Famalicão: Tour 24Horas BTT passa pelos parceiros do evento

As 24Horas BTT de Famalicão só decorrem nos dias 18 e 19 de junho, mas já estão em andamento. A organização, Associação Amigos do Pedal (AdP), tem em curso um tour por todos os parceiros do evento a quem leva a camisola oficial que será entregue aos vencedores. Aviagem começou esta quinta-feira, com a apresentação na ENIF, principal patrocinador desta jornada desportiva que vai juntar cerca de mil praticantes.

«É uma viagem simbólica, mas importante porque cada um dos nossos parceiros, além do apoio que nos prestam, são parte importante desta organização, pelo seu contributo e dinamismo» realça Paulo Machado Ruivo

A camisola a entregar aos vencedores das 24HorasBTT de Famalicão é dominada pelo amarelo e preenchida com rodas em movimento da bicicleta de BTT, «desde sempre a nossa imagem de marca de promoção da prova» acrescenta o presidente da Adp.

«Queremos que os vencedores enverguem este jersey com orgulho, até pelo exercício de superação que significa uma vitória numa prova como esta». Este tour pelos parceiros é, também, sublinha o dirigente, «para valorizar esta ideia, de que esta é uma prova diferente e marcante, e que todos temos orgulho em os ter envolvidos».

O tour começou esta quinta-feira no Louro, onde está sedeada a ENIF – Comunicação e Publicidade, freguesia que é o palco da edição deste ano.

A pouco menos de 2 meses da prova já estão inscritos 600 atletas. «As inscrições continuam a decorrer. Estamos em permanente atualização e, tal como em edições anteriores, é previsível que muito tempo antes do dia de prova teremos de as encerrar, de modo a garantir a qualidade do evento que queremos seja, como tem sido desde a primeira hora, uma enorme festa desportiva», finaliza o responsável da associação.

 

Afinal, hoje já pode andar sem máscara

O uso de máscaras deixou de ser hoje obrigatório, depois de ter sido publicado na noite de quinta-feira o decreto-lei que altera e simplifica as medidas no âmbito da pandemia de covid-19 em Diário da República.

De acordo com o documento, o Governo considera que a obrigatoriedade do uso de máscara em espaços interiores pode ser “objeto de um novo enquadramento, continuando a assegurar a proporcionalidade das medidas restritivas às circunstâncias da infeção que se verificam em cada momento, independentemente da necessidade da sua modelação futura, designadamente, em função da sazonalidade”.

“Assim, entende o Governo limitar a obrigatoriedade do uso de máscara aos locais caracterizados pela especial vulnerabilidade das pessoas que os frequentam e aos locais caracterizados pela utilização intensiva sem alternativa, atento o especial dever de guarda e de manutenção do sentimento de segurança da comunidade que ao Estado compete”, lê-se.

Segundo o decreto-lei, a máscara continuará obrigatória nos estabelecimentos e serviços de saúde, nas estruturas residenciais ou de acolhimento ou serviços de apoio domiciliário para populações vulneráveis ou pessoas idosas, bem como unidades de cuidados continuados integrados da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados e, ainda, nos transportes coletivos de passageiros, incluindo o transporte aéreo, bem como no transporte de passageiros em táxi ou TVDE.

O Presidente da República promulgou hoje o diploma do Governo que reduz a obrigatoriedade do uso de máscaras no âmbito da pandemia de covid-19.

Marcelo Rebelo de Sousa anunciou na sua página oficial que “promulgou o diploma do Governo, recebido esta tarde, que procede à alteração ao Decreto-Lei n.º 10-A/2020, de 13 de março, na sua redação atual, que estabelece medidas excecionais e temporárias no âmbito da pandemia da doença COVID-19, reduzindo designadamente a obrigatoriedade do uso de máscaras”.

O diploma foi apresentado hoje pela ministra da Saúde, Marta Temido, que afirmou que estão reunidas as condições para o uso da máscara deixar de ser obrigatório, à exceção dos locais frequentados por “pessoas especialmente vulneráveis”.

“Estão reunidas as condições para a não obrigatoriedade do uso de máscaras, que se mantém nos locais frequentados por pessoas especialmente vulneráveis”, como lares e estruturas de Rede Nacional de Cuidados Continuados Integradas, afirmou a ministra no final do Conselho de Ministros.

Além do decreto-lei, também publicada a resolução do Conselho de Ministros n.º 41-A/2022 que determina a prorrogação da situação de alerta no âmbito da pandemia e o fim da exigência do Certificado Digital da União Europeia (UE) na modalidade de teste ou de recuperação ou outro comprovativo deixa de ser exigido para acesso às estruturas residências e para visitas a estabelecimentos de prestação de cuidados de saúde.

O texto declara “a situação de alerta em todo o território nacional continental” até às 23:59 do dia 05 de maio de 2022, na sequência da situação epidemiológica da covid-19.

Famalicão: Livro Rotas de Mil Pássaros apresentado no Parque da Devesa

Esta sexta-feira, a partir das 19 horas, a Companhia de Música Teatral apresenta, junto ao moinho do Parque da Devesa, o livro «Rotas de Mil Pássaros». A obra dá conta do trabalho que a Companhia tem desenvolvido no âmbito da Constelação Mil Pássaros, um trabalho artístico e educativo.

Alertando para a necessidade de proteger o planeta Terra, Mil Pássaros convida crianças e adultos a escutar os pássaros enquanto constroem um pássaro de papel (orizuru) e desejam um mundo melhor. O orizuru é um símbolo de felicidade, já que se acredita que se se fizer mil orizuros enquanto se pensa num desejo, esse desejo acaba por se tornar realidade.

O projeto deu os seus primeiros passos no Município de Vila Nova de Famalicão, tendo chegado também ao Cineteatro Alba e ao Município de Loulé. Com prefácio de Paulo Pires, a presente publicação dá particular destaque ao percurso posteriormente realizado na Lisboa Capital Verde Europeia, que culminou com a instalação na Estufa Fria, em Lisboa.

Ao mesmo tempo decorre a inauguração da instalação-performance Ecos, projeto integrado no Jardim Orizuro, apoiado pelo Fundo de Fomento Cultural, Programa Garantir Cultura do Ministério da Cultura.

Ecos é o resultado do trabalho realizado pela Companhia de Música Teatral no Município de Famalicão, no jardim de infância de Seide, no Centro Social da Paróquia de Castelões e no Centro Social de Requião.