Dois homens queixaram-se esta quarta feira à GNR de Riba de Ave, em Famalicão de terem sido espancados e roubados por dois encapuzados, em Delães, num encontro para vender um BMW.
Porminho quer faturar 60 milhões em 2020
A pequena empresa de cariz comercial que nasceu há 34 anos em Famalicão transformou-se numa das principais fabricantes agroalimentares do norte do País. A Porminho tem em curso um investimento de 18 milhões de euros para ganhar escala global.
A empresa agroalimentar Porminho tem em curso um projeto de ampliação das suas instalações industriais em Famalicão (distrito de Braga). A fabricante de produtos de charcutaria e carne fresca vai desembolsar 18 milhões de euros para fazer crescer a dimensão da fábrica dos atuais oito mil metros quadrados para 20 mil metros quadrados. Um investimento que vai permitir a criação de 30 novos postos de trabalhado naquela região do norte do País.
Com a ampliação da unidade industrial, a empresa planeia aumentar a capacidade de produção e automatizar os processos fabris. A ambição da pequena empresa comercial que nasceu há 34 anos em Famalicão e se transformou numa das principais empresas da indústria agroalimentar do norte do País, é apostar forte no lançamento de novos produtos, através de investigação interna e em parceria com universidades e outras entidades ligadas ao setor alimentar. E exportar mais. “Sem o projeto de expansão em curso, o crescimento fica claramente comprometido. Atualmente, produzimos 200 toneladas por semana e temos limitações de espaço que não nos permitem ir mais além”, disse em entrevista ao HIPERSUPER Tiago Freitas, administrador da Porminho. O plano de investimento, que deverá estar concluído em 2020, define a meta de 2028 para alcançar o retorno do investimento.
A empresa deu um salto de gigante a partir de 2010, quando faturava cerca de 17 milhões de euros e dava emprego a 132 pessoas. Sete ano depois, a Porminho detinha 250 funcionários e um volume de negócios de 46 milhões de euros. “Este incremento ficou a dever-se a um crescimento generalizado de produtos e mercados. A Porminho alargou os seus horizontes mercadológicos e atualmente está presente em quase todos os segmentos de clientes em território nacional e nos mercados externos”, justifica Tiago Freitas. A empresa começou a trabalhar o mercado internacional “de forma mais relevante” junto dos PALOP (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa), em 2009. Atualmente exporta para 12 países a gama de produtos de charcutaria, maioritariamente com a sua própria marca. No ano passado, a exportação representou cerca de 15% do volume de negócios.
Faturação de €60 milhões em 2020
A atual estratégia passa por conquistar novas geografias e consolidar as vendas nos mercados onde já está presente. Participa “regularmente” em feiras internacionais para angariar novos clientes – leia-se importadores, distribuidores ou cadeias de distribuição – e desenvolve um “trabalho próximo com os atuais clientes para acompanhar de perto a evolução do seu negócio”.
Quando o plano de investimento estiver concluído, em 2020, a empresa famalicense estima atingir um volume de negócios de 60 milhões de euros.
O portefólio da Porminho está hoje adequado a diversos segmentos e utilizações, abrange desde produtos gourmet e de conveniência até aos componentes para a preparação de refeições rápidas. “Temos projetos em desenvolvimento para trabalhar produtos que respondam às exigências de uma alimentação cuidada, os quais estão ligados ao novo projeto de expansão industrial”, conta o administrador da empresa agroalimentar.
Diversificar a oferta tem sido uma das principais preocupações para dar resposta a motivações mais direcionadas para uma utilização prática dos produtos ou para investir em segmentos mais económicos.
Fundada pela família Freitas em 1984, a partir de um pequeno negócio que rapidamente ganhou escala industrial, a Porminho tem vindo ao longos dos anos a investir na modernização da sua unidade industrial, na aquisição de novos equipamentos produtivos, no alargamento dos recursos humanos e no reforço dos sistemas de certificação de qualidade e segurança alimentar.
Fonte: HIPERSUPER
Famalicão não quer esquecer Lino Lima
No colóquio de encerramento das comemorações do centenário de nascimento de Lino Lima, que decorreram durante um ano, Paulo Cunha frisou que «todo o trabalho que fizermos de dignificação da nossa história nunca estará concluído».
Esta declaração, proferida esta tarde, no salão nobre da Assembleia Municipal de Vila Nova de Famalicão, nos Paços do Concelho, prova que o município vai continuar a evidenciar a marca histórica deste advogado famalicense e destacado membro da Oposição Democrática à ditadura do Estado Novo. Neste sentido, o presidente da Câmara Municipal anunciou o lançamento de uma obra evocativa da vida de Lino Lima, com dezenas de depoimentos de familiares e amigos «desta ilustre personalidade famalicense que foi uma das que mais contribuiu para a instauração e construção da nossa ainda jovem democracia».
No colóquio – “Uma Vida pela Liberdade: Lino Lima (1917/2017)” – participaram o historiador e coordenador das comemorações, Artur Sá da Costa, o historiador João Madeira, o escritor José Manuel Mendes, o advogado Salvador Coutinho e o membro da Comissão Política Nacional do Partido Comunista Português, Gonçalo Oliveira.
Sá da Costa fez um balanço positivo das comemorações promovidas ao longo do último ano pela Câmara Municipal em associação com a Direção da Organização Regional de Braga do PCP e fez votos que a homenagem a Lino Lima se projete para lá do contexto local e regional. Gonçalo Oliveira elogiou a iniciativa que, a seu ver, transporta para a atual fase da vida política a mensagem de que importa continuar a lutar para defender os valores de Abril.
Braga vai ter uma espécie de “Altice Arena”
A nova infraestrutura, que tem abertura prevista para o final de abril, estará dotada de espaços com quatro valências distintas: um centro de congresso, que albergará o maior auditório do Norte do País (com 1.454 lugares), um pavilhão que será a segunda maior sala de Portugal para espetáculos (com capacidade para acolher 12 mil pessoas de pé), uma galeria de arte contemporânea, uma zona exterior com capacidade para concertos para mais de 20 mil pessoas e uma área para exposições com mais de 300 ‘stands’.
Comic Con marcada para setembro no Passeio Marítimo de Algés
A próxima Comic Con, a convenção portuguesa dedicada ao entretenimento e cultura pop, vai acontecer de 06 a 09 de setembro, no Passeio Marítimo de Algés, em Oeiras, foi esta quarta-feira anunciado.
Esta será a quinta edição da Comic Con, que este ano transita da Exponor de Matosinhos para Oeiras, antecipando-se de dezembro para setembro.
A organização da Comic Con assinou um protocolo com a autarquia de Oeiras por três edições e que envolverá, por parte do município um apoio financeiro e logístico de 330 mil euros por edição.
Na conferência de imprensa de hojeem Oeiras, o diretor-geral da Comic Con, Paulo Rocha Cardoso, explicou que o evento precisava de se expandir e de ser melhorado.
O Passeio Marítimo de Algés é um terreno alcatroado, junto do rio Tejo que habitualmente acolhe em julho o festival Nos Alive, com uma capacidade – naquele contexto – para cerca de 50 mil pessoas. Todas as áreas às quais a Comic Con se dedica, como a banda desenhada, o cinema, a televisão, o ‘cosplay’ ou a zona comercial, sofrerão alterações, mas o espírito da convenção mantém-se, disse o diretor-geral.
Francisco Rocha Gonçalves, vice-presidente da autarquia, disse que será erguida “uma mini-cidade no recinto”.
Paulo Rocha Cardoso espera receber pelo menos 100 mil pessoas, a mesma audiência da Comic Con de 2017.
Hoje foram anunciados três convidados, da área da banda desenhada: Mark Waid, Batem e Yves Sente.
Os bilhetes vão variar entre os 25 euros, diário, e os 75 euros do passe geral.
Câmara de Famalicão estreita relações com Universidade Aberta e Universidade de Lisboa
A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão selou esta terça-feira, um acordo de cooperação com a Universidade Aberta, através da Cátedra Infante Dom Henrique para os Estudos Insulares Atlânticos e a Globalização, e com o Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tendo em vista o desenvolvimento de projetos conjuntos de investigação, bem como a promoção de seminários, ações de formação e eventos culturais, artísticos e científicos.
A Universidade Aberta (UAb) é a universidade pública portuguesa de educação à distância e em rede. Fundada em 1988, a UAb é a universidade pública portuguesa mais jovem, constituindo-se como uma universidade diferente das outras e especialmente vocacionada para liderar processos de mudança no campo do ensino superior e da ciência em Portugal. Através da Cátedra Infante Dom Henrique para os Estudos Insulares Atlânticos e a Globalização (CIDH) a UAb constitui-se como polo de uma rede aberta a outras universidades, centros de investigação e instituições cujas atividades sejam complementares.
Por sua vez, o Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (CLEPUL), criado por Jacinto Prado Coelho em 1974, com o nome abrangente de Centro de Literaturas de Expressão Portuguesa das Universidades de Lisboa, é hoje um dos maiores centros de investigação em Portugal e o que possui o maior número de jovens investigadores com projetos e cargos de responsabilidade.
Neste âmbito, Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão considerou a constituição deste protocolo “um passo muito importante para o percurso educativo do concelho” e agradeceu “a confiança” depositada no município famalicense por estas instituições.
O autarca lembrou ainda que “a Câmara Municipal tem como uma das suas maiores prioridades a aposta na educação”, reconhecendo o seu papel essencial para o desenvolvimento do município.
Por sua vez, o vice-reitor da Universidade Aberta, Domingos Caeiro, assumiu que esta parceria “é mais um desafio para a Universidade no que diz respeito à qualificação da população”. “Nestes 30 anos de existência da Universidade temos desenvolvido projetos inovadores no que diz respeito à qualificação da população, nomeadamente através da educação à distância, e este protocolo representa mais um passo relevante nesta caminhada”.








