
À procura de mercados asiáticos, a Riopele está, até esta sexta-feira, num certame na cidade de Tóquio (Japão) e, de 10 a 12 de abril, numa feira em Shenzhen (China).
A operar em mais de 50 mercados, a Riopele procura aprofundar a presença em mercados de elevado potencial de crescimento. O regresso à Ásia acontece depois de dois anos de maior prudência, em virtude do prolongar dos efeitos da pandemia.
«O mercado japonês sempre foi bastante importante para a Riopele, muito especialmente pelo seu posicionamento estratégico. É uma enorme referência ao nível dos padrões de consumo e mesmo na esfera da moda e das tendências em particular», recorda António Soares, responsável pelo mercado japonês, onde a Riopele está há trinta anos, sempre muito apreciada pelo setor da moda.
Fátima Ferreira, responsável pelo mercado da China, considera que o poder económico desta potência e a sua dimensão são fatores relevantes. «Um dos argumentos que nos diferencia da concorrência é o facto de sermos uma empresa vertical que nos permite reagir de uma forma mais célere, bem como apresentar produtos diferenciados, com elevado nível qualitativo. Também o cumprimento dos requisitos específicos do mercado, a flexibilidade nos processos desde o desenvolvimento até ao produto final são relevantes. O serviço continua a ser igualmente um fator competitivo que a Riopele oferece aos seus clientes na região», concluiu.






















Ricardo Costa 🥴
Apostar com China e Japão para o nosso produto onde dizem COMPRO O QUE É NOSSO e não é. É tudo Chinês produzir sweats em Barcelos hoje e tudo tecido Chinês vem tudo de MINDELO Vila do Conde 🙁🙁🙁🙁🙁🙁🙁 é o nosso triste Portugal
Assim como a entrada da nossa cidade ter de levar com três hipermercados E.Eleclec, Lidl, e agora mais uma vez com o Grupo Sonae Continente e não só Worten, Maxmat, Mo.
Gente triste deitam empresa a baixo para alugar terreno ao grupo Sonae
Quidado…