A Polícia Judiciária (PJ) de Braga deteve um homem de 40 anos suspeito de burlar uma empresa de confeções, acedendo ao seu sistema
informático para assim conseguir ofertas de vestuário, anunciou ontem aquela autoridade.
Em comunicado, a PJ refere que o detido está indiciado pela prática dos crimes de burla informática, acesso ilegítimo e falsidade informática. Segundo a PJ, desde dezembro de 2017 que o detido «acedia ilegitimamente ao sistema informático de uma empresa de confeções e interferia no registo de pagamentos de compras via internet, produzindo documentos não genuínos de ofertas, que usava em seu proveito».
A PJ efetuou uma busca no domicílio do detido, na área do Porto, apreendendo o computador utilizado e o vestuário ilicitamente obtido.





Oito antigos dirigentes e responsáveis do Ribeirão, a par de dois agentes desportivos e um empresário, respondem pelos crimes de angariação de mão-de-obra ilegal, auxílio à imigração ilegal e falsificação de documentos.
A professora estima que mais de 25 docentes estejam a passar pela situação descrita e frisou que a escola famalicense é comparticipada pelo Estado.
Sobre estes caso e outros, o SPN enumerou várias diligências feitas quer por si, quer pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof), junto de vários organismos, nomeadamente através de uma reunião com os secretários de Estado da Educação, João Costa e Alexandra Leitão.


