Famalicão: Catarina Mourão e João Canijo regressam ao Observatório de Cinema

Os realizadores Catarina Mourão e João Canijo estarão presentes no episódio 7.3 do CLose Up, marcado para os dias 19 e 20 de maio. Destaque para a produção portuguesa, para o encerramento do integral dedicado a Catarina Mourão e para o díptico de João Canijo, recentemente premiado no Festival de Berlim.

Catarina Mourão (estará presente nas sessões de Pelas Sombras e À Flor da Pele)

Estudou Música, Direito e Cinema (Mestrado na Universidade de Bristol e Doutoramento pela Universidade de Edimburgo, bolseira da FCT em ambos). Em 2000, cria com Catarina Alves Costa a “Laranja Azul”, produtora independente de cinema. É neste contexto que realiza os seus filmes que têm sido sempre premiados e exibidos em festivais internacionais. O Close-up dedicou, neste 7.º episódio, à cineasta um integral da sua obra.

João Canijo (estará presente na sessão de Mal Viver)

Iniciou-se no cinema nos anos 80, tendo sido assistente de realização de Manoel de Oliveira, Wim Wenders, Alain Tanner ou Werner Schroeter. Três Menos Eu (1988) foi a sua primeira longa-metragem, entretanto seleccionada para o Festival de Roterdão daquele ano. Os seus mais recentes filmes, “Mal Viver” e “Viver Mal”, estrearam no Festival de Cinema de Berlim, onde o realizador foi premiado com o Urso de Prata de Melhor Realizador.

Os filmes do Close Up

No dia 19 de maio, às 14h30, no pequeno auditório, “Pelas Sombras”, de Catarina Mourão (sessão para escolas, 3.º ciclo e secundário, com a presença da realizadora); às 21h30, no Pequeno Auditório, “Mal Viver”, de João Canijo (com a presença do realizador)

20 de maio, às 15h30, no Pequeno Auditório, “Viver Mal”, de João Canijo; às 17h30, no Pequeno Auditório, “À Flor da Pele”, de Catarina Mourão (com a presença da realizadora)

Famalicão: Majestosa procissão em honra de Nossa Senhora dos Remédios e Almas na tarde de domingo

As festividades em honra de Nossa Senhora dos Remédios e Almas estão a decorrer, até domingo, na paróquia de Calendário.

A responsabilidade destas populares festividades está a cargo da Confraria de Nossa Senhora dos Remédios e Almas de Calendário, atualmente com Mesa na Cal e Outeiro, que definiu o programa festivo. Até sexta-feira, diariamente no salão paroquial, às 21 horas, há recitação do terço, seguida de eucaristia com reflexão.
No sábado, a partir das 9 horas, arruada pela freguesia, a anunciar a festa; no salão paroquial, das 10 às 11 horas, há confissões; às 21 horas, no Largo do Outeiro, recitação do terço e saída da procissão, acompanhada pelo CNE-291, que segue pelas ruas do Outeiro, Dr. Alberto Sampaio, Rorigo, Padre Zeferino José Sampaio, rua de São Julião, até ao salão paroquial; pelas 22h15, há música com a Banda Myllenium e pelas 00h15 grandiosa sessão de fogo de artifício.
No domingo, às 8h30, missa dominical; 9 horas, entrada da Banda de Música de Famalicão; às 11 horas celebra-se a missa de festa, solenizada pelo grupo Trio Mezzo. De tarde, pelas 16 horas, concerto da Banda de Música de Famalicão, que volta a atuar antes do final da festa; às 16h30 recitação do terço; pelas 17 horas, saída da majestosa procissão em honra de Nossa Senhora dos Remédios e Almas, com vários andores e figuras alegóricas, que será acompanhada pelo CNE-291 e pela referida Banda de Música, no percurso habitual; pelas 19h30, o sorteio das rifas e encerramento das festividades.

Famalicão: Procissão a Nossa Senhora de Fátima na noite de sexta-feira

A procissão em honra de Nossa Senhora de Fátima, momento de grande tradição e de fé, decorre na noite desta sexta-feira, a partir das 21h30, da Antiga Matriz, seguindo um percurso que tem como pontos altos a receção no quartel dos Bombeiros Voluntários Famalicenses, a paragem em frente ao hospital e a descida na Rua Direita.

Depois da saída da Igreja Matriz Antiga, a procissão segue pela Rua de Santo António, Rua Adriano Pinto Basto, Rua Narciso Ferreira, Rua S. João de Deus, Rua António Carvalho Faria (BV Famalicenses), Rua Ana Plácido, Rua Cupertino de Miranda (paragem em frente ao hospital), Rua Álvaro de Castelões, Rua Francisco Alves, Rua Direita, Praça 9 de Abril e regresso ao local de partida.
Acompanhada por centenas de fiéis, a luz das velas que cada participante leva consigo e as milhares que são colocadas nas janelas dos edifícios dão uma cor muito singular a esta procissão que caminha, em grande parte do percurso, por belos tapetes de flores.

Famalicão: Lobitos do Agrupamento de Santo Adrião visitam museu do CNE

No dia 6 de maio, quinze lobitos, dois chefes e dois aspirantes a chefe do agrupamento 206 Santo Adrião de Vila Nova de Famalicão foram até Lisboa conhecer o museu do CNE, “dormir” com os tubarões no Oceanário de Lisboa e andar de teleférico.

Durante estes dois dias, tiveram a oportunidade de viajar pela história do CNE, conhecer as diferentes fardas e lenços, e perceber um pouco o impacto que têm em serem escuteiros; conhecer a beleza dos quatro habitats marinhos que criaram a ilusão que estavam num só oceano; puderam conhecer um tubarão touro, pinguins de Magalhães, lontras marinhas, peixe-lua e os famosos Nemo e Dory. Para acabar o fim de semana em grande, tiveram direito a um passeio teleférico onde puderam desfrutar da incrível vista panorâmica.

Depois de um grande fim de semana foi altura de voltar para casa e contar a grande caçada que tiveram. Pois para muitos lobitos, está foi a primeira vez que viajaram para longe e dormiram fora de casa.

 

Famalicão: CDU pede informações à Câmara sobre construção de muro em Joane

A CDU está preocupada com a construção de um muro junto ao Ribeiro de Cortinhas, nas traseiras das instalações da feira de Joane.

Em comunicado, a CDU recorda que a lei diz que a ocupação do domínio hídrico tem que prever o livre exercício da servidão marginal, que tem de estar livre de quaisquer construções, incluindo muros e vedações. Para o cumprimento destes critérios é necessário que pelo menos 5 metros a partir do leito fiquem livres.

Por isso, o grupo municipal da CDU, de que faz parte Tânia Silva, solicitou informações ao município, para saber se a Câmara acompanhou o processo de licenciamento; se a obra cumpre a lei referente à afetação do domínio público; e, se sim, quando foi feita a fiscalização.

Segundo as informações recolhidas pela CDU, a construção deste muro será parte do alargamento de uma empresa já instalada.

Depois de alertado pela população, este grupo municipal foi ao local e garante ter constatado «que atrás das estruturas da feira não são cumpridos os 5 metros de distância do leito do Ribeiro, situação que pode, num futuro próximo, trazer graves problemas de cheias no local, causando prejuízos elevados. Cheias que já são habituais, segundo a população.

Para que ninguém saia prejudicado, inclusive o promotor da obra, com possíveis prejuízos provocados pelas intempéries cada vez mais frequentes, é necessário fiscalização e acompanhamento próximo da evolução da obra».

Famalicão: Raias Poéticas de 25 a 27 de maio

De 25 e 27 de maio, a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão e a Casa do Artista Amador, na freguesia do Louro, recebem a 12.ª edição das Raias Poéticas: Afluentes Ibero-Afro-Americanos de Arte e Pensamento. O evento é organizado pela Associação Raias Poéticas, tem curadoria de Luís Serguilha, e conta com o apoio do Município.

As Raias Poéticas arrancam no dia 25, com ‘Raias Rítmicas’, na Casa do Artista Amador, pelas 21 horas, com Maria Fátima Cardoso e Orlando Alves, seguido de ‘A duração na LEITURA’, com Pedro Telmo Araújo, Raquel Patriarca e Minês Castanheira, e ‘Árvores e Outras Espécies de Verso’, também com as duas últimas.

O dia 26 é na Casa das Artes, com ‘LIMIAR 2’, pelas 17h00, com o presidente da Câmara Municipal, Mário Passos, do diretor do teatro municipal, Álvaro Santos, e do curador de arte, poeta e ensaísta, Luís Serguilha.

Estes encontros também contemplam as ‘Raias Sonoras’ e ‘Dobra de Pensamento’, com investigadores e artistas nacionais e internacionais, ao longo dos dias 26 e 27 de maio, na Casa das Artes.

Toda a programação pode ser consultada em www.famalicao.pt/12o-edicao-das-raias-poeticas-afluentes-ibero-americanos-de-arte-e-pensamento