Famalicão: Programa das Festas Antoninas com maior orçamento de sempre

As Festas Antoninas deste ano terão um custo de 896.618,56 euros. O programa já é conhecido e vai ser votado esta quinta-feira em reunião de Câmara.

As maiores festas concelhias vão decorrer de 7 a 13 de junho, principalmente no centro da cidade, com um programa que junta música, desporto, religião, gastronomia. Acima de tudo, promete muita diversão, com muitas associações famalicenses envolvidas na organização dos eventos.

No que diz respeito às atrações musicais, destaque para o concerto de Tony Carreira (dia 9), que já tinha sido anunciado pela Cidade Hoje. Mas também atuam Buba Espinho (a fechar as festas), Banda Myllenium, Maria do Sameiro e Rui Vaz, Gil Cadeias, Sons do Minho, Wet Bed Gang, etc.

Uma das principais atrações populares são as marchas (infantis e de adultos), mas também a Descia Mais Louca, os Toninho´s, as cascatas, o festival de folclore, a música popular (cantadores ao desafio e tocadores de concertinas).

Relativamente a desporto, volta a realizar-se o Grande Prémio de Atletismo Bernardino Machado, a Caminhada Camiliana, o Raid Antoninas, a prova de columbofilia, o Famalicão Streetbasket, ainda o 1.º Grande Prémio de Atletismo do Gral.

A vertente religiosa tem uma forte presença com a tradicional missa solene, a procissão em honra de Santo António e a distribuição do pão. Este ano a capela de Santo António celebra 100 anos e haverá iniciativas para assinalar a efeméride.

Recorde-se que as Festas Antoninas são Património Cultural Imaterial de Portugal.

15 Comments

  1. Já diz o ditado “com papas e bolos se enganam os tolos” …

    Que tristeza a prioridade deste executivo ser “ludibriar e entreter” as pessoas quando há tanto que fazer em várias áreas.

  2. Não vale a pena sequer tentar ironizar. Vergonhoso, é a única palavra que me vem à mente.

  3. Para isso á dinheiro agora para arranjar as estradas não á dinheiro é uma pouca vergonha é o que é

  4. Inês Pinto Osório Olá, gosto do que você comenta na página do Facebook, mas ainda não somos amigos, já tentei várias vezes adicionar você como amigo no Facebook, mas não funciona. Você se importa em tentar do seu lado? Estarei mais interessado em uma boa amizade com você de forma sincera.. Se você está com raiva, desculpe meu comportamento. Bem, obrigado.,🌹🌷🌹

  5. Já não vou falar em buracos de estrada pois anda vergonhosa a nossa cidade… Está cada vez pior e se não se começar a pensar em arranjar as nacionais de acesso a cidade com o tempo serão necessários milhões e milhões de euros. Mas as festas são mais bonitas e enchem os olhos de todos os que pagam impostos…(Pelo menos deve ser o que acha o presidente)

  6. Se isso fosse investido no posto de saúde, no hospital ou em escolas, era algo muito vantajoso, em festas que em nada contribuem para o desenvolvimento social e local é gasto de dinheiro público desnecessário.

  7. Para o bolso do presidente vão 200.000€ só para planear a “grande” (minúscula e vergonhosa) festa 🤣🤣🤣

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Famalicão: Fim de semana de festa em Delães

A freguesia de Delães está em festa com as celebrações a Nossa Senhora das Candeias, cujo programa começa às 20h15 deste sábado, com eucaristia, seguida de procissão de velas, acompanhada pela Fanfarra do CNE; às 22h30, atua o grupo Pedra d´Água e, uma hora depois, os Zimbre Brass.

No domingo, às 11 horas, missa em honra de Nossa Senhora das Candeias, acompanhada pelo Grupo Coral de Delães; às 15h30, recitação do Terço e, trinta minutos depois, sai a procissão, acompanhada pela Banda Música de Riba de Ave.

Durante os dois dias de festas há vários espaços com artesãos, associações e gastronomia.

Famalicão: «Esta foi uma época de excelência do FC Famalicão»

Aconteça o que acontecer na noite deste sábado, no fecho da jornada 34, «esta foi uma época de excelência do FC Famalicão». Palavras de Hugo Oliveira, proferidas na antevisão ao jogo com o Alverca.

A equipa famalicense pode fechar a temporada com um histórico 5.º lugar, a maior pontuação de sempre e com a possibilidade de chegar a um lugar europeu. É neste contexto que o treinador quer fechar a época, mas se assim não for, não deixa de ser «uma época de excelência» que resulta, sublinha, «da junção de uma ideia e de uma ambição de dar mais um passo no projeto do Famalicão. Há uma equipa técnica que vive 24 horas por dia para isto e um conjunto de jogadores com muito talento».

E não se foco nos recordes, mas nos momentos «em que sentimos dificuldades e demos a volta. É isso que fica. A vida é muito mais do que o momento. Não importa se perdemos 5-0 e depois vamos bater-nos com o campeão nacional. Fomos extremamente consistentes e temos que valorizar isso».

Por isso, e quase sobre o fecho da temporada, há «um misto de emoções dentro do grupo». Hugo Oliveira já fala em saudade, «porque gostamos de trabalhar juntos e não queríamos que terminasse»; também fala do «orgulho, por tudo o que temos vindo a fazer esta época. Mas ainda há coisas importantes para fazer. Temos um jogo importante pela frente, há histórias para criar, desfrutar de mais um momento com os nossos adeptos, no nosso estádio, contra uma equipa que fez uma época fabulosa. Mas vamos ser iguais a nós próprios.”

Sobre o adversário, encontra bons jogadores e um bom treinador. «Talvez seja um dos melhores trabalhos da época. Vai trazer-nos problemas, mas olhamos muito para nós e para os problemas que o adversário nos possa criar. Será um bom espetáculo de futebol».

Famalicão: PCP questiona governo sobre lay-off na Coindu

A pretexto da implementação do Lay-off na empresa Coindu, o Partido Comunista Português questionou a Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social sobre o que se passa nesta empresa famalicense. Quer saber se o Governo tem conhecimento e acompanha o processo; se a empresa tem continuado a receber apoios públicos e quais os valores a que ascendem os mesmos; se tem conhecimento dos lucros obtidos pela unidade da empresa em Joane e dos resultados líquidos positivos; que medidas tomou o governo para garantir a defesa dos postos de trabalho e dos direitos dos trabalhadores, considerando a atribuição de apoios públicos a esta empresa; e que medidas tomará para defender «os interesses e os direitos dos trabalhadores implicados».

O PCP lamenta que sejam os trabalhadores a «parte fragilizada» de uma política que, diz o partido, «entre os lucros ou os postos de trabalho, opta pela primeira».

Lembra o PCP que a Coindu pretende colocar quase 500 trabalhadores em lay-off. A mesma empresa, recorda o partido, que em 2025 realizou dois despedimentos coletivos na unidade de Joane. A situação agrava-se, diz, porque «apesar dos despedimentos levados a cabo, a empresa terá continuado a receber apoios públicos até dezembro de 2025, designadamente fundos do PRR para um projeto de produção de «componentes e acessórios para veículos a motor, no valor total de 3 910 000 de euros».

Festa do título conquistado pelo FC Porto adia apresentação do livro de Salvador Coutinho

A apresentação do livro do escritor famalicenses, marcada para a tarde deste sábado, no Porto, na sede da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, foi adiada para o dia 6 de junho, às 16 horas, no mesmo local.

O adiamento tem como causa os festejos do Futebol Clube do Porto, pela conquista do título nacional de futebol, cujo ponto alto acontecerá na “Baixa” da Cidade Invicta.

O livro “Era uma vez uma história que não sabia contar-se” será apresentado pelo jornalista e professor universitário Carlos Magno.

Entretanto, no próximo dia 30, às 15 horas, a obra será apresentada na terra natal do autor, Espinho, na Biblioteca Municipal José Marmelo e Silva. Aqui, o diretor do Museu Municipal de Espinho, o historiador Armando Bouçon, abordará as ligações familiares de Salvador Coutinho a Espinho.

“Era uma vez uma história que não sabia contar-se” é o 18.º livro da carreira literária de Salvador Coutinho, o 11.º de originais de poesia; encontra-se à venda na livraria Fontenova, em Vila Nova de Famalicão, e no sítio da Elefante Editores (https://www.elefante-editores.net/).

Famalicão: Acidente de trabalho causa um ferido grave

Um homem, de 61 anos, foi atropelado por uma empilhadeira dentro das instalações da TMG, em Vale S. Cosme.

Segundo informações recolhidas, trata-se de um ferido grave que foi transportado para o hospital de Braga.

No local, para assistência e transporte da vítima, estiveram os BV Famalicenses.

O alerta para o acidente foi dado por voltas das 13h50.

Famalicão: CDU exige respostas sobre jornal “EFE”, Centro de Atletismo e Estádio Municipal

A CDU entregou, nos serviços da Assembleia Municipal, questões formais dirigidas ao Executivo, sobre a criação do jornal municipal “EFE” e acerca do processo relativo ao Centro de Atletismo e Estádio Municipal.

Tânia Silva, deputada da CDU, afirma que nas últimas sessões da Assembleia Municipal o presidente da Câmara não tem prestado esclarecimentos. A CDU considera que o comportamento do presidente representa uma desvalorização do papel fiscalizador da Assembleia Municipal e um empobrecimento do debate democrático.

No que respeita ao jornal “EFE”, a CDU solicita esclarecimentos concretos sobre o fundamento legal da publicação, os responsáveis pela linha editorial, os critérios de seleção de conteúdos, os encargos financeiros associados à produção e distribuição do jornal e os mecanismos existentes para garantir o cumprimento dos princípios da neutralidade, pluralismo e imparcialidade administrativa.

Já relativamente ao Centro de Atletismo, a CDU alerta para o risco de um projeto reivindicado há muitos anos pelos clubes, atletas e comunidade desportiva do concelho «acabar subordinado a lógicas de espetáculo, grandes eventos ou interesses externos ao desenvolvimento do desporto de base». São igualmente levantadas dúvidas sobre o modelo de gestão da infraestrutura, os critérios de acesso, o eventual peso de entidades externas na sua utilização e as garantias de prioridade para os clubes do concelho.

Relativamente ao Estádio Municipal, a CDU critica a sucessão de «anúncios, promessas e projeções públicas» feitas ao longo dos últimos anos «muitas delas em contexto pré-eleitoral», frisa, sem que existam «avanços concretos, transparentes e calendarizados relativamente à concretização do projeto».

Para a CDU, o processo cria falsas expectativas junto da população, dos atletas e das coletividades desportivas.