GNR: Operação Residência Segura

A Guarda Nacional de Republicana (GNR), entre 19 e 23 de fevereiro, na sua área de responsabilidade, reforça o patrulhamento junto das zonas residenciais relembrado os cidadãos sobre os procedimentos de segurança a adotar para prevenir situações de furto e roubo nas suas residências.

Apesar dos crimes de furto e roubo em residência ocorrerem em diversos períodos do dia e dias da semana, existe uma especial preponderância nos dias úteis e no período da tarde, período este em que as pessoas estão ausentes das suas residências por se encontrarem nos seus empregos.

Sendo a segurança uma responsabilidade de todos, é importante a adoção de comportamentos preventivos para contribuir para a redução desta criminalidade, tais como:

  • Não abra a porta de sua casa nem a do prédio sem verificar bem quem toca à campainha;
  • Quando sair de casa, feche bem todas as janelas e tranque sempre as portas e portões de acesso;
  • Durante a noite, mesmo estando em casa, tranque todas as janelas e portas;
  • Aos moradores do rés-do-chão e do 1.º andar, recomenda-se a instalação de grades de ferro nas janelas;
  • Todas as entradas devem estar bem iluminadas;
  • Não guarde objetos de valor elevado em casa ou grandes quantias em dinheiro;
  • Se notar presenças estranhas nas redondezas da sua casa, tente confirmar as suas suspeitas, em caso de dúvida, previna as autoridades;
  • Caso se confronte com um assaltante em casa, tente manter a calma, não discuta com ele e não o encare frontalmente. Procure memorizar as suas feições para as descrever às autoridades. E principalmente, não reaja!
  • Tenha sempre à mão os números de telefone do posto da GNR da área da sua residência. Em caso de emergência, ligue o 112.

A GNR,  com o empenhamento das suas Secções de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário,  da sua estrutura de Investigação Criminal e dos militares afetos aos Postos Territoriais, irão promover o contacto direto com os cidadãos, distribuindo um folheto alusivo à operação “Residência Segura”, o que certamente contribuirá para um aumento do sentimento de segurança, proximidade e confiança na população.

 

Governo quer limitar ″objetivos de vendas″ para trabalhadores dos bancos

Tem mais de 1.400 páginas a proposta de lei que acabou de entrar na Assembleia da República, com pedido de “prioridade e urgência” e que é noticiada pela TSF.

O objetivo é apertar as regras de venda de produtos financeiros ao balcões dos bancos, numa tentativa de proteger os clientes da subscrição de investimentos que não sejam adequados ao seu perfil. Para os funcionários dos bancos, segundo a TSF, pretende-se uma “limitação” aos “objetivos de vendas” e exige-se mais formação financeira, para “garantir que estes têm os conhecimentos e competências adequados para a prestação de informação aos clientes”.

A proposta de lei parte da ideia de que “é indispensável impor restrições à venda de produtos financeiros, sempre que tal possa configurar um prejuízo para o cliente, e penalizar eficazmente as más práticas comerciais das instituições financeiras”.

Em investimentos mais complexos do que o simples depósito a prazo, a proposta prevê uma padronização da informação pré-contratual, como já acontece nos depósitos, para facilitar a comparação de produtos e a compreensão dos riscos mesmo por parte de investidores não profissionais.

No que nota aos objetivos dos trabalhadores, o Governo quer limitar a fixação, por parte das chefias, de objetivos para a venda de um dado instrumento financeiro, para evitar que se acabe por vender produtos desadequados “às necessidades do cliente não profissional”, incluindo em situação em que haveria produtos melhores para o mesmo cliente.

A proposta define ainda que os bancos sejam obrigados a definir os clientes que reúnem ou não condições para um determinado produto financeiro e ficam proibidos de vendê-los a quem não está nesse grupo.

Famalicão entra na rota dos debates nacionais pelo Acesso (à) Cultura

Esta terça-feira, quando Lisboa, Porto, Funchal, Évora e Loulé estiverem a debater, à mesma hora, o elitismo no design de comunicação, Vila Nova de Famalicão também o estará.

O município famalicense juntou-se ao leque de concelhos portugueses que recebem os debates promovidos em todo o país pela associação Acesso Cultura e o primeiro decorre já esta terça feira, pelas 18h30, na galeria de arte contemporânea Ala da Frente.

O papel do design e da comunicação no acesso à informação é o tema central do primeiro debate do ano promovido pela associação, que em Vila Nova de Famalicão vai contar com as participações do Diretor da Casa das Artes, Álvaro Santos, dos designers Cristina Lamego e Nuno Coelho e com a moderação do museólogo Alexandre Matos.

A Acesso Cultura é uma associação sem fins lucrativos de profissionais da cultura e de pessoas interessadas em promover a melhoria das condições de acesso – nomeadamente físico, social e intelectual – aos espaços culturais e à oferta cultural, em Portugal e no estrangeiro.

A entrada é livre.

Apresentação pública do IFRRU 2020

Esta terça-feira, a partir das 11h00, decorre no edifício GNRation, em Braga, uma sessão pública de apresentação do Instrumento Financeiro para Reabilitação e Revitalização Urbanas (IFRRU 2020).

Refira-se que em Vila Nova de Famalicão, podem candidatar-se IFRRU 2020, os empresários e proprietários de edifícios e espaços localizados nas Áreas de Reabilitação Urbana da cidade de Vila Nova de Famalicão, Riba de Ave e Oliveira S. Mateus.

Este novo instrumento de financiamento nacional, em condições mais favoráveis às existentes no mercado, pretende facilitar e potenciar a intervenção integrada dos edifícios e do património, conjugando-se com vários benefícios fiscais locais atribuídos pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.

Os interessados em participar devem efetuar a sua inscrição através do Portal da Habitação.