Famalicão: CIOR reúne com empresas e instituições para consolidar parcerias

Na busca de um novo paradigma na relação da escola com “empresas-âncora” e demais atores do tecido empresarial do município, a CIOR reuniu, esta semana, com representantes de instituições e empresas.

Com esta iniciativa, decorrente do processo de revisão do projeto educativo desta escola profissional, «pretendemos não só dar continuidade e consolidar as relações com algumas instituições e empresas parceiras e intervenientes no processo de formação e educação dos nossos formandos, como também dar a conhecer os novos projetos formativos de cooperação», justificou Amadeu Dinis.

Para o diretor da CIOR importa aferir, de forma conjunta, os novos desafios do mundo laboral e as suas realidades, bem como o desenvolvimento tecnológico «e os novos paradigmas da formação, assim como criar novas sinergias entre a CIOR e as empresas e instituições».

Neste contexto, a direção da CIOR e diretores de curso, tendo por base as suas áreas de formação, capacidade instalada em termos de equipamentos, oficinas, laboratórios e recursos humanos, abordaram assuntos relacionados com partilha recursos, acolhimento de alunos estagiários, participação nas provas de aptidão profissional, eventos e palestras de motivação e capacitação dos alunos, tal como a participação em mobilidades e projetos no espaço europeu, entre outros.

Neste encontro, a escola reiterou a disponibilidade para formar a qualificar os colaboradores das empresas nas áreas técnicas e afins, bem como em ações e eventos promovidos pelas empresas que poderão, também, integrar o conselho consultivo da escola.

Nestes encontros participaram administradores, diretores de recursos humanos e técnicos da Continental Mabor; Leica; ROQ; CeNTI;COMEIP Group; WEGeuro; AMG; Vinco Válvulas, S.A; Dieselfama; Confiauto Renault; Carclasse; J. Alves – Oficinas Auto, Lda; Genésio Ferreira & Santos Lda; Centro Social e Paroquial de Ribeirão; Mais Plural; Centro Social de Calendário;Engenho; AFPAD; Farmácia São Cosme; Farmácia da Estação de Nine e Farmácia Cameira.

Estas empresas e instituições tomaram, também, conhecimento da oferta formativa da CIOR para o próximo ano letivo: Mecatrónica Automóvel; Programação e Maquinação em CNC; Desenho de Construções Mecânicas; Eletrónica Automação e Comando; Animação Sociocultural e Técnico Auxiliar de Farmácia.

Falso alarme: Bombeiros alertados para uma situação de incêndio em garagem no centro da cidade

Na noite desta quinta-feira, os Bombeiros Voluntários de Famalicão informaram ter sido alertados para uma situação de incêndio numa garagem, no centro da cidade de Vila Nova de Famalicão.

Depois da chegada ao local dos soldados da paz, constatou-se que, afinal, não existia nenhum foco de incêndio mas sim uma acumulação de monóxido de carbono.

Ainda de acordo com a corporação, para o local foram deslocados para o teatro de operações 8 homens e 3 viaturas.

Imagem: BVFamalicão

Gás e luz mais caros a partir de hoje

As tarifas da eletricidade e do gás natural aumentam hoje 3% para os clientes domésticos no mercado regulado, que representam cerca de 6% e 2,2% do consumo total, respetivamente.

Segundo a atualização intercalar anunciada pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), as tarifas da eletricidade no mercado regulado vão aumentar cinco euros por megawatt-hora (MWh), o que representa um acréscimo de aproximadamente 3% na fatura média mensal de eletricidade.

O regulador disse que “esta atualização ocorre num momento em que os mercados de energia são particularmente afetados pelo conflito que decorre entre a Ucrânia e a Rússia, alterando os pressupostos que estavam na base dos preços em vigor no mercado regulado”.

Numa fatura média mensal, a partir de abril, um casal sem filhos com uma potência 3,45 kVA (kilovoltampere) e um consumo 1.900 kWh/ano pagará 38,35 euros, enquanto um casal com dois filhos, uma potência de 6,9 kVA e consumo 5000 kWh/ano pagará 95,19 euros.

Estes valores representam um aumento de 1,05 euros no primeiro caso e de 2,86 euros no segundo, face à fatura de março.

Já no caso do gás natural, as tarifas sobem também em média 3% para os 230.000 clientes que permanecem no mercado regulado, que correspondem a cerca de 2,2% do consumo total.

Segundo a estimativa do regulador, este aumento de preços no mercado regulado representa um acréscimo de 33 cêntimos numa fatura média mensal de um casal sem filhos (1.º escalão de consumo, consumo 1.610 kWh/ano) e de 70 cêntimos na de um casal com dois filhos (2.º escalão de consumo, consumo 3.407 kWh/ano).

Os mercados grossistas de eletricidade e de gás natural já atravessavam uma crise energética, com valores historicamente elevados, tendo a escalada de preços disparado com a guerra na Ucrânia, alcançando valores dez vezes superiores aos que se registavam no início de 2021.

O preço médio da eletricidade no mercado grossista ibérico superou, pela primeira vez na história, em março, os 500 euros por megawatt-hora.

Governo impõem a partir de hoje taxa de 3 euros a quem quiser visitar ilha das Berlengas

Os visitantes da ilha da Berlenga, ao largo de Peniche, passam a partir de hoje a pagar uma taxa turística de três euros por dia, por se tratar de um espaço natural e haver limitações no número diário de entradas.

Visitantes entre os 6 e os 18 anos e maiores de 65 anos vão pagar metade do valor, segundo uma portaria do Governo publicada no início deste ano em Diário da República.

As receitas da cobrança da taxa turística vão ficar “preferencialmente afetas à promoção das medidas de valorização”, desde obras de saneamento, gestão de resíduos e de abastecimento de água de uso público, implementação de alternativas de fornecimento de energia elétrica sustentável e melhorias das infraestruturas existentes no cais do Carreiro do Mosteiro, com vista ao embarque e desembarque de pessoas.

A ilha da Berlenga, no distrito de Leiria, tem um limite diário condicionado a 550 visitantes em simultâneo, estabelecido por portaria, não só para minimizar os efeitos do turismo sobre as espécies e habitats naturais sensíveis, como também tendo em conta a pequena dimensão terrestre do arquipélago.

A capacidade de carga humana exclui residentes sazonais habituais, prestadores de serviços e representantes das entidades oficiais com jurisdição na Reserva Natural das Berlengas.

O acesso condicionado de turistas decorreu também de estudos científicos e já estava previsto no regulamento do Plano de Ordenamento da Reserva, em vigor desde 2008, mas nunca chegou a ser fixado até meados de 2019.

Um estudo da Universidade Nova de Lisboa concluiu que visitavam anualmente a ilha da Berlenga mais de 65.650 pessoas, das quais 43.250 na época alta (meses de verão).

O arquipélago, no distrito de Leiria, foi classificado em 2011 como Reserva Mundial da Biosfera pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), tem estatuto de reserva natural desde 1981, é Sítio da Rede Natura 2000 desde 1997 e foi classificado como Zona de Proteção Especial para as Aves Selvagens em 1999.