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O Certificado Digital Verde é para facilitar as viagens na Europa, permitindo escapar a quarentenas e testes à chegada para controlo da pandemia.
Não tem custos, será em papel mas também digital para poder ser mostrado através do telemóvel. Não é obrigatório tê-lo para viajar, mas facilita.
A intenção é que o sistema esteja a funcionar em pleno antes do verão, mas ainda terá de ser aprovado pelos 27 Estados-membros e pelo Parlamento Europeu.
Destina-se a todos os residentes da União Europeia, mesmo que nascidos noutros países. Os turistas estrangeiros também vão poder requerer o certificado, tendo para isso de apresentar provas de vacinação, testes ou recuperação da Covid-19.
A Comissão Europeia diz estar a trabalhar no sentido de o documento ser considerado, também, em outras regiões do globo.
O documento terá o nome, data de nascimento, número de identificação, data de emissão e três tipos de dados relacionados com a pandemia: ser vacinado, ter um teste negativo recente ou já ter ultrapassado a doença (neste caso com validade de 180 dias). A informação será apresentada em inglês e na língua do país de origem de cada cidadão.
No caso das vacinas, aquelas que estejam aprovadas pela Agência Europeia de Medicamentos, embora seja concedida a cada Estado-membro a liberdade para admitirem outras como válidas. Quanto aos testes, contam os PCR e os antigénios rápidos, mas não os realizados em casa, a título pessoal, até porque os certificados serão emitidos pelas autoridades de saúde.