Uma colisão entre duas viaturas, ocorrida por volta das 15h30, está a condicionar o trânsito na estrada nacional que liga Braga a Famalicão.
Deste acidente não há feridos a registar.
Uma colisão entre duas viaturas, ocorrida por volta das 15h30, está a condicionar o trânsito na estrada nacional que liga Braga a Famalicão.
Deste acidente não há feridos a registar.
O famalicense Filipe Brito, terminou em segundo lugar, na sua categoria, na Maratona da Taça Regional do Centro, pontuável para a Taça de Portugal.
Uma prova que juntou quase um milhar de atletas na zona de Cantanhede.
“O percurso teve pouco acumulado, também devido à zona em questão e a dureza acabou por ser em algumas zonas com terreno pesado, por vezes contra o vento nos estradões, o facto de não haver zonas de descanso, por isso foi sempre de “prego” a fundo e até onde se consegue aguentar. O resultado foi razoável. Embora seja pontuável para a Taça de Portugal as minhas ideias para este ano são outras. Desta zona já trago comigo muito mais do que resultados.”, refere Filipe Brito.
Com o objetivo de acabar com o estrangulamento de trânsito naquele cruzamento, a autarquia famalicense começou neste mês fevereiro uma intervenção que vai renovar a zona de estacionamento na Alameda Padre Manuel Simões que será alargada no topo norte.

Esta é uma via muito utilizada, dada a proximidade que tem de serviços como o Centro de Emprego e Casa das Artes, sendo também uma importante artéria de acesso ao centro da cidade.
As obras devem terminar num período de três meses.
Um incêndio numa fábrica de reciclagem de velas situada na freguesia de Roriz, Barcelos, destruiu por completo, esta segunda feira, as instalações.
O fogo causou alarme, por ter lavrado em zona onde existem várias casas, mas ninguém terá ficado ferido.
O alerta foi dado às 12h01.
Imagem: CMTV
A Guarda Nacional de Republicana (GNR), entre 19 e 23 de fevereiro, na sua área de responsabilidade, reforça o patrulhamento junto das zonas residenciais relembrado os cidadãos sobre os procedimentos de segurança a adotar para prevenir situações de furto e roubo nas suas residências.
Apesar dos crimes de furto e roubo em residência ocorrerem em diversos períodos do dia e dias da semana, existe uma especial preponderância nos dias úteis e no período da tarde, período este em que as pessoas estão ausentes das suas residências por se encontrarem nos seus empregos.
Sendo a segurança uma responsabilidade de todos, é importante a adoção de comportamentos preventivos para contribuir para a redução desta criminalidade, tais como:
A GNR, com o empenhamento das suas Secções de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário, da sua estrutura de Investigação Criminal e dos militares afetos aos Postos Territoriais, irão promover o contacto direto com os cidadãos, distribuindo um folheto alusivo à operação “Residência Segura”, o que certamente contribuirá para um aumento do sentimento de segurança, proximidade e confiança na população.
Tem mais de 1.400 páginas a proposta de lei que acabou de entrar na Assembleia da República, com pedido de “prioridade e urgência” e que é noticiada pela TSF.
O objetivo é apertar as regras de venda de produtos financeiros ao balcões dos bancos, numa tentativa de proteger os clientes da subscrição de investimentos que não sejam adequados ao seu perfil. Para os funcionários dos bancos, segundo a TSF, pretende-se uma “limitação” aos “objetivos de vendas” e exige-se mais formação financeira, para “garantir que estes têm os conhecimentos e competências adequados para a prestação de informação aos clientes”.
A proposta de lei parte da ideia de que “é indispensável impor restrições à venda de produtos financeiros, sempre que tal possa configurar um prejuízo para o cliente, e penalizar eficazmente as más práticas comerciais das instituições financeiras”.
Em investimentos mais complexos do que o simples depósito a prazo, a proposta prevê uma padronização da informação pré-contratual, como já acontece nos depósitos, para facilitar a comparação de produtos e a compreensão dos riscos mesmo por parte de investidores não profissionais.
No que nota aos objetivos dos trabalhadores, o Governo quer limitar a fixação, por parte das chefias, de objetivos para a venda de um dado instrumento financeiro, para evitar que se acabe por vender produtos desadequados “às necessidades do cliente não profissional”, incluindo em situação em que haveria produtos melhores para o mesmo cliente.
A proposta define ainda que os bancos sejam obrigados a definir os clientes que reúnem ou não condições para um determinado produto financeiro e ficam proibidos de vendê-los a quem não está nesse grupo.

