Famalicão: Carrinhos de rolamentos vão descer até ao moinho de S. Marçal

A terceira corrida de carrinhos de rolamentos, em Esmeriz, realiza-se na tarde do próximo domingo, entre as 14 e as 17 horas.

Esta é uma iniciativa do agrupamento de escuteiros. A prova decorrerá desde o início da rua António Barreira até ao moinho de S. Marçal, pelo que a via estará encerrada ao trânsito enquanto decorrer a “competição”.

Neste mesmo dia decorre, ainda, a atividade convívio com os pais dos escuteiros, que começa com um desfile, seguindo-se a eucaristia e, depois, o almoço convívio.

Trio estrangeiro assalta banco na Trofa

Uma das dependência da Caixa Geral de Depósitos na Trofa foi assaltada por um trio de estrangeiros, por volta das 12h30 desta quinta-feira.

Segundo avança O Notícias da Trofa, o grupo terá criado “uma manobra de diversão para conseguir chegar ao caixa”. Enquanto dois elementos fingiam estar com problemas na caixa de multibanco, de forma a atrair o funcionário para o local, um terceiro homem terá conseguido aceder ao caixa e levar todo o dinheiro que lá se encontrava.

Foi um cliente que deu conta do crime e alertou o funcionário, no entanto, o grupo conseguiu escapar de forma apeada.

A mesma publicação adianta que para o local foi acionada a GNR e PJ.

Famalicão: A 22 de junho, comunidade LGBTQIAP+ sai à rua pelo terceiro ano consecutivo

Anteriormente, a iniciativa acontecia em setembro mas, este ano, a marcha do Orgulho LGBTQI+ sai à rua na tarde do dia 22 de junho, a partir das 15 horas, da Praça D. Maria II.

Diogo Barros, porta-voz da Humanamente e da comissão organizadora da marcha, anunciou a nova data em comunicado enviado à imprensa, assumindo que alteração visa «reforçar e mobilizar mais pessoas para a iniciativa» que visa alertar para os direitos das pessoas LGBTQIAP+ e para os Direitos Humanos.

O jovem ativista famalicense acredita que este ano, «mais do que nunca», é importante sair à rua, «com mais força e mais barulho» por causa da «ascensão alarmante da extrema-direita». Diogo pede, assim, «uma grande mobilização popular por parte da comunidade Queer e aliados, a fim de dar uma resposta clara contra a ascensão da violência LGBTQI+ que se tem registado em Portugal e na Europa».

Famalicão: Continental caminha para a produção neutra em dióxido de carbono com a ajuda de uma caldeira inovadora

A produção neutra em CO2 está em teste na mega fábrica em Lousado, através de uma caldeira elétrica inovadora capaz de gerar vapor a partir de eletricidade verde em substituição de gás. Com este dispositivo, até 2040, o mais tardar, a Continental pretende mudar a produção em todas as fábricas de pneus, incluindo a de Lousado onde, desde este ano, já produz pneus neutros em termos de CO2. O fabricante deu, assim, um passo importante rumo ao seu objetivo de produção completamente neutra em dióxido de carbono. Este objetivo é possível pela geração de vapor através da caldeira inovadora.

Em nota de imprensa, a multinacional refere que já utiliza energia solar proveniente de painéis fotovoltaicos e eletricidade renovável da rede elétrica para a geração de vapor. Anteriormente, o gás natural era utilizado como única fonte de energia para a geração de vapor na fábrica de pneus de Lousado.

A entrada em funcionamento da nossa caldeira elétrica a vapor em Lousado é o início de uma emocionante curva de aprendizagem

Em Lousado, «estamos a demonstrar que mesmo as fábricas de pneus de grandes dimensões podem atingir uma produção neutra em termos de CO2. Para isso, a disponibilidade de fontes de energia renováveis a preços competitivos é crucial», explicou Bernhard Trilken, responsável pela unidade de negócios de Manufatura e Logística. Acrescenta que está em curso a preparação «de todas as nossas fábricas para que possam utilizar o máximo possível de energia renovável. A entrada em funcionamento da nossa caldeira elétrica a vapor em Lousado é o início de uma emocionante curva de aprendizagem».

A nova caldeira elétrica a vapor converte energia solar e outra eletricidade verde em vapor quase sem perdas. No entanto, uma caldeira a gás convencional continua disponível, permitindo à Continental reagir às oscilações das energias renováveis e a outros fatores ambientais. «A nossa unidade em Lousado beneficia do facto de o sol brilhar com frequência. Isto permite-nos alcançar uma produção de pneus usando totalmente energia elétrica e neutra em CO2 sempre que possível», afirmou Pedro Carreira.

O presidente do Conselho de Administração da Continental Mabor em Lousado, sinaliza, ainda, que «todas as fábricas de pneus da Continental estão a trabalhar muito para tornar a produção cada vez mais sustentável e energeticamente eficiente». Em Lousado, frisa, «o sol aquece-nos em média sete horas por dia. No inverno, a média é de quatro horas. Para efeitos de comparação: em Berlim, o sol brilha apenas 1,8 horas por dia no inverno».

Com uma capacidade de produção anual de 18 milhões de pneus, a unidade sediada no concelho de Famalicão, é na atualidade uma mega fábrica com uma longa história, mas orientada para o futuro . Além do UltraContact NXT, o pneu de série mais sustentável até à data, são produzidos em Lousado pneus para automóveis, para máquinas agrícolas e fora de estrada.

Com mais de 30 anos de história em Portugal, a Continental é um parceiro confiável que valoriza a sua história e está comprometido com a inovação tanto no fabrico de pneus como na tecnologia automotiva.

Como resultado de muitos anos de trabalho e investimento, a Continental Tires alcançou uma posição de liderança no setor no que diz respeito ao consumo de energia por tonelada de pneus produzidos, em comparação com a média do setor. Só em 2023, o setor de Pneus da Continental reduziu as suas necessidades anuais de energia em 150 gigawatts-hora – equivalente ao fornecimento médio anual de eletricidade de 12.500 residências unifamiliares – graças a 160 projetos de poupança de energia.

A ambição da Continental Tires até 2030 é reduzir o seu consumo de energia em 20 por cento em relação a 2018, prosseguindo o objetivo de produção, com impacto neutro no clima, até 2040. Desde o final de 2020, a eletricidade que a empresa compra para todas as unidades do mundo já provém de fontes de energia renováveis e é neutra para o clima. Para este efeito, são obtidas garantias de origem de acordo com os critérios da Iniciativa global RE100.