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O presidente da Câmara Municipal respondeu aos pedidos de esclarecimento feitos pelo vereador Eduardo Oliveira sobre habitação em Famalicão. O autarca socialista e presidente da concelhia local tinha enviado um requerimento ao presidente da Câmara, com questões sobre a temática. Em simultâneo, Eduardo Oliveira deu conhecimento à comunicação social que tinha enviado questões ao município sobre o assunto. Mário Passos estranhou que o socialista não tenha esperado pelas respostas do município e tenha tomada a opção anunciar à comunicação social o que pretendia da Câmara Municipal.
Nas respostas a que CIDADE HOJE teve acesso, o autarca explica que «o montante de 152 milhões de euros que alude refere-se ao valor estimado, na sequência do diagnóstico de necessidades»; os 62 milhões de euros resultam do acordo de colaboração celebrado com o IHRU para a implementação da Estratégia Local de Educação»; «foram laçadas duas ofertas públicas de aquisição»; «procedeu-se à aquisição de 11 habitações em Oliveira São Mateus para apoio a 11 famílias».
Além disso, refere no documento, o município estabelece parcerias, como a que aconteceu com a Just a CHange, entidade que reabilita habitações e que, ao abrigo deste protocolo, reparou três em Famalicão.
No parque de habitação social já construído, o presidente da Câmara dá conta de uma intervenção no Bairro da Cal no valor de um milhão e oitocentos mil euros; dá conta que está em fase de instrução a candidatura para requalificação do Complexo Habitacional de Lousado, da Urbanização Moinhos de Vento, Urbanização das Austrálias e Urbanização da Gavila. Também tem uma equipa a fazer levantamento de necessidades na Urbanização das Bétulas.
Sobre investimentos diretos em habitações particulares, realça que desde 2005 foram feitas intervenções em 230 habitações, totalizando um investimento superior a um milhão e trezentos mil euros. Especificamente, entre 2022 e 2023, foram realizadas obras em 53 casas pelo valor global de 239 mil euros.
No apoio à renda, o edil diz que só nos últimos dois anos foram apoiadas mais de 300 famílias, num investimento superior a 600 mil euros.
Recentemente, recorda, foi lançado o programa “Viver Famalicão, com candidaturas abertas para arrendar para depois subarrendar.