mobilidade sustentável e conectada de pessoas e seus bens. Fundada em 1871, a empresa de tecnologia oferece soluções seguras, eficientes, inteligentes e acessíveis para veículos, equipamentos, trânsito e transporte.

Nuno Rebelo, diretor de marketing da Continental Pneus Portugal, realça o papel que a empresa tem vindo a desempenhar, desde a sua criação, no desenvolvimento de soluções de mobilidade que contribuem para a segurança de peões e automobilistas, sensibilizando os condutores para a missão que nos deve nortear a todos: zero mortes nas estradas.

«Nesta época em que as deslocações se intensificam, sensibilizamos os portugueses para a necessidade de o fazermos em segurança, para que a ceia de Natal, ou a celebração da chegada do novo ano, sejam efetivamente momentos de reencontro e de felicidade», realça Nuno Rebelo.

Em Portugal, e apesar dos bons resultados obtidos nas últimas duas décadas, perderam a vida nas nossas estradas, nos últimos 10 anos (2012 – 2021), uma média de 609 pessoas por ano. É um fenómeno com um profundo impacto social que se reflete de forma dramática na vida das pessoas.