Famalicense João Pinheiro volta a ser o melhor árbitro português na época 2021/22

Presente em 35 jogos oficiais, incluindo 20 da I Liga portuguesa, quatro da Taça de Portugal e a Supertaça, em que o Sporting derrotou o Sporting de Braga (2-1), o ‘juiz’, de 34 anos, concluiu a época com a nota final de 9,385, atribuída pela secção de classificações do CA da FPF.

O internacional de Vila Nova de Famalicão encabeça a tabela da categoria principal de árbitros masculinos (C1), em que Nuno Almeida, da Associação de Futebol do Algarve, e o internacional Artur Soares Dias, da Associação de Futebol do Porto, completaram o pódio.

Os dois árbitros mantiveram as posições face à temporada 2020/21, com o portuense Artur Soares Dias a ser segundo com 9,318, enquanto o algarvio Nuno Almeida foi terceiro, com uma nota de 9,326.

O CA revelou ainda que o árbitro Bruno Costa, da Associação de Futebol de Viana do Castelo, foi o primeiro classificado da segunda categoria profissional e subiu à categoria principal, tal como Ricardo Baixinho, segundo classificado, e Carlos Macedo, terceiro.

O órgão da FPF avançou também que o número de árbitros na primeira categoria sobe de 20 para 21 na época 2022/23, conhecendo-se os ‘nomes’ que descem à segunda categoria no início de julho.

O árbitro Luciano Maia foi o primeiro classificado na categoria principal de árbitros assistentes masculinos, enquanto a internacional Sandra Bastos foi considerada a melhor árbitra na categoria feminina, informou ainda o CA da FPF.

Região Norte abre hoje época balnear, mas faltam nadadores-salvadores

Segundo a portaria publicada em 05 de maio em Diário da República (DR), nas praias costeiras do Norte (entre Caminha e Espinho), a época balnear decorre até 11 de setembro.

Já nas praias fluviais, a época balnear arranca de forma faseada, começando hoje nos concelhos de Vila Nova de Cerveira e Ponte da Barca (distrito de Viana), Braga, Vila Verde e Póvoa de Lanhoso (Braga) e Gondomar (Porto). Sábado é a vez das praias fluviais de Cabeceiras de Basto e Terras de Bouro (Braga) e Vinhais (Bragança) abrirem aos banhistas que, se optarem por Vieira do Minho (Braga) terão de aguardar por dia 15.

A 16 de junho abrem Arouca (Aveiro), Macedo de Cavaleiros (Bragança) e Valpaços (Vila Real), a 17 abre Marco de Canaveses (Porto) e para 01 e 02 e de julho ficam Caminha (Viana do Castelo), Castro Daire (Viseu), Fafe (Porto), Freixo de Espada a Cinta (Bragança), Mirandela (Bragança) e Sabugal (Guarda).

Nos rios, o fim da época balnear varia entre 28 de agosto em Arcos de Valdevez (Viana do Castelo) e 18 de setembro em Arouca (Aveiro) e Gondomar (Porto).

Ao todo, são 22 os municípios do Norte com praias fluviais, sendo que Caminha, com uma fluvial e cinco costeiras, é o único com dupla oferta.

Vila Nova de Gaia, com 24, Póvoa de Varzim (21), Vila do Conde (20) e Matosinhos (18), todos no distrito do Porto, são os concelhos que mais praias costeiras abriram aos veraneantes, enquanto a opção pelos rios encontra maior disponibilidade no Sabugal (5), Mirandela (4) e Braga e Macedo de Cavaleiros, ambas com três.

Faltam nadadores salvadores

Uma parte “substancial” das praias do Norte que hoje iniciam a época balnear não tem concluído o processo de contratação de nadadores-salvadores, revelou à Lusa o comandante da Capitania do Douro e Leixões, Silva Rocha.

As praias do Norte do país abrem hoje a época balnear sem estarem reunidas as condições de segurança para os banhistas em todas, admitiu o novo comandante da capitania que, contudo, disse tratar-se de uma “situação pontual” nestes primeiros dias.

Recordando que, “fruto da transferência de competências, passou a caber aos municípios a gestão das praias, bem como velar pela sua segurança, a que acresce a contratação de nadadores-salvadores”, Silva Rocha ressalvou que a validação dos procedimentos mantém-se “no capitão do Porto, com a ajuda do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN)”.

“Segundo o protocolo de salvamento, a cada unidade balnear correspondem dois nadadores-salvadores. Contudo, em praias em que se consegue fazer uma gestão mais racional de recursos, é proposto um plano integrado de salvamento, que passa pelo capitão do porto, que emite o seu parecer e que, ao seu nível, o valida. É, também, enviado em paralelo para o ISN que emite um parecer vinculativo”, explicou.

E prosseguiu: “a Autoridade Marítima, relativamente a estas questões da segurança e assistência banhista, valida os planos que venham a ser propostos, assumindo que as praias que não tenham planos integrados têm que cumprir com a legislação, que é dois nadadores-salvadores por cada 100 metros”.

Concordando que o expectável era que “hoje, em termos processuais, tudo estivesse concluído”, o comandante da capitania admitiu “verificarem-se alguns atrasos e que há bastante dificuldade em conseguir cumprir, pelo menos, com os dispositivos que foram validados o ano passado”.

“Existe um registo histórico de validação dos planos de um ano para o outro (…) e, nalguns do ano passado, existe dificuldade da parte dos municípios e dos concessionários na contratação de nadadores-salvadores para completar ou preencher os planos integrados de salvamento”, assinalou.

Nestes casos, continuou, “as praias têm obrigatoriamente que informar os banhistas, através de placas, de serem praias não vigiadas e, partindo da premissa de se tratar de uma situação temporária, pois muitos dos nadadores-salvadores são jovens e muitos deles estão em período de exames nas universidades, podendo, noutros casos, haver cursos ainda a decorrer, o que faz com que exista esta dificuldade pontual nos primeiros dias”.

Revelando que, neste contexto, terão “muito trabalho pela frente nos próximos dias, mesmo sabendo que existem zonas mais complicadas que outras”, Silva Rocha disse não ter condições para “fazer um levantamento” do que está em falta, mas espera em breve “ter um ponto de situação mais claro”.

À Lusa, o presidente da Área Metropolitana do Porto (AMP), Eduardo Vítor Rodrigues, reconheceu que este ano a preparação da época balnear ficou marcada pela dificuldade em contratar nadadores-salvadores.

“Durante estes dois anos, não havendo época balnear normal, houve uma suspensão generalizada das ações de formação que permitem a renovação anual das certificações dos nadadores-salvadores. Este ano há uma generalizada dificuldade em ter nadadores-salvadores”, afirmou.

Defendendo que a solução para este problema, que “não é culpa de ninguém”, passa por tornar a renovação automática, Eduardo Vítor Rodrigues salientou que a mesma facilitará a contratação de uns anos para os outros.

“Estamos a fazer algumas diligências para que haja uma automática renovação da licença”, disse, acrescentando, no entanto, que este é um problema que afeta “todo o país”.

“Há zonas do país que simplesmente correm o risco de não abrir”, afirmou, destacando que uma concessão, ao abrir sem nadadores-salvadores, “perde automaticamente” a bandeira azul.

“É um pequeno grande detalhe nacional que está a ser tratado”, observou, dizendo esperar que este “condicionalismo” seja resolvido a tempo.

“Para já, ninguém arrisca abrir sem nadadores-salvadores porque ninguém​​​​ arrisca a perder a bandeira azul, por isso, mais vale atrasar uma semana ou quinze dias”, observou.

À Lusa, Eduardo Vítor Rodrigues assegurou que “nenhuma” das praias da Área Metropolitana do Porto corre o risco de não abrir por falta de nadadores-salvadores, cujo número, apesar de não saber ao certo, rondará as “centenas”.

Ainda a covid-19

No ano passado, a época balnear abriu a 12 de junho na grande maioria das praias portuguesas, sujeitas então pelo segundo ano consecutivo a regras para prevenção, contenção e mitigação da transmissão da infeção por covid-19.

Questionado em 06 de maio pela Lusa sobre se este ano seriam definidas em decreto-lei regras relativas ao acesso, ocupação e utilização das praias de banhos, tal como sucedeu em 2021 no âmbito da pandemia de covid-19, o Governo respondeu que “as regras que vão vigorar no acesso e permanência nas zonas balneares vão ser idênticas às que se verificam nos outros espaços ao ar livre e que obedecem às determinações atualmente em vigor”.

A orientação 003/2022 da Direção-Geral da Saúde (DGS), na versão de 28 de abril, relembra, sem se referir a situações ou espaços específicos, que a “etiqueta respiratória é uma medida complementar à higienização e desinfeção das mãos e superfícies, bem como ao uso de máscara facial”.

“A etiqueta respiratória constitui uma prática que deve ser adotada permanentemente por qualquer pessoa, devendo ser disponibilizada informação acessível sobre a sua boa prática, nomeadamente através da afixação de cartazes informativos”, lê-se no documento.

Na mesma orientação, a DGS indica que “o distanciamento físico continua a ser recomendado para as pessoas mais vulneráveis”, bem como para “pessoas não vacinadas [contra a covid-19] com o esquema vacinal completo”, por exemplo.

O presidente da Área Metropolitana do Porto afirmou hoje ser com “entusiasmo” que encara o regresso de uma época balnear sem restrições devido à pandemia, mas que ainda assim, vão permanecer algumas medidas para sensibilizar os banhistas.

Em declarações à agência Lusa, Eduardo Vítor Rodrigues afirmou que as “expectativas são boas” no regresso de uma época balnear sem restrições devido à pandemia da covid-19, mas que permanecerão, nos acessos às praias, algumas medidas de proteção individual, como o álcool-gel, e informações de cuidados a ter.

“Apesar de não ser obrigatório, todos reconhecemos que os números de novos casos [de infeção pelo SARS-CoV-2] não são brincadeira. Portanto, vamos usar esses meios como fator de sensibilização”, notou.

E acrescentou, “vai ser o primeiro ano normal, mas é uma normalidade em que continua a ser importante haver alguns cuidados”.

Famalicão: Descida Mais Louca é o ponto alto desta sexta-feira das Festas Antoninas

As Festas Antoninas prosseguem esta sexta-feira, tendo como um dos momentos mais marcantes a Descida Mais Louca de Famalicão, a partir das 15 horas na Alameda Caminhos de S. Tiago.

Mais há muitos mais para ver e ouvir. Confira toda a programação que está reservada para este dia:

09h00 Primavera Desportiva 2022
Local: Campo de Jogos do Operário FC
Organização: Operário FC

09h30 15.ª Caminhada Camiliana “Famalicão a Seide”
Percurso | Praceta Cupertino de Miranda
ANTAS: Rua Vasconcelos e Castro, atravessa a Av.ª Gen. Humberto Delgado, Alameda Francisco Sá Carneiro, atravessa o Parque da Devesa (pelo Auditório/Anfiteatro), Rua Fernando Mesquita, Rua José de Sousa Carvalho Brandão
REQUIÃO: Rua Horácio Rebelo Portela, Rua da Murgeira, Rua Nossa Sr.ª de Fátima, Rua Dr. Francisco Alves, Rua de Pidre, Rua do Outeiro, Rua do Bairro
entra e atravessa a Quinta do Bairro, atravessa um caminho florestal, entra e atravessa a Quinta do Xisto, Rua Padre António do Xisto
SEIDE S. PAIO: Rua das Casas Novas, Rua Joaquim Araújo Alves, Travessa Joaquim Cardoso Azevedo, Travessa Padre Augusto Araújo Alves, Rua da Bica Velha, Avenida Nova
SEIDE S. MIGUEL: Rua da Tapada, Rua Joaquim José Sousa Guimarães, atravessa a Rua S. Miguel, entra para a Eira da Casa de Camilo.
Colaboração cénica | GRUTACA, Grupo de Teatro Amador Camiliano; GRUCAMO, Grupo Caminheiros de Montanha; ACV, Associação Cultural de Vermoim – Núcleo de Teatro, FRATERNIDADE NUN ALVARES de Avidos; GRECULEME, Grupo Recreativo e Cultural de Lemenhe e Projeto AMARCULTURA;
Colaboração Musical | Os Delaenses, Associação Cultural e Musical; Literatuna, Tuna de Letras da Universidade do Minho
Apoio | Junta da União de Freguesias de Seide

15h00 às 23h00 7ª Descida Mais Louca de Famalicão
Local: Alameda Caminhos de S. Tiago
Organização | Associação Recreativa e Cultural de Antas

15h00 8º “Tocá Bombar”
Participantes:
Os Delaenses, Associação Cultural e Musical (Delães)
Grupo de Zés P’reiras Unidos da Paródia (Amarante)
Bomboémia (Grupo de Bombos da Universidade do Minho – Braga)
CNE AGRUP. 124 Lousado
Grupo de Bombos de Santa Maria de Jazente
Os Divertidos, Grupo de Zés P’reiras (Delães)
Percurso | Rua Manuel Pinto de Sousa, Rua Adriano Pinto Basto; Alameda D. Maria II; Rua Lourenço da Silva Oliveira, Rotunda D. Sancho I.

16h00 Desfile Etnográfico
Grupos Inscritos:
Grupo Etnográfico de S. Tiago da Cruz
Grupo Etnográfico Rusga de Joane
Grupo Folclórico Danças e Cantares de Joane
Grupo Folclórico de Nine
Grupo Folclórico Santa Leocádia de Fradelos
Grupo Infantil e Juvenil Santiago de Gavião
Rancho Etnográfico de Ribeirão
Rancho Folclórico da Associação Cultural e Desportiva S. Martinho de Brufe
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Calendário
Rancho Folclórico de Oliveira Santa Maria
Rancho Folclórico de São Julião de Calendário
Rancho Folclórico Divino Salvador de Delães
Rancho Folclórico Flor do Monte (Carreira)
Rancho Folclórico S. Pedro de Bairro
Rancho Folclórico Santa Marinha de Mogege
Rancho Folclórico São Miguel-o-Anjo (Calendário)
Percurso | Rua Manuel Pinto de Sousa, Rua Adriano Pinto Basto; Alameda D. Maria II; Rua Lourenço da Silva Oliveira e Rotunda D. Sancho I (onde termina)

Festival de Folclore
Palco 1 – Praça D. Maria II (topo sul)
1. Rancho Folclórico de Oliveira Santa Maria
2. Grupo Folclórico Santa Leocádia de Fradelos
3. Grupo Folclórico Danças e Cantares de Joane
4. Grupo Folclórico de Nine
5. Rancho Folclórico de São Julião de Calendário

Palco 2 – Praça – Mercado Municipal
1. Rancho Etnográfico de Ribeirão
2. Rancho Folclórico Divino Salvador de Delães
3. Rancho Folclórico Santa Marinha de Mogege
4. Grupo Etnográfico de S. Tiago da Cruz
5. Rancho Folclórico São Miguel-o-Anjo (Calendário)

Palco 3 – Praça 9 de Abril
1. Grupo Infantil e Juvenil Santiago de Gavião
2. Rancho Folclórico S. Pedro de Bairro
3. Rancho Folclórico Flor do Monte (Carreira)
4. Grupo Etnográfico Rusga de Joane
5. Rancho Folclórico da Casa do Povo de Calendário>

21h00 Concertos
– Nunno Portugal
– Os Pêgas
Local: Praceta Cupertino de Miranda (Praça D. Maria II)

Famalicão: Debate sobre as escolas como espaço para brincar

«A Brincar também se constrói uma Cidade Educadora» é tema para mais uma Conferência em Educação, que tem como convidado Carlos Neto, professor catedrático da Faculdade de Motricidade Humana de Lisboa.

O debate decorre no auditório da CESPU, na noite do dia 22 de junho, às 21 horas, e as inscrições podem ser feitas em https://forms.gle/kNBYhMQYQQnP4D4P9.

Carlos Neto vai partilhar o trabalho que tem acompanhado na Rede Portuguesa das Cidades Educadoras com o grupo do Brincar, de que o Município de Famalicão faz parte, e a sua visão de que a escola e os recreios têm de ser um espaço para brincadeira, enquanto a sociedade não se organizar para proporcionar aos mais novos mais tempo de ar livre e mais interação com as famílias.

Esta iniciativa insere-se no 4.º Ciclo de Conferências em Educação promovido em parceria entre o Município, a Federação Concelhia das Associações de Pais de Famalicão, a CESPU – Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário e o Centro de Formação da Associação de Escolas de Vila Nova de Famalicão.

 

Grupo Sucesso passa a ser proprietário da rede de imobiliárias Realty One

O Grupo Sucesso, empresa líder no ramo imobiliário no norte de Portugal, passou a ser proprietária em Portugal da marca Realty One, que é uma referência mundial no sector imobiliário.

Liderado pelo empresário João Oliveira, o Grupo Sucesso, tem loja aberta na Avenida Marechal Humberto Delgado, com o nome Realty One Group; está também na vila de Joane, com a Sucesso II, e nos concelhos da Trofa (Key) e Póvoa de Varzim (Sucesso 5).

O Grupo Sucesso, que mantém a mesma equipa experiente e vencedora, sendo responsável por mais de 18 mil transações imobiliárias nos últimos 20 anos, tem planos de expansão na região, nomeadamente para Santo Tirso, Guimarães e Vila do Conde. Posteriormente, o objetivo é expandi-la a todo o país.

Quanto à Realty One, ou simplesmente One, está presente em mais de 15 países, com mais de vinte mil colaboradores e com mais de 17 anos de atividade. Tem mais de mil escritórios. É uma referência no setor imobiliário, sendo a que mais cresce nos Estados Unidos e está entre as 500 maiores empresas da América. Tem planos para se continuar a expandir, além do Norte de Portugal.

João Oliveira explica que o interesse em adquirir os direitos da Realty One «surge depois de atingidos os objetivos com os anteriores representantes». Para o empresário, «apesar de todas as conquistas aliadas às duas maiores marcas nacionais que viram crescer o Grupo Sucesso, a necessidade e ambição de fazer mais e melhor, com foco no cliente e na premissa de prestar um serviço cada vez mais personalizado, levaram a esta mudança».

A entrada no mercado nacional da Realty One pelo grupo Sucesso deve-se «à partilha dos valores que ambas as partes defendem: confiança e liberdade», para além de uma metodologia de trabalho diferente, centrada naquilo que são os interesses do cliente, a começar pela partilha de imóveis entre agências dentro e fora do grupo.