Famalicão: Ciclista atropelado numa zona de interceção da via ciclo pedonal com estrada

Um ciclista foi, na manhã deste sábado, atropelado, numa zona de interceção da via ciclo pedonal com a estrada, na freguesia de Gondifelos, em Vila Nova de Famalicão.

A situação aconteceu cerca das 11h30 na Rua de Romãe e para o local foram acionados os B.V.Famalicenses.

A vítima foi assistida pelos soldados da paz e transportada para a unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave com ferimentos considerados ligeiros.

Vai pedir comida? Trabalhadores das plataformas de entregas estão em greve

Hoje pode ser um dia mais difícil para encomendar comida com entrega ao domicílio. Há greve dos trabalhadores das plataformas digitais que desenvolvem atividade como estafetas da Uber Eats, Glovo, Bolt e Take Away.

Os trabalhadores destas plataformas reivindicam um aumento do valor por km, por cada entrega no valor mínimo de 2,5€, a atribuição de um bónus de 10€ em caso de mau tempo, e dos horários após as 24 horas (subsídio noturno), seguro de saúde e de doença e um salário mínimo garantido de 800€, férias pagas e um subsídio de natal no valor proporcional ao do ano trabalhado.

Além da paralisação marcada para este sábado, estes trabalhadores agendaram ainda uma concentração em forma de protesto que arranca às 15h00, na Praça General Humberto Delegado, no Porto, seguindo depois em desfile motorizado pelas ruas da cidade.

Covid-19: Especialista defende máscaras obrigatórias por mais 2 semanas

O investigador da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa explicou, em declarações à agência Lusa, que, apesar de uma boa parte dos indicadores estarem “numa fase favorável”, como o índice de transmissibilidade (Rt) e os internamentos, a incidência, a letalidade e a taxa de positividade ainda estão elevados.

“Temos uma taxa de positivos relativamente ao número testes que fazemos ainda nos 20%” e a mortalidade ainda está acima dos 20 óbitos por milhão de habitantes nos últimos 14 dias, o limiar definido pelo Centro Europeu de Controlo de Doenças (ECDC) e a meta estabelecida pelo Governo para deixar de ser obrigatório o uso de máscara em espaços fechado.

Por outro lado, disse, citando dados do Índice Composto de Risco Pandémico, que analisa oito indicadores, entre os quais o “longo covid”, o número de pessoas que teve infeção nos últimos três meses é ainda relativamente elevado ainda e isso implica cuidados primários de acompanhamento dessas pessoas.

Carlos Antunes advertiu que, apesar de as faixas etárias mais idosas, terem “uma boa cobertura vacinal e já estarem com grandes percentagens de reforço vacinal, existe sempre a probabilidade de infeção”.

Exemplificou que, nos maiores de 80 anos, continuam a morrer cerca de 14 pessoas por cada 1.000 caso nos últimos 14 dias, número que baixa para três na faixa dos 70 aos 79 anos.

“Isto significa que, se aumentarem os casos nessas faixas, os óbitos também vão aumentar e foi exatamente o que ocorreu”, salientou, realçando que o aumento de óbitos que se tem verificado nas últimas semanas se deve ao aumento de casos nas faixas etárias acima dos 60 anos.

Perante esta realidade, o matemático defendeu que se deve continuar a manter a obrigatoriedade da máscara pelo menos por mais 15 dias dentro do estado de alerta que o Governo prolongou até 18 de abril.

Além disso, está a assistir-se a surtos de gripe e a “uma corrida às urgências” por outras doenças respiratórias.

“Estamos a saturar as urgências hospitalares e sabemos que, à semelhando que aconteceu nos outros invernos, o uso da máscara previne a propagação e a infeção das outras doenças respiratórias e, por esse lado, também é recomendável que continuemos a utilizar a máscara”, afirmou, como forma de tentar controlar a propagação destas doenças e para evitar que continue a aumentar o número de casos nos mais idosos e mais óbitos.

Mas, defendeu, “se a decisão política for contrária”, deve haver “uma forte recomendação” de que as pessoas com mais de 60 anos devem continuar a utilizar a máscara em espaços fechados.

Apontou ainda uma situação intermédia que é poder retirar-se a obrigatoriedade da máscara, com exceção dos hospitais, lares e transportes públicos, e deixar ao critério das pessoas usá-las em espaços públicos fechados.

“Esta é uma solução intermédia para aliviar a pressão psicológica de que as pessoas sentem do ponto de vista social de continuar a ser obrigada a máscara quando existem situações como as pessoas que frequentam, por exemplo, as discotecas e não são obrigadas a usar”, justificou.

Em espaços públicos, só devem usar as pessoas mais vulneráveis e houver uma grande concentração de pessoas porque o nível de circulação é elevado, mas, disse, “estamos a entrar na primavera e as condições atmosféricas reduzem a longevidade do vírus e o risco de transmissão em ambiente arejados e exteriores”.

Portugal registou, entre 22 e 28 de março, 70.111 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2, 148 mortes associadas à covid-19 e um ligeiro aumento de doentes internados, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Já arrancaram obras para a construção da nova variante Trofa – Maia

O Governo consignou esta sexta-feira a empreitada para a construção do troço da Estrada Nacional 14 (EN14) entre a Trofa (Interface Rodoviário) e a Maia (via Diagonal), num investimento de cerca de 32 milhões de euros.

A cerimónia para a consignação desta obra, que arrancou no mesmo dia e que deverá estar concluída em janeiro de 2024, decorreu no Ministério das Infraestruturas e Habitação, contando com a presença do ministro Pedro Nuno Santos, do vice-presidente da Infraestruturas de Portugal (IP), Carlos Fernandes, e dos autarcas da Maia e da Trofa (por videoconferência).

Esta intervenção insere-se na 2.º fase da construção da variante à EN14, que teve início em 2019 e se insere numa zona “densamente povoada” e com muitas unidades industriais, abrangendo a totalidade das intervenções os concelhos da Trofa e da Maia, ambos no distrito do Porto e também o de Vila Nova de Famalicão, distrito de Braga.

Esta 2.º fase contempla uma intervenção numa extensão de 10 quilómetros, entre a Maia (via Diagonal) e a Trofa (Interface Rodoviário), no qual está prevista a construção de uma rotunda na EN318 (zona industrial do Soeiro e Carriça), uma ligação à EN14 em Lantemil, quatro viadutos e uma ponte sobre o Rio Trofa.

O investimento previsto é de cerca de 32 milhões de euros, financiado no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

A próxima e última fase da construção da variante à EN14 contempla a construção da nova ponte sobre o Rio Ave, mais uma passagem pedonal, e ainda a edificação de quatro rotundas, numa extensão de 3,5 quilómetros.

Esta intervenção está em fase de projeto, mas a tutela prevê que tenha início em agosto de 2023 e esteja concluída em abril de 2025, num investimento 8 milhões de euros.

Já em serviço está o troço de beneficiação entre a Trofa e Famalicão, concluído em 2019 (3,2 milhões de euros) e entre o nó do Auchan e a Via Diagonal, no concelho da Maia, concluído em 2020 (5,2 milhões de euros).

Para além do óleo também a farinha está a ser vendida com limitações nos supermercados

Tal como o óleo, também a farinha começa a ter limitações de venda nas superfícies comerciais.

Tudo se explica com a questão da guerra e a possível escassez dos produtos.

A farinha, que também tem vindo a ficar mais cara, ao longo das últimas semanas, está limitada a cinco quilos por cliente na Makro.

É bastante provável que esta limitação se estenda a outras superfícies comerciais.