Incêndio em S.Simão de Novais

Um incêndio florestal, registado na tarde deste domingo, nas proximidades da igreja de S.Simão de Novais, deixou a população em alarme.

As chamas evoluíram com alguma rapidez e foi necessário pedir a ajuda dos bombeiros.

A equipa dos B.V. Famalicão chegou ao local perto das 16h45 e rapidamente extinguiu as chamas.

Uma queimada descontrolada poderá ter estado na origem da situação.

Não há feridos a registar.

PJ chamada a investigar incêndio num carro em Famalicão

A Polícia Judiciária está a investigar o que terá provocado o incêndio numa viatura estacionada na Rua de Mões, em Gavião, Vila Nova de Famalicão.

A situação deu-se por volta das 22h00 deste sábado e acontece poucos dias depois de um outro carro ter ardido nas proximidades daquele local.

A população desconfia que haja alguém mal intencionado que esteja a provocar estes incêndios, uma vez que ambas as situações aconteceram de noite, em horas onde a visibilidade de quem por ali passa é reduzida, e com os carros estacionados.

O Audi que ardeu este sábado ficou completamete destruído. No local estiveram os Bombeiros Voluntários Famalicenses e a PSP de Famalicão que passou o caso para os elementos da PJ que agora investigam.

Carro entra em despiste e cai de algumas dezenas de metros

Uma viatura que seguia numa estrada paralela à nacional 206, em Requião, despistou-se e caiu de uma ravina de algumas dezenas de metros.

O acidente aconteceu por volta das 19h00 deste sábado, por sorte não estava ninguém a passar na Rua da Espadaneira, local onde a viatura acabou por cair.

No interior do carro estavam dois homens, com cerca de 30 anos, que conseguiram sair do veículo pelo próprio pé e recusaram ser levados para o hospital.

No local estiveram os Bombeiros Voluntários Famalicenses.

Não havia necessidade

CRESCIMENTO. Em 2017, Portugal cresceu 2,7%. Um bom resultado que só timidamente pode ser festejado.  Voltamos a crescer, crescemos desde 2014, mas não o suficiente para as nossas necessidades. Portugal cresce menos que os seus parceiros europeus. Dos 28 Estados da União Europeia, 21 cresceram mais que Portugal. Se a comparação for estabelecida com países que foram objeto de programas de ajustamento e que tiveram uma saída limpa, como é o caso da Irlanda, da Espanha e de Chipre, verificamos que todos apresentam taxas de crescimento superiores à nossa.

ENDIVIDAMENTO.Por outro lado, importa notar que o endividamento do Estado contínua a bater sucessivos máximos, a balança comercial tem vindo a degradar-se e continuamos sem recuperar o diferencial de produtividade face à média europeia que, inclusivamente, se agravou em 2017.

REALISMO. O triunfalismo exibido pela esquerda não faz sentido e menos sentido faz invocar a politica de reversões e de devolução de rendimentos como causa direta do crescimento. Este resulta sobretudo do esforço dos empresários, de uma conjuntura externa favorável, da politica monetária expansionista do BCE, que reduziu significativamente os custos do financiamento,e das reformas estruturais do anterior governo.

AMBIÇÃO. Temos de crescer mais e podíamos estar a crescer mais se, ao invés de revertermos as reformas, aproveitássemos o contexto externo favorável para realizar aquelas que importava prosseguir de modo a corrigir os desequilíbrios estruturais que persistem. Como não o fazemos, crescemos pouco e corremos riscos de crescermos ainda menos assim que a conjuntura externa se deteriorar.

CONGRESSO. Não costumo escrever sobre a vida politica interna do meu partido. Mas seria estranho que não o fizesse na sequência da realização do seu 37º Congresso Nacional. Limito-me a duas breves notas. Pela positiva, o discurso de encerramento de Rui Rio. Bem estruturado e com uma agenda reformista assente nas questões sociais, com especial destaque para a educação, saúde, segurança social, natalidade e terceira idade. Pela negativa, a escolha da Elina Fraga, ex-bastonária dos advogados, responsável por um dos casos de judicialização da política mais graves da historia da democracia portuguesa, razão bastante para que não tivesse sido convidada. Não havia necessidade.

Jorge Paulo Oliveira