E-Redes com atendimento por videochamada

A E-REDES, empresa operadora da rede de distribuição de energia elétrica em Portugal continental, lançou um serviço de atendimento por videochamada, através do qual todos os clientes podem interagir com a empresa, de forma cómoda, personalizada e sem sair de casa.

Graças a este novo serviço digital, qualquer cliente pode esclarecer dúvidas, submeter pedidos para uma nova ligação à rede elétrica, solicitar o aumento de potência, submeter documentação, entre outros temas, com toda a segurança e facilidade.

Para tal, basta agendar o atendimento com um assistente para o dia e horário que lhe for mais conveniente através do site da E-REDES (https://www.e-redes.pt/pt-pt/podemos-ajudar/click-2-call).

Após a validação do agendamento, o cliente receberá um email e/ou uma SMS com a confirmação do atendimento, o link e as respetivas instruções de acesso ao atendimento. Um dia antes da sessão, será ainda enviado um email a relembrar o agendamento.

Ao possibilitar um acesso remoto aos serviços prestados pelos assistentes dos Pontos de Atendimento, independentemente da geografia de quem solicita esta interação, a E-REDES garante a prestação de um serviço com altos níveis de qualidade e eficiência, determinantes para a satisfação final do cliente.

Estado condenado a pagar indemnização a antigo Primeiro Ministro

O Estado português foi condenado a pagar uma indemnização de 15 mil euros a José Sócrates, na sequência da violação do segredo de justiça durante a investigação da Operação Marquês. A decisão foi tomada pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa.

O antigo primeiro-ministro reclamava uma compensação de 205 mil euros, alegando prejuízos causados pelas fugas de informação, pela duração do processo e pelos comunicados divulgados pela Procuradoria-Geral da República. No entanto, o tribunal apenas considerou procedente a queixa relacionada com a quebra do segredo de justiça.

A sentença conclui que houve divulgação de informação sobre a detenção de José Sócrates, em novembro de 2014, quando o processo ainda se encontrava em segredo de justiça, situação que o tribunal entendeu ter provocado danos não patrimoniais.

Já os restantes pedidos foram rejeitados. O tribunal concluiu que a duração da investigação se justificava pela complexidade do processo e considerou que os comunicados da Procuradoria-Geral da República tiveram um caráter meramente informativo, não existindo fundamento para responsabilizar o Estado nesses casos.

Apesar de ter conseguido uma decisão favorável neste ponto, José Sócrates terá de suportar cerca de 93% das custas do processo, uma vez que apenas uma parte reduzida da ação foi julgada procedente

Botija Solidária para famílias carenciadas com gás até setembro

Em entrevista ao “Jornal de Negócios” e à Antena 1, a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, anunciou que o Governo vai prolongar, até meados de setembro, a botija de gás solidária.

Este apoio, que deveria terminar no final de junho e que concede €25 por botija (com um limite de duas botijas por mês) a famílias economicamente vulneráveis, será então prolongado referiu a ministra.

O programa “Botija Solidária” visa ajudar as famílias em situação de vulnerabilidade económica na compra de botijas de gás. Criado em 2022, na sequência da guerra na Ucrânia, o programa destina-se a beneficiários de prestações sociais e é executado através das juntas de freguesia aderentes. Anteriormente denominado “Bilha Solidária”, foi criado para minimizar o impacto da subida dos preços da energia nos orçamentos familiares.

Sismo de 4.1 registado em Portugal

As estações da Rede Sísmica do Continente registaram, este domingo, às 07h59, um sismo de magnitude 4.1, localizado a cerca de 70 quilómetros a oeste-sudoeste do Cabo de São Vicente.

Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), o sismo foi sentido com intensidade máxima II/III, na escala de Mercalli modificada, nos concelhos de Lagos e Portimão, no distrito de Faro.

Pela classificação da magnitude, este abalo é considerado um sismo ligeiro. Até ao momento, não há informação sobre danos pessoais ou materiais.

Empresa Famalicense produz vestuário de luxo para marcas prestigiadas de todo o mundo

Em plena crise do setor, no final dos anos 2000, a AAC Têxteis escolheu apostar no mercado de luxo. Nos dias de hoje, a empresa famalicense exporta cerca de 120 mil peças por mês para clientes espalhados por todo o mundo, tendo parceria com algumas das marcas de moda mais prestigiadas.

Este foi o mote da mais recente visita do roteiro Famalicão Created In, uma iniciativa municipal que dá a conhecer empresas que se distinguem pela inovação, sustentabilidade e criação de valor para a economia.

Fundada em 1984, a AAC Têxteis conta agora com 120 colaboradores e um volume de negócios de 35 milhões de euros em 2025. Acompanha todas as fases do processo produtivo, desde a seleção das matérias-primas ao desenvolvimento de protótipos, planeamento, produção e logística, aliando a tradição artesanal de costura à inovação tecnológica.

“Temos uma identidade própria, um saber-fazer e um histórico que nos permitem responder às exigências de clientes muito específicos, que procuram elevados níveis de qualidade e diferenciação”, afirma Paulo Pereira, CEO da empresa.

Nos últimos anos, a empresa investiu cerca de seis milhões de euros em duas novas unidades em Vilarinho das Cambas, apostando em tecnologia alinhada com a transformação digital e a inteligência artificial. Ainda assim, Paulo Pereira sublinha que o principal ativo continua a ser humano. “Podemos ter a melhor maquinaria e as melhores instalações, mas sem as pessoas não conseguimos. O pilar fundamental são sempre as equipas. É nelas que investimos”.

Para o presidente da Câmara Municipal, Mário Passos, a empresa representa o caminho que tem vindo a afirmar Vila Nova de Famalicão como território de indústria de elevado valor. “É um exemplo da mudança de trajetória da nossa indústria, procurando um caminho assente no valor acrescentado. Aqui percebe-se o grau de exigência, a qualidade, a capacidade instalada, quer ao nível dos recursos humanos, quer dos próprios espaços. Tudo foi pensado para que esta empresa seja competitiva à escala global e consiga responder a um mercado do vestuário extremamente exigente”, afirmou o autarca.

Famalicão: Alunos da Oficina participaram em sessões dedicadas à empregabilidade

Os finalistas da Escola Profissional OFICINA participaram em duas sessões do Programa Tubos d’Ensaio promovido pelo Município de Vila Nova de Famalicão. Trata-se de uma iniciativa que visa apoiar os jovens na preparação para os desafios do mercado de trabalho.
Durante as sessões, foram abordados temas fulcrais para o desenvolvimento pessoal e profissional, nomeadamente o autoconhecimento, as competências valorizadas pelas entidades empregadoras e o conceito de empregabilidade.
Numa fase em que os alunos finalistas se encontram a poucos meses de concluir o seu percurso formativo (12º ano), estas iniciativas «assumem particular relevância, contribuindo para uma transição mais consciente e preparada para o mercado de trabalho e/ou para o
ensino superior», considera a OFICINA ewm nota informativa.
O programa Tubos d’Ensaio é promovido pelo Município de Vila Nova de Famalicão e integra as atividades desenvolvidas pelo Gabinete de Apoio à Empregabilidade da OFICINA.

Famalicão: Mais uma distinção para Isabel Furtado

A CEO da TMG Automotive, que a 9 de julho vai receber a Medalha de Honra do Município de Famalicão, foi homenageada nos Prémios ECO/CIMPOR. Isabel Furtado foi alvo do Lifetime Achievement Award 2026, o grande prémio da cerimónia que decorreu a 19 de junho e pretende reconhecer carreiras de destaque no cenário empresarial nacional.
Isabel Furtado, um dos nomes maiores da indústria nacional, tem sido uma forte defensora da inovação, internacionalização, sustentabilidade e promoção do conhecimento como principais impulsionadores do desenvolvimento e da competitividade.
Ao receber o prémio, a empresária famalicense destacou que este reconhecimento reflete uma jornada construída ao lado de muitas pessoas, considerando que nenhuma carreira é construída sozinha e que os desafios podem ser transformados em oportunidades através da visão, do conhecimento e da capacidade de adaptação.
Citada pelo ECO, Isabel Furtado nota que «ainda há bastante para fazer e muito trabalho pela frente», assumindo que o prémio não é sinónimo de que tudo está feito.