Famalicão: Greve de professores e funcionários fecha várias escolas do concelho

A greve nacional de professores e não docentes, desta sexta-feira, convocada pelo Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop), encerrou várias escolas de Famalicão. Na cidade, as escolas sede dos agrupamentos Camilo Castelo Branco e D. Sancho estão fechadas, bem como a Júlio Brandão e a dr. Nuno Simões.

Do que foi possível apurar, também o Agrupamento Terras do Ave (Pedome) está sem aulas. A Benjamim Salgado e a Bernardino Machado, em Joane, e o Agrupamento de Gondifelos estão a lecionar.

Entre as principais reivindicações para esta greve estão aumentos salariais mínimos de 120 euros, avaliação sem quotas, formação gratuita em horário laboral e uma gestão escolar mais democrática.

A paralisação visa também alertar para o impacto negativo da municipalização na educação, especialmente nas condições de trabalho dos assistentes operacionais, com pedidos de redução de alunos por assistente e a criação de uma carreira específica.

Greve: Escolas podem não abrir esta sexta-feira

O Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop) convocou uma greve nacional de professores e não docentes para esta sexta-feira.

Entre as principais reivindicações estão aumentos salariais mínimos de 120 euros, avaliação sem quotas, formação gratuita em horário laboral e uma gestão escolar mais democrática.

A paralisação visa também alertar para o impacto negativo da municipalização na educação, especialmente nas condições de trabalho dos assistentes operacionais, com pedidos de redução de alunos por assistente e a criação de uma carreira específica.

Famalicão: Pedro Carreira é o rosto da Continental e da Região Empreendedora Europeia

Pedro Carreira também é rosto de Famalicão Região Empreendedora Europeia (EER) pelo seu contributo que coloca Vila Nova de Famalicão como uma das maiores e mais pujantes economias do país.

É presidente do Conselho de Administração da Continental Mabor e membro da gestão de outras empresas do Grupo Continental em Portugal. Em 1988 ingressou na Mabor – Manufactura Nacional de Borracha, em Lousado, como estagiário do Departamento Químico e no mesmo ano integrou a nova empresa Continental Mabor. Desenvolveu várias funções de gestão e assumiu a direção da produção de pneus ligeiros em 2003. Mais tarde foi nomeado diretor geral da fábrica de pneus ligeiros e comerciais pesados da Continental no Brasil construída de raiz e, em 2010, começa a desempenhar funções, enquanto diretor geral da fábrica da Continental na Roménia. Regressou ao ponto de partida, em 2013 para assumir a direção do projeto da Continental em Lousado.

«Sou muito feliz a fazer o que faço» é a resposta pronta sobre o seu percurso na empresa. Acrescenta que é um afortunado por ter «encontrado sempre as pessoas certas e ter o alinhamento das chefias e de toda uma equipa para concretizar os desafios» que, com a sua liderança, levaram a mega fábrica de Lousado a liderar o grupo em volume de produção e a número um, por seis anos seguidos, na produção de pneus ligeiros. «Ainda nenhuma fábrica conseguiu repetir a façanha», relata. A este reconhecimento acresce o investimento da empresa alemã em Famalicão.

Estas são algumas das razões que levaram o presidente da Câmara de Famalicão, Mário Passos, à Continental, para um reconhecimento a Pedro Carreira como um dos “Rostos de Famalicão Região Empreendedora Europeia”.

Na atualidade, a empresa tem cerca de 3 mil trabalhadores e a estratégia de investimentos (cerca de 200 milhões de euros nos últimos anos) tem sido feita em equipamentos, na automatização, em novos armazéns e nos recursos humanos. É propósito continuar a investir «na transformação digital e estamos a investir quase 100 milhões de euros em automação até 2026, em projetos de inovação e novas tecnologias». A sustentabilidade é outra parte do investimento estrutural, pela instalação de painéis solares e fachadas de aproveitamento de energia.

O reconhecimento é partilhado com os colaboradores porque, aponta, o capital humano é uma das chaves do crescimento; também o é o planeamento e a localização da fábrica de Lousado. Realça que a proximidade a várias universidades «permite-nos recrutar recursos de qualidade. E essa é uma vantagem brutal».

Mário Passos elogiou a gestão e a dinâmica da Continental, apontando-a como um exemplo do Famalicão Made IN, «de uma unidade vocacionada para produção que soube, também, transformar-se numa fábrica de desenvolvimento, no Created IN. É permanente o investimento, o desenvolvimento e há constantes desafios a que a empresa tem respondido».

A empresa de Lousado é uma das maiores exportadoras de Portugal, com uma posição sólida nos mercados internacionais. Produz pneus para carros ligeiros de passageiros, com uma produção anual de cerca de 19 milhões de pneus. Nos últimos anos, a Continental investiu em Lousado cerca de mil milhões de euros para aumentar a capacidade de produção, expandir a produção de pneus de alta performance e aumentar a produção de pneus agrícolas e Off-The-Road.

A Continental foi reconhecida, este ano, pela revista norte-americana Time e pela plataforma global de gestão de dados e inteligência empresarial Statista como uma das 500 empresas mais sustentáveis do mundo em 2024, pela redução das emissões poluentes, pelo consumo eficiente de energia e aumento do uso de energias renováveis. É objetivo utilizar mais de 40% de materiais renováveis e reciclados nos seus pneus até 2030 e de se tornar totalmente neutra em termos de carbono até 2050.

Trofa recebe exposição itinerante da Universidade do Minho

A exposição itinerante da Universidade do Minho, intitulada “50 Anos a Reinventar a Educação e o Conhecimento”, vai para a Trofa. A inauguração é esta sexta-feira, 15 de novembro, às 17 horas, na Praça do Município. Esta é mais uma das atividades do programa de comemorações dos 26 anos do concelho da Trofa, que decorrem até dia 19 de novembro.

O objetivo desta exposição itinerante é apresentar ao público o percurso da Universidade do Minho desde a sua fundação em 1973, explorando o seu impacto na educação superior e na investigação científica, tanto em Portugal como internacionalmente.

Integrada no cinquentenário da instituição, a exposição tem elementos multimédia e peças informativas, ilustrando a diversidade das 12 unidades de ensino e investigação da UMinho, que incluem as Escolas de Arquitetura, Arte e Design; Ciências; Direito; Economia e Gestão; Engenharia; Letras, Artes e Ciências Humanas; Medicina; Psicologia; Enfermagem; e os Institutos de Ciências Sociais, de Educação e de Investigação em Biomateriais.