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O FC Famalicão segue para a Ilha da Madeira na certeza que está «num bom momento de forma», mas que terá pela frente «um adversário competente, que joga em casa que, por tradição, é bastante complicado». Palavras de Hugo Oliveira, antes de seguir viagem, na antecipação ao jogo da tarde deste sábado.
Com cinco jogos sem perder, e todos sem sofrer golos, a ambição é dar continuidade a este registo porque, como asseverou esta sexta-feira, «no futebol o mais difícil é dar continuidade». Acrescenta que ser regular «é uma das características das grandes equipas que, mesmo perante contextos complicados, dão sempre uma resposta forte. Sabemos o que queremos deste jogo, mas também sabemos que temos de estar a um nível muito alto para conseguir o que pretendemos».
Sem o médio criativo Gustavo Sá, que vai cumprir castigo, o treinador coloca o foco no coletivo e nas soluções que tem para uma alternativa válida, porque, «aqui, todos puxam para ter o seu espaço. Terei de tomar uma decisão, mas a resposta de quem jogar será positiva», garante.
«O nosso processo é de desenvolvimento e o mote no balneário é olhar para cima e chegar ao final de cada jogo conscientes que todos deram tudo. A solidez é um alicerce fundamental nas nossas aspirações e não queremos entrar em montanhas russas, pelo que o momento é de olhar exclusivamente para o Nacional», numa alusão a uma eventual candidatura europeia, depois da equipa “largar” lugares mais inferiores na classificação.
Nacional e Famalicão, com a arbitragem de Gustavo Correia, joga-se este sábado, a partir das 15h30.