Famalicão: Léo Realpe quer regressar de Barcelos com a vitória (c/vídeo)

O defesa central fez, esta sexta-feira, a antevisão ao jogo entre Gil Vicente FC e Futebol Clube de Famalicão. Para a partida da 20.ª jornada da Liga Portugal Betclic, agendada para as 15h30 deste domingo, no Estádio Cidade de Barcelos, Léo Realpe diz que o grupo «está confiante». Confere que a semana de trabalho correu «bem» e que o encontro com os gilistas «é encarado como todos os outros». Antecipa dificuldades – «é assim em todos os jogos» – mas destaca a «ambição de trazer os três pontos para casa».

Léo Realpe, que esta época já participou em 16 jogos e marcou um golo, tem alternado (poucas vezes) no centro da defesa com outros companheiros. O jogador encara como positiva esta “rotatividade” «porque nos mantém sempre em competição».

Pessoalmente, considera que «foi muito bom vir para o Famalicão, um clube que quer sempre evoluir, crescer, tal como eu».

Para o jogo com o Gil Vicente, pede a presença dos adeptos. «É bom que estejam, como sempre, connosco e compareçam em Barcelos para nos dar força».

Famalicão: Seguro com apoio de diversas personalidades famalicenses

A candidatura de António José Seguro conta com apoio de personalidades famalicenses como o antigo presidente de Câmara, Armindo Costa, o empresário Carlos Vieira de Castro, o professor universitário João Cerejeira, a advogada Margarida Malvar, o fadista Joaquim Macedo, o presidente de Junta de Ribeirão Leonel Rocha.

A Comissão Concelhia de Apoio a António José Seguro manifesta o seu «regozijo» pela «onda crescente de simpatia» que o candidato vencedor da primeira volta das eleições presidenciais «continua a suscitar por todo o concelho».

Para Artur Lopes, presidente da Comissão Concelhia de Apoio, estes nomes traduzem «abrangência democrática» e «reconhecimento pela qualidade pessoal e política» do candidato. Na sua opinião, prova que «as pessoas não são insensíveis aos seus valores éticos, à forma de estar na vida política e ao amor à verdade, ao seu posicionamento institucional e à sua moderação», salienta.

Estes cidadãos famalicenses foram convidados para o debate sobre “O Presidente da República e os desafios de Portugal no atual contexto europeu” que se realizará na próxima quarta-feira, 4 de fevereiro, no auditório da Fundação Cupertino de Miranda, com início às 18 horas. Serão oradores o eurodeputado Francisco Assis e o famalicense João Cerejeira, professor da Universidade do Minho.

A Comissão Concelhia de apoio revela que esta será a principal iniciativa de campanha de Seguro no concelho nesta segunda volta das presidenciais. Para Artur Lopes, o objetivo da mesma é «manter uma dinâmica de diálogo com a sociedade e de contacto direto com os cidadãos» e «criar um espaço de reflexão sobre aquilo que, no atual quadro europeu e mundial, podemos esperar de um presidente com o perfil institucionalista, o sentido de Estado, a experiência internacional e a mundividência», de António José Seguro.

Recorde-se que, na primeira volta, Seguro venceu em Famalicão (em 35 das 39 freguesias), com 25.504 dos votos, o equivalente a 30,98% dos votos expressos. André Ventura foi segundo e conquistou 18.311 votos (22,25%).

Famalicão: «Didáxis, mais do que uma escola»

Cinquenta anos depois do rastilho que deu origem a este grande projeto educativo, que marcou gerações de pessoas e toda uma região, a Didáxis continua a apostar nos mesmos valores. José Lopes, presidente do conselho de administração, explica que «há uma articulação entre exigência académica e formação humana». Por isso, a definição perfeita «é que a Didáxis é mais do que uma escola».

Atualmente, a Didáxis tem dois projetos diferenciadores: o Colégio, com ensino privado do 1.º ano ao 12.º ano, e tem a Escola Profissional, com vários cursos.

Relativamente ao Colégio, que tem centenas de alunos, o projeto será consolidado com a abertura (em princípio em 2027) das valências de creche e de jardim de infância. Com este projeto para a infância, a Didáxis passará a ter todos os níveis educativos.

O Ensino Profissional mantém a oferta dos anos anteriores, com vários cursos de referência. Mas esta oferta formativa vai melhorar com a abertura de um Centro Tecnológico Especializado (CTE), cujas obras terminam em final de março. Quer dizer que os cursos de Cozinha e Restauração e o de Mecatrónica Automóvel «vai ficar com equipamento de topo, o que vai proporcionar aos nossos alunos uma formação cada vez mais de excelência», salienta José Lopes que preside ao Conselho de Administração, com Paula Pereira e Carla Andreia.

Um novo Centro Tecnológico Especializado (CTE) na área industrial

Além dos bons espaços e equipamentos, o presidente do conselho de administração da Didáxis realça a importância dos parceiros para uma boa formação profissional. «Ouvimos as empresas e procurámos ir ao encontro daquilo que elas precisam», afirma.

Para os alunos, os estágios são períodos para teste de conhecimentos, para reforço da aprendizagem, de entrosamento com o mundo profissional e de crescimento pessoal. Por exemplo, «vamos ter alunos da área de Cozinha e Restauração em estágios na Itália e na Turquia», revela.

Escola tem transporte próprio

Como diz a presidente da Associação de Estudantes, Frederica Azevedo, «as instalações são perfeitas». Algo que José Lopes concorda na totalidade. «Todos os anos investimos muito nas salas de aula e em tecnologia de última geração, para que os nossos alunos e os nossos professores possam atingir a excelência. É uma premissa do conselho de administração e da direção pedagógica. Todos os anos fazemos essa atualização para acompanharmos a evolução», realça.

Outra mais-valia da Didáxis é o transporte próprio, o que lhe permite ter alunos de vários pontos geográficos, beneficiando também da boa localização.

A Escola tem, também, alunos do outro lado do mundo, mais propriamente de Timor Leste, através de uma parceria com uma instituição daquele país. Segundo o presidente do conselho de administração, a experiência está a ser positiva, de tal forma que espera no futuro ter mais alunos daquele país.

Didáxis foi resiliente e teve capacidade de se reinventar

A Didáxis atravessa continentes, mas foi preciso muita «resiliência e capacidade de reinvenção», refere José Lopes, para resistir aos problemas do fim do contrato de associação, imposto pelo Governo, em 2016, que obrigou a Didáxis a procurar outros caminhos. «Foi a experiência adquirida ao longo destes 50 anos que nos deu a sabedoria para respondermos às exigências deste tempo; foi pela observância dos valores humanistas que tivemos capacidade de crescer. Não só resistimos como nos reinventamos, para hoje estarmos aqui com muita confiança, capacidade de inovação permanente, com projetos, a crescer de forma sustentada. É um ADN próprio que muito nos orgulha», menciona.

O presidente do conselho de administração da Didáxis revela que a Escola está disponível e tem capacidade para absorver mais alunos, se o Governo voltar a implementar os contratos de associação com estabelecimentos de ensino privados e cooperativos. Aliás, considera que na zona de Riba de Ave «é fundamental» que exista ensino secundário de caraterísticas públicas para que os encarregados de educação não tenham que levar os alunos para fora do concelho. «Podiam perfeitamente estar cá. Temos condições para isso, experiência de muitos anos, bons recursos humanos, e uma forte ligação à comunidade», destaca.

Precisamente, a comunidade de Riba de Ave ressentiu-se com o fim dos contratos de associação. O impacto foi imenso, até do ponto de vista humano e populacional. Mas, a Didáxis, nas palavras de José Lopes, continua de braços abertos para a sua comunidade. A prova é que cede alguns dos seus espaços (campo sintético, sala de organização de eventos, pavilhão, sala de dança, espaço do refeitório) para iniciativas diversas.

 

Tarifas de Trump terão mais impacto nas empresas do Norte

Segundo um estudo da Universidade do Porto, para a Associação Comercial do Porto, o Norte será a região de Portugal mais afetada pela guerra comercial desencadeada pela administração Trump. Desde logo, com uma possibilidade de quebra de 3.300 empregos, impacto negativo na produção de 300 milhões de euros e de 45% ao nível do valor acrescentado bruto.

Por isso, a Associação Comercial do Porto pede a atenção do Governo português para este problema, nomeadamente para os impactos regionais assimétricos, especialmente para o Norte. Sugere apoios públicos seletivos aos setores mais expostos às tarifas, como eliminação da derrama.

Por outro lado, aponta que as empresas devem procurar diversificar os seus mercados. Incentiva ainda à inovação, diferenciação, modernização tecnológica e digitalização para aumentar a competitividade.

O documento, divulgado pela Lusa, explica que a região Norte será mais afetada pela concentração de uma parte relevante de atividades que sofrerão com as tarifas, excetuando os produtos petrolíferos e derivados.

Segundo Nuno Botelho, presidente da Associação Comercial do Porto, o estudo confirma «o que muitas empresas já começaram a sentir no terreno, designadamente que a crescente instabilidade do comércio internacional tem efeitos assimétricos e penaliza de forma particular regiões com forte base industrial e exportadora».

A investigação Alterações Geopolíticas e Guerra Comercial – Cenários, Impactos e Recomendações na Política será apresentada na tarde de segunda-feira, às 15 horas, no Palácio da Bolsa, no Porto.

Famalicão: Miks Babris já não é jogador da equipa de futsal

O FC Famalicão e Miks Babris rescindiram, por mútuo acordo, a ligação contratual. O jogador de futsal chegou ao clube esta época, pelo qual cumpriu 16 jogos e marcou dois golos.

O jogador, que pelo seu país (Letónia) já cumpriu cinco internacionalizações, está livre para assumir um novo projeto desportivo.

O FC Famalicão, na despedida, agradece «toda a dedicação com a nossa camisola».

Famalicão: Miguel Fidalgo participou em palestra no Brasil sobre juventude e política

No dia 25 de janeiro, Miguel Fidalgo, deputado municipal famalicense eleito pela Iniciativa Liberal, participou numa sessão promovida pela Juventude Livre do Brasil, sobre o tema “Qual o papel da juventude na construção de um futuro livre?”.

A sessão, que decorreu online e com transmissão nas redes sociais, centrou atenção no papel das novas gerações na ocupação de espaços de decisão, na participação na vida pública e na defesa de valores de liberdade política e cívica, promovendo uma troca de perspetivas entre Portugal e Brasil.

Miguel Fidalgo falou do impacto de entrar na política jovem e em funções de liderança. Contou que enfrentou críticas e ruído acrescido por ser cabeça de lista e um dos mais jovens candidatos, numa campanha que classificou como exigente por «mexer com interesses» e por disputar espaço a forças instaladas no poder local. O autarca defendeu que o foco deve estar no trabalho institucional e em propostas concretas.

Ao longo da sessão, Miguel Fidalgo sublinhou a necessidade de um Estado mais eficiente, com serviços públicos que respondam melhor e mais depressa, e de condições que permitam aos jovens estudar, trabalhar e construir projeto de vida «sem obstáculos excessivos».

A sessão terminou com espaço para perguntas e interação com os participantes, mantendo o enfoque na mensagem de que a juventude deve passar «do comentário à participação», envolvendo-se em associações, projetos cívicos e, quando necessário, em candidaturas e estruturas de decisão.