Sporting B – F.C.Famalicão esta quarta feira em Alcochete

O Futebol Clube de Famalicão joga esta quarta-feira, em Alcochete, partida da 33ª Jornada da Ledman LigaPro frente ao Sporting CP «B», a realizar no estádio Aurélio Pereira na Academia do Sporting CP.

O Futebol Clube de Famalicão organiza autocarros e tem à venda bilhetes para sócios e simpatizantes que queiram acompanhar a equipa em Alcochete – saída dos autocarros às 08.00 horas de Famalicão, junto ao pavilhão municipal. O bilhete de autocarro e de jogo é vendido ao preço de 20,00€. A reserva de lugares no autocarro pode ser feita até ao final da manhã de terça-feira na sede do clube, sendo que a saída do autocarro está condicionada ao mínimo de 30 lugares preenchidos.

Famalicão lança fatura eletrónica para poupar o ambiente

O município de Vila Nova de Famalicão quer reduzir, de forma significativa, o consumo de papel no concelho, sensibilizando todos os cidadãos para uma atitude mais amiga do ambiente. Nesse sentido, acaba de lançar mais uma campanha de adesão à fatura eletrónica para os serviços de água, saneamento e resíduos. O objetivo é chegar ao maior número possível de pessoas de forma a eliminar o consumo de papel com a faturação, simplificando o processo.

Os munícipes interessados em aderir ao serviço só têm que aceder ao portal do município em www.vilanovadefamalicao.org e fazer o seu registo. A partir daí, as vantagens são muitas, pois para além de pouparem o ambiente, através de uma redução significativa do consumo de papel, os utilizadores poupam também tempo. Passam a receber comodamente no seu e-mail as faturas em formato PDF, podendo aceder-lhes de uma forma imediata e muito mais prática. Desta forma, as faturas estão sempre acessíveis e podem ser consultadas em qualquer momento e em qualquer lugar. Além disso, a fatura eletrónica tem a mesma validade fiscal e legal que a fatura tradicional em papel e por ser um documento certificado, é totalmente seguro e confidencial.

A nova medida insere-se no âmbito da política de modernização administrativa encetada pelo município de Vila Nova de Famalicão, que tem como objetivo conseguir uma maior qualidade no atendimento ao munícipe e uma maior preocupação com o meio ambiente.

Eduarda Reis e Daniel Silva conquistam medalha de ouro

O Grupo Desportivo de Natação de Famalicão, teve mais um fim-de-semana de sucesso, com os seus nadadores a conquistarem diversos pódios no Torneio Nadador Especialista realizado na Póvoa de Varzim.

Com a participação de 27 atletas famalicenses, os destaques foram para Eduarda Reis que obteve a medalha de ouro na técnica de mariposa com 1480 pontos e Daniel Silva a obter a medalha de ouro na técnica de bruços, com 1613 pontos. Rui Faria conquistou a medalha de prata na técnica de estilos, Gonçalo Salgado conquistou a medalha de prata nas provas de fundo e Catarina Jardim conquistou a medalha de bronze na técnica de costas.

Para o treinador, Pedro Faia, “tratou-se de um conjunto de provas muito bem conseguidas por parte destes nadadores que nos proporcionam momentos de sucesso fantásticos e consolidam a sua evolução na modalidade. Estamos no início de mais um ciclo de preparação com vista à participação nos campeonatos nacionais, nos quais queremos deixar a nossa marca. Com atletas competentes e ambiciosos tudo parece mais fácil. ”

Famalicão não esquece “ligação forte” a La Lys

“Até que se ia aproximando o 9 de Abril, esse dia horroroso em que se travou um dos mais terríveis combates com os Portugueses”. José Gomes Pereira não poupou nas palavras para descrever o que viveu na Batalha de La Lys, em 1918, em plena Grande Guerra. “Pelas 03h30 da madrugada se travou este terrível combate, ouvindo-se os primeiros tiros. Os alemães começaram bombardeando as trincheiras fortemente e com os canhões de grosso calibre, cercando lá ao largo com milhares de granadas. Os carros de munições de artilharia portuguesa andaram num sarilho, enquanto puderam transportando granadas por debaixo do fogo inimigo. O bombardeamento era terrível por toda a parte, cortando as estradas e as comunicações telefónicas das trincheiras. Aonde quer que se viam soldados espedaçados pelos estilhaços da artilharia que se entrelaçavam por entre nós”.

O diário deste soldado natural de Vila Nova de Famalicão, que integrou o corpo expedicionário português que participou na Batalha de La Lys, foi um dos vários objetos doados por familiares e amigos de expedicionários naturais do concelho para integrar a exposição “A I Grande Guerra e a sua repercussão em Vila Nova de Famalicão”, inaugurada esta segunda-feira no Museu Bernardino Machado, no âmbito das comemorações do centenário do combate.

A inauguração da mostra, que vai estar patente até inícios de junho, foi um dos pontos altos das celebrações promovidas hoje pela autarquia de Vila Nova de Famalicão, marcadas por duas palavras de ordem: memória e gratidão.

“É importante não esquecermos os que sacrificaram a sua vida a defender, com dignidade, a nossa bandeira e a nossa pátria. De Vila Nova de Famalicão partiram para França cerca de quinhentos homens, temos uma ligação forte com este momento da nossa história e, por isso, não podíamos deixar passar em branco este primeiro centenário da Batalha de La Lys”, referiu a propósito o vereador da Cultura da autarquia, Leonel Rocha.

O dia ficou ainda marcado pela celebração de uma missa em honra dos ex-combatentes, pelo descerramento de uma lápide comemorativa no monumento “Aos Mortos da Grande Guerra”, localizado na Praça 9 de Abril, e ainda pelo lançamento e apresentação do “Dicionário dos expedicionários famalicenses (1914-1918)”, obra lançada pela Câmara de Famalicão da autoria do investigador Amadeu Gonçalves e que desvenda os nomes dos cerca de 500 famalicenses que combateram em La Lys e que responde a perguntas como: “O que lhes aconteceu?” “Quem foi feito prisioneiro?” “Onde?” “Quem sobreviveu?” “Quem morreu?”.

Recorde-se que a Batalha de La Lys foi considerada um dos maiores desastres militares da história de Portugal.

Paulo Cunha apresenta contas que ficam «para a história»

A reunião extraordinária para a discussão e aprovação do Relatório de Gestão e respetivos documentos de contas, que vai decorrer ao final da tarde desta terça-feira, 10 de abril, pelas 19 horas, vai aprovar um documento que, na opinião de Paulo Cunha, «ilustra o selo de qualidade que imprimimos na gestão do município».

O presidente da Câmara assume que fechou 2017 e o ciclo autárquico correspondente (2013-2017) «com o claro sentimento de dever superado. Vila Nova de Famalicão cresceu enquanto comunidade, tornou-se um território mais atrativo e desejado, mais desenvolvido e com mais qualidade de vida. 2017 foi o culminar de um ciclo autárquico que fica para a história do concelho».

O autarca destaca como «boa imagem dos anos que integraram o ciclo autárquico», a execução orçamental de 98,6 por cento da receita prevista e de 84,7 por cento da despesa. «O município cumpriu, grosso modo, com o que tinha planeado» e ainda consegue um saldo de gerência de 14,2 milhões.

Para além do cumprimento da estratégia definida e assumida, este resultado permite «elevar a fasquia da autonomia financeira, para uns invejáveis 74,1 por cento». Solidez que é igualmente visível, defende o Município, pela leitura da evolução da dívida a terceiros que, no final do ano, se fixava nos 34,8 milhões, menos 4,9 por cento do que em 2013, aquando o início do mandato que terminou em 2017.

Os números evidenciam, atesta Paulo Cunha, «uma boa e responsável planificação que, sem comprometer as finanças municipais, se materializou em mais qualidade de vida para os famalicenses». O edil refere que foram mantidas e reforçadas as dinâmicas que vinham de anos anteriores, «mas introduzimos novos e ambiciosos programas», dando o exemplo do Famalicão em Forma, a oferta dos manuais escolares ao 2.º ciclo, a criação da Escola de Segurança Rodoviária, do Gabinete de Avaliação e Intervenção de Comportamentos Aditivos e Dependências (GAICAD) e o alargamento do horário da Biblioteca para o período noturno em épocas de exames.

Já o investimento infraestrutural foi feito «com critério e sentido de responsabilidade. Sempre a pensar nas pessoas. Por isso é que as escolas, as estradas, os equipamentos desportivos e as infraestruturas básicas foram o destino da grande fatia do nosso investimento a este nível». Em suma, Paulo Cunha confere que no último mandato «fomos capazes de estar à altura das exigências. Centramos o desenvolvimento do concelho num ciclo de construção imaterial sem precedentes, dando sentido e utilidade aos investimentos realizados ao longo de várias gerações na infraestruturação física do território».

FAMALICÃO NÃO CONTA PARA O GOVERNO E RIBA DE AVE É ÚLTIMO

Jorge Paulo Oliveira visitou, esta segunda-feira, 9 de abril, os Postos dos Comandos Territoriais da GNR de Famalicão e de Riba de Ave. No final da visita, o deputado à Assembleia da República, assumiu que vai interpelar o Governo sobre as suas omissões e opções no âmbito da Lei de Programação de Infraestruturas e Equipamentos.

Omissões, por não contemplar o posto de Vila Nova de Famalicão que carece de obras de conservação e funcionalidade; opções, por colocar o posto de Riba de Ave em último lugar das prioridades, enquanto que, por exemplo, Guimarães, liderado pelo PS, tem a «sorte», diz o deputado social democrata, «de ser contemplado, não apenas com a requalificação de dois postos territoriais da GNR – Taipas e Lordelo -, mas também com a circunstância destes investimentos serem mais prioritários que o de Riba de Ave». Uma posição contrária à assumida, em junho de 2017, pela Secretária de Estado Adjunta e da Administração Interna, Isabel Oneto, que chegou a anunciar o arranque das obras do novo Posto no decurso do presente ano.

O atual Posto de Vila Nova de Famalicão, inaugurado em 1989, é o que apresenta maiores debilidades, mas, segundo deputado do PSD, «é aquele cuja requalificação não está abrangida pela Lei de Programação de Infraestruturas e Equipamentos». Neste contexto, prossegue, as intervenções que o edifício reclama não serão satisfeitas, pelo menos até 2021, último ano da programação plurianual dos investimentos previstos pelo Governo no âmbito do referido Programa.

O estado de deterioração das instalações não pode «esperar por uma nova lei de programação de investimentos que, em princípio, só ocorrerá em 2022. É preciso encontrar uma solução alternativa», pede o deputado famalicense.

Em Riba de Ave a situação é diferente, mas nem por isso o deputado deixa de manifestar a sua intenção de questionar o governo. Transferido, a título provisório, para o rés-do-chão de um edifício urbano, com habitações por cima e ladeado de lojas, as instalações pecam «pela exiguidade e singularidade da sua localização».

Em 2017, a Secretária de Estado Adjunta e da Administração Interna chegou a anunciar, para este ano, o arranque das obras, mas na Lei de Programação de Infraestruturas e Equipamentos este investimento foi colocado no último lugar das prioridades. Deste modo, crítica Jorge Paulo Oliveira, «o governo não só não honrou a sua palavra, como nunca explicou os critérios subjacentes à definição das suas prioridades de investimento».

Jorge Paulo Oliveira, que foi acompanhado nas visitas pelas presidentes da Junta de Freguesia de Riba de Ave e da União das Freguesias de Vila Nova de Famalicão e Calendário, Susana Pereira e Estela Veloso, respetivamente, bem como de dirigentes do PSD e da JSD, deixou o compromisso de pedir ao governo esclarecimentos sobre o «mistério das suas omissões e das suas opções».