Coronavírus: vá à janela e converse com o vizinho

De volta a velha tradição da boa vizinhança. Neste tempo de isolamento social, não deixe de falar e de manter contacto com as pessoas. Se não está familiarizado com as novas tecnologias, como o facebook, converse com o vizinho, salvaguardando as devidas distâncias.

O conselho é de Emanuela Marques, estudante do 3º ano da Licenciatura em Educação Social Gerontológica, na Escola Superior de Viana do Castelo e residente no concelho de Vila Nova de Famalicão.

«A recomendação de reduzir ou evitar o contacto social direto ou a proximidade (não visitar, não ir a casa), como medida de prevenção do contágio da Covid-19, é fundamental para proteger este grupo de maior risco. Mas pode também contribuir para o aumento de sentimentos de isolamento, solidão, insegurança, abandono e exclusão, aumentando os níveis de stress vividos», alerta a estudante.

Acompanhe este projeto em https://www.facebook.com/JanelasConVIDA

Famalicão: Autor de ameaças é apanhado com armas e munições

Esta sexta-feira, a GNR de Famalicão identificou e constituiu arguido, um homem de 49 anos, pelo crime de ameaças.

No âmbito do respetivo inquérito crime por ameaças, foram realizadas buscas domiciliárias – uma em oficina e seis em viaturas – que culminaram na apreensão de quatro espingardas calibre 12; uma arma de ar comprimido; e 97 cartuchos de calibre 12.

Os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Vila Nova de Famalicão.

Famalicão: Alunos da D. Sancho experimentaram a vida militar

Quarenta jovens do 10.º e 12.º anos da Escola Secundária D. Sancho I visitaram o Regimento de Artilharia n.º 5 do Exército Português, em Vendas Novas.

A participação, que decorreu nos dias 28 e 29 de maio, esteve inserida no projeto Ser Militar, com o objetivo de desenvolver competências fundamentais como a camaradagem, a resiliência, a liderança e a capacidade de tomada de decisão sob pressão; além de aproximar os jovens das Forças Armadas e dos seus valores.

Acompanhados por 3 professores e 2 assistentes operacionais, executaram diversos exercícios como pista de obstáculos, topografia diurna e noturna, provas de liderança, demonstração de capacidades militares e hastear da Bandeira Nacional.

Famalicão: Dia do Dador de Sangue com colheita nos BV Famalicenses

No âmbito do vigésimo Dia do Dador de Sangue Famalicense, no dia 10 de junho, o quartel dos Bombeiros Voluntários Famalicenses recebe, entre as 9 e as 12h30, uma colheita de sangue, pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação.

Esta iniciativa, levada a cabo pela Associação de Dadores de Sangue de VN Famalicão faz parte da programação das Festas Antoninas. Antes da colheita de sangue, às 9 horas, na Matriz Antiga será celebrada eucaristia em memória dos dadores e diretores falecidos.

Mais tarde, às 13 horas, no Centro Pastoral de Santo Adrião, decorre o almoço de confraternização, seguido da sessão solene para entrega de galardões, com animação com Vítor Faria.

Famalicão: Gracafe promove noite de música e convívio

Na noite de 9 de junho, a partir das 21 horas, a GRACAFE – Associação Cultural de Pedome promove um convívio, na Rua de Faldrães, com atuação de Miguel Riva e Banda.
A associação de Pedome promete ambiente acolhedor, boa disposição e muita música ao vivo. A entrada é livre.

Famalicão: Fim de semana de festa Ruivães

Este fim de semana, na paróquia de Ruivães celebra-se a festa em honra da Senhora da Soledade. Amanhã, sábado, às 21h30, decorre a procissão de velas do Calvário para a igreja paroquial, com a participação dos escuteiros da freguesia.

No domingo, às 10h30, nova procissão, desta feita da igreja para o Calvário; às 11h15, na capela, celebra-se a missa solene. Na tarde deste dia, a partir das 16 horas, procissão do Calvário ao Cruzeiro. No final decorre um arraial minhoto.

Famalicão: Diogo Barros apresenta romance “O Chão Que a Minha Mãe Lava”

O ativista e escritor famalicense apresenta o seu primeiro romance, “O Chão Que A Minha Mãe Lava”, no próximo dia 10 de junho, quarta-feira, às 14h30, no Café 25 de Abril, localizado na Rua 25 de Abril, N 87, em Delães, terra natal do autor.

Diogo Barros, conhecido pelo seu envolvimento no cenário político e como cofundador do movimento Humanamente, diz que o livro pretende ser um «grito de guerra contra a precariedade laboral e a ascensão de discursos extremistas». A narrativa centra-se na jovem Maria, de 18 anos, e na sua mãe, Rosa, uma mulher que se desdobra em três empregos para “lavar o chão que a elite pisa”.

Segundo o autor, o livro tem por preocupação confrontar o leitor com «a escolha entre o silêncio e o risco da luta, espelhando a raiva de uma geração que procura a teoria para transformar a sua realidade».

Os interessados terão a oportunidade de conhecer o autor e adquirir um exemplar autografado. A entrada é livre.