Laginha e Burmester encontram-se em março na Casa das Artes de Famalicão

Em março, os pianistas Mário Laginha e Pedro Burmester têm encontro marcado no palco do grande auditório da Casa das Artes de Famalicão.

Apesar de terem enveredado por carreiras diferentes, um mais próximo do jazz e outro mais orientado para o repertório clássico, há mais de 20 anos que os dois se juntam em palco e, no próximo dia 17 de março, é a vez do público famalicense conhecer o novo concerto para dois pianos apresentado pela consagrada dupla portuguesa.

No teatro e do outro lado do Atlântico chega-nos também um dos grandes destaques da programação de março da Casa das Artes.

Trata-se de Marcos Caruso, conceituado ator brasileiro que apresenta em Famalicão a peça “O Escândalo Philippe Dussaert”, uma comédia sobre os limites da arte contemporânea. Com texto de Jacques Mougenot e direção de Fernando Philbert, o espetáculo vai subir ao palco do grande auditório nos dias 9, 10 e 11 de março.

Referência ainda para mais três peças que em março estão em cena na Casa das Artes: o espetáculo de novo circo “Otus” da companhia Oliveira & Bachtler e “Um Cântico de Natal” e “Alguém terá de morrer”, da companhia Baú dos Segredos.

Na música, destaque para os concertos dos “Papercutz”, no dia 10, e dos “Dear Telephone”, no dia 17, no café-concerto.

Na sexta feira, 2 de março há noite de fados na Casa das Artes.

O espetáculo “Fado no Café da Casa” repete-se na primeira sexta-feira de cada mês, com diversos artistas convidados.

António Azevedo Campeão Nacional Universitário de XCM pela AAIPC

Decorreu no passado fim de semana a Maratona BTT “Raid do Facho” a contar para o Campeonato do Minho XCM, pontuável para o Campeonato Nacional Universitário 2018.

António Azevedo da equipa Tomatubikers sagrou-se Campeão Nacional Universitário ao chegar em primeiro no final do exigente percurso de 70km pelas terras de Roriz em Barcelos, levando ao mais alto do pódio as cores da AAIPCA – Associação Académica do Instituto Politécnico do Cávado e Ave.

Já João Azevedo também da equipa Tomatubikers foi 10º classificado, nesta sua primeira participação em provas promovidas pelo FADU – Federação Académica do Desporto Universitário, ele que competiu pelas cores da AEISEP – Associação de Estudantes do Instituto Superior de Engenharia do Porto.

UE pressionada a impor limitador automático de velocidade nos carros novos

A pressão para impor limitadores automáticos de velocidade nos carros novos está a aumentar. Segundo um estudo revelado esta segunda-feira pelo Conselho Europeu de Segurança nos Transportes (ETSC), nos últimos dez anos morreram mais de oito mil crianças nas estradas europeias, avança o Correio da Manhã. “A verdadeira mudança só vai chegar quando, tal como os cintos de segurança” os limitadores automáticos de velocidade “forem instalados em todos os carros como standard e não como um extra opcional”, frisou o director executivo do ETSC, Antonio Avenoso.

A 2 de Maio a Comissão Europeia deverá anunciar uma actualização dos regulamentos de segurança automóvel. Neste momento, já há carros onde é possível escolher a instalação deste tipo de limitadores automáticos de velocidade, mas esta característica é um extra. Para o ETSC, um observatório que aconselha a Comissão Europeia, o Parlamento Europeu e os Estados-membros sobre estas matérias, o limitador deveria ser uma característica obrigatória de todos os carros novos.

“Tecnologias inteligentes, com eficiência de custos e comprovadas, tais como a travagem automática de emergência e a assistência inteligente de velocidade poderiam ser tão importantes para salvar a vida de crianças como os cintos de segurança”, defendeu Antonio Avenoso.

A limitação automática de veículos permite que através de uma câmara o carro reconheça o limite de velocidade imposto em cada via e ajuste automaticamente a sua própria velocidade àquele limite.

Casais deixam de ter de comunicar anualmente tributação conjunta do adicional ao IMI

Os proprietários casados ou em união de facto que pagam adicional ao IMI (AIMI) já não têm de comunicar anualmente ao fisco se querem ser tributados em conjunto, informou esta segunda feira o Ministério das Finanças (MF).

«A opção pela tributação conjunta do AIMI pelos sujeitos passivos casados ou em união de facto passa a ser válida até ao exercício da respetiva renúncia, evitando assim que os sujeitos passivos tenham de manifestar a sua opção todos os anos», referiu, numa nota, MF.

Segundo o MF, «foi igualmente aprovada uma disposição transitória destinada a permitir que a opção pela tributação conjunta realizada em 2017 seja válida para 2018 (a não ser que exista renúncia), dispensando os sujeitos passivos de repetir a opção em 2018».

O pagamento do AIMI é feito entre 1 a 30 de setembro.

Semana nacional da Cáritas centrada na pobreza e cuidado da natureza

A Cáritas Portuguesa celebra até domingo a sua semana nacional, que em 2018 tem como preocupações centrais o combate à pobreza e o cuidado da natureza.

«Há que encontrar uma abordagem integral que permita “combater a pobreza, devolver a dignidade aos excluídos e, simultaneamente, cuidar da natureza”», refere D. José Traquina, presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana.

O bispo de Santarém refere que «casa comum» e «família humana» são termos que devem estar juntos quando se pretende alcançar um desenvolvimento sustentável integral. O responsável recorda as palavras do Papa Francisco para sublinhar que não existem duas crises separadas, «uma ambiental e outra social», mas «uma e complexa crise socioambiental». “Uma só família humana, cuidar da casa comum” é o tema que marca a Semana Nacional da Cáritas em Portugal.

Para além de um conjunto de ações locais, nesta semana a Cáritas apela à participação de todos os portugueses Peditório Público Nacional, entre os dias 1 e 4 de março. «Este ano a Cáritas olhar particularmente para o mundo como “casa comum” e é nessa perspetiva que desenvolve a sua missão diária de resposta às emergências locais e nacionais. Acreditamos que o mundo pode ser um lugar melhor se todos nos sentirmos parte de uma mesma família e é esse o contributo que a Cáritas quer dar a Portugal e ao Mundo», realça Eugénio Fonseca, presidente da Cáritas Portuguesa.

No primeiro semestre de 2017 a rede nacional Cáritas atendeu um total de 68 258 pessoas; em relação ao ano de 2016 verifica-se uma diminuição de 7%. «Baixos rendimentos, desemprego, saúde e habitação continuam a ser os principais motivos que levam os portugueses a procurar a ajuda da Cáritas», assinala a organização católica.