FC Famalicão perde em Braga

O treinador Sérgio Vieira bem que tinha avisado, na antevisão ao jogo, das dificuldades que o Braga B, normalmente, cria ao FC Famalicão. Esta tarde, no 1.º de Maio, em Braga, o FC Famalicão perdeu, 2-0, sofrendo os golos na segunda parte. O primeiro logo aos 50 minutos e, depois, já perto do final do encontro, numa grande penalidade. A vitória dos B´s do Braga é justa ante um Famalicão que, com este desaire, perdeu uma oportunidade para se isolar no segundo lugar da 2.ª Liga. Ainda com alguns jogos para cumprir nesta jornada oito, o Famalicão está na terceira posição, com 16 pontos.

AVC recebe vice-campeã espanhola

O AVC Famalicão joga esta quinta-feita, a partir das 21 horas, no Pavilhão Municipal das Lameiras, a primeira mão da fase de qualificação da Challenge Cup, em voleibol feminino. O adversário é o vice-campeão espanhol, o Club Voleibol Haris Tenerife.

O treinador do emblema famalicense, Rui Moreira, assume o desígnio de fazer história. Ou seja, passar esta eliminatória, mesmo sabendo que tem pela frente uma equipa recheada de bons valores individuais, com várias atletas da seleção espanhola. O técnico espera o bom desempenho das suas jogadoras e apela ao apoio dos famalicenses nesta jornada europeia.

Ana Margarida de Carvalho recebe esta segunda-feira o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco

A partir das 18 horas desta segunda-feira decorre a sessão de entrega do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco à escritora e jornalista Ana Margarida de Carvalho. O prémio será entregue na Escola Secundária Camilo Castelo Branco pelo presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, e pelo presidente da Associação Portuguesa de Escritores (APE), José Manuel Mendes.

“Pequenos Delírios Domésticos (Relógio D’Água) é a obra premiada, por unanimidade, pelo júri constituído por Cândido Oliveira Martins, Fernando Batista e Isabel Cristina Mateus.

Sobre a obra, o júri considerou que se “trata de um conjunto de contos que surpreende o leitor pela invulgar atualidade temática e sociológica (dos incêndios que devastaram o país, em 2017, aos dramas íntimos de portugueses convertidos ao estado islâmico, de refugiados sírios num lar de velhos ou de uma mulher tunisina que dá à luz num barco apinhado de gente durante a travessia do Mediterrâneo, entre outros), aliadas a um notável trabalho de precisão e depuramento da palavra e, acima de tudo, a um olhar atento aos dramas humanos, independentemente do lugar mais ou menos doméstico que lhes serve de palco”.

Ana Margarida de Carvalho é jornalista e escritora. Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa.

O Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco é atribuído pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão em parceria com a Associação Portuguesa de Escritores. Instituído em 1991, o prémio destina-se a distinguir uma obra em língua portuguesa de um autor português ou de país africano de expressão portuguesa, publicada em livro, 1.ª edição, no decurso do ano de 2017. O valor do prémio é de 7.500 euros.

“Temos que ser mais ativos na construção de um mundo igualitário”

Catarina Furtado, apresentadora, atriz e embaixadora da Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População esteve em Famalicão, para falar de igualdade e de voluntariado, no Dia Municipal para a Igualdade, celebrado no dia 24 de outubro, em Vila Nova de Famalicão. Cidade Hoje conversou com ela para conhecer melhor o seu pensamento sobre este tema.

Assim, para Catarina Furtado há diferentes tipos de voluntariado: o assistencialista que leva a comida e a roupa a quem mais precisa e, depois, aquele que é mais profundo e vai apoiar a pessoa para lá das necessidades da comida e da roupa.

Não é uma crítica que faz às instituições/pessoas que praticam este tipo de voluntariado, que acredita ser fundamental e defende até que sejam apoiadas e subsidiadas para que possam desempenhar um bom serviço. Mas é de opinião que é necessário um voluntariado que vá mais fundo e procure ajudar a pessoa a sair da situação em que se encontra. Esta é a promoção da igualdade que defende para o país e para o mundo.

Para Catarina Furtado não existem barreiras físicas nem fronteiras, por isso se tornou embaixadora da Boa Vontade com trabalho em África em defesa da saúde, incluindo a sexual e reprodutiva, igualdade de género, violência sobre as mulheres, discriminação, envolvimento masculino, mutilação genital feminina, maternidade segura, maternidade/paternidade adolescente, planeamento familiar, entre outras. Daqui nasceu também o programa de televisão “Príncipes do Nada”, que mostra situações de dificuldades nestas áreas. E, para contar o que não foi transmitido na televisão, Catarina Furtado editou agora o livro “O que vejo e não esqueço”.

«O que mostro aos espetadores é muito pouco relativamente ao que eu vivo no terreno. É impossível assistir a mortes evitáveis e esquecer, é impossível perceber que se podem mudar mentalidades, que se podem mudar realidades e que se pode fazer com que os direitos das pessoas sejam reconhecidos e não fazer nada e esquecer», relata ao Cidade Hoje.

Na perspetiva da apresentadora da RTP, não podemos ser passivos perante os outros e as suas dificuldades. «Temos que ser ativos na construção de um mundo bastante mais igualitário, justo, saudável e partilhável», analisa.

Catarina Furtado acredita que com mais informação sobre os problemas das pessoas, haveria mais empatia. Acredita inclusive que a empatia pode ser estimulada na sala de aula, para que as pessoas aprendam o valor da solidariedade.

Em 2012 criou a associação “Corações com Coroa”, que promove a cultura, a solidariedade e a inclusão junto de pessoas vulneráveis. «Queria uma ONG que fizesse projetos aqui dentro e lá fora», revela. Esta associação presta atendimento gratuito todos os dias nas áreas da assistência social, psicologia, nutricionismo, apoio dentário e jurídico. Já é uma estrutura com alguma dimensão porque tem oito postos de trabalho, além dos voluntários. «Nisto da igualdade há muito a fazer e muitos passos a dar», conclui na entrevista à Cidade Hoje.

Editora famalicense assinala 50º aniversário da obra azulejar de Charters de Almeida

A editora Centro Atlântico assinala o 50º aniversário da obra azulejar de Charters de Almeida, autor dos painéis de azulejo do edifício-sede da Fundação Cupertino de Miranda, criados em 1968, e dos painéis do edifício-sede do Jornal de Notícias, no Porto, de 1969.

A sessão de apresentação do livro «AZULEJO – O que é / What is» coordenado por Libório Manuel Silva e Rosário Salema de Carvalho, realizada em Lisboa, no passado dia 30 de outubro, contou com João Charters de Almeida, também autor do livro, como orador principal, com uma comunicação sobre a história da criação e instalação dos referidos revestimentos azulejares.

Famalicão vai a Braga para trazer mais três pontos

O Futebol Clube de Famalicão joga este sábado, a partir das 15 horas, no Estádio 1º de Maio, frente ao SC Braga B. Para esta partida da oitava jornada da LedmanLigaPro, o treinador do emblema famalicense aposta na conquista de mais três pontos.

Muito embora reconheça que, historicamente, o Famalicão não tem sido feliz nas deslocações a Braga, Sérgio Vieira fala em respeitar o adversário, mas com a confiança e atitude «que podemos chegar ao foco principal que são os 3 pontos. Vamos encarar esta deslocação com agressividade e com o objetivo bem delineado do que queremos, que é vencer».

Para este jogo contra o SC Braga B foram escolhidos Rafael Defendi, Gabriel, Eduardo, Ricardo, Hugo Gomes, Koffi, Jorge Miguel, Ciss, Hocko, Capela, Sylla, Fabinho, Filipe Oliveira, Guzzo, Willian, Mendes, Anderson e Fabrício.

Recorde-se que os habituais titulares Feliz e Walterson, a cumprir castigo, não são opção para este jogo.