Famalicão: Associação de Dadores de Sangue promove colheita esta quinta-feira

Esta quinta-feira, a Associação de Dadores de Sangue de V. N. de Famalicão promove uma colheita de sangue no Centro Pastoral de Santo Adrião, junto à Matriz Nova.

Aberta à população em geral, a colheita tem o apoio do Município de Famalicão e Paróquia de Sto. Adrião e decorre entre as 09h00 e as 12h30 pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação.

Esta colheita estava agendada para os Paços do Concelho.

 

Futebol: Ribeirão começa com vitória e Ninense com derrota

Começou, este fim de semana, o campeonato do Pró-Nacional da AF Braga. Na série B, o Ribeirão jogou em Vizela, com o S. Paio, e conseguiu uma vitória, 0-3, com golos de Igor Santos, Ruster e Sousa. Nesta série, o GD Joane não jogou, porque esteve na primeira eliminatória da Taça de Portugal, da qual foi eliminado após derrota, 2-1, com o Berço.

Na série A da Pró-Nacional, a AD Ninense perdeu, 2-0, em casa do Prado.

Famalicão: Feira de S. Miguel regressa e realiza-se na Praça – Mercado Municipal

A Feira de S. Miguel está de regresso depois de um interregno devido à pandemia causada pela Covid 19. O certame volta a realizar-se entre 29 de setembro e 2 de outubro, tendo como palco a Praça – Mercado Municipal, espaço de excelência para a cultura, turismo e trocas comerciais.

O evento abre no dia 29 de setembro com o Mercado dos Lavradores, que se irá realizar entre as 07h00 e as 13h00, até 2 de outubro. Nesse dia, pelas 16h00, cumpre-se uma das maiores e mais antigas tradições minhotas, a desfolhada, com animação musical a cargo do Grupo Etnográfico Rusga de Joane.

Pelas 21h00, há música na Praça com a atuação da Banda de Famalicão.

Jogador do Vitória S.C. já teve alta depois de cair inanimado durante jogo deste domingo

O atleta do Vitória Sport Clube, Rochinha, que este domingo chocou com um outro jogador durante o Vítoria S.C x Belenenses SAD já está em casa, informa a formação vimaranense.

O Vitória informou que o jogador sofreu um traumatismo na cabeça com perda de sentidos, foi acordado para o hospital e os exames complementares ditaram que “está tudo bem”.

Rochinha, depois de todos os exames realizados, foi encaminhado para casa sem registo de qualquer problema de saúde associado à situação que viveu na fase final do jogo deste domingo.

Cada aluno custa 6.200 euros por ano, um aumento de 30% desde 2015

“A despesa por aluno nestes últimos anos tem aumentado muito significativamente”, disse, em entrevista à Lusa, o ministro da Educação, sublinhando que se registou nos últimos seis anos um aumento de “mais de 30%”.

Segundo contas feitas pelo seu gabinete, em 2015 cada aluno representava um custo anual de menos de 4.700 euros, mas este ano o valor médio está “agora nos 6.200 euros por aluno por ano”: “É um aumento brutal”, disse à Lusa Tiago Brandão Rodrigues, numa entrevista que antecede o novo ano letivo, que começa a partir de terça-feira em todo o país.

Nestas contas entram todas as questões pedagógicas e curriculares, assim como o investimento feito na formação de professores e nas escolas, como o edificado, explicou.

O ministro salientou ainda o aumento de recursos humanos feitos nos últimos anos, com mais professores, assistentes técnicos e assistentes operacionais.

No final da semana passada, a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) revelou que havia, novamente este ano, uma suborçamentação na despesa efetiva com pessoal do setor da educação.

Questionado sobre o relatório da UTAO, Tiago Brandão Rodrigues começou por garantir que “ninguém ficará com os seus vencimentos por pagar”.

“Eu não tive oportunidade de ler o relatório, mas o que lhe posso assegurar – e nunca aconteceu – é que ninguém ficará com os seus vencimentos por pagar”, disse, acrescentando que existem dotações centralizadas no Ministério.

Segundo o documento da UTAO, a despesa reflete um grau de execução até julho de 2021 de 59,6% no Ensino Básico e Secundário e Administração Escolar e que, à semelhança dos anos anteriores, deverá “ser objeto de reforço orçamental ao longo do ano”.

Tiago Brandão Rodrigues salientou que o Ministério tem aumentado de “forma muito consistente e coerente” os recursos humanos para que se consigam cumprir os projetos educativos e pedagógicos das escolas.

“Fazemo-lo conscientemente, porque sabemos que temos de ter professores e todos aqueles profissionais que sabemos que são também precursores do sucesso educativo. Os psicólogos, mediadores, todos os assistentes sociais estão nas escolas porque são importantes para que o processo educativo possa acontecer”.

Além do reforço de pessoal docente e não docente, referiu o descongelamento das carreiras em 2018 e a consequente subida de escalões: “Tínhamos muitos docentes no 1.º escalão (…) e pouquíssimos no 10.º escalão – os dedos de duas mãos chegavam para os contar”.

Segundo o ministro, “agora são largos milhares de docentes que estão no 10.º escalão” e isso “tem consequências também remuneratórias”.

“Felizmente as carreiras estão descongeladas. Felizmente os docentes puderam também contabilizar uma parte do tempo em que as carreiras estiveram descongeladas. É importante lutar contra a precariedade”, defendeu.

Uma visão que não é partilhada pelos sindicatos que se queixam precisamente da precariedade, baixos salários e dificuldades em subir de escalões, motivos que levaram à marcação de uma greve para a primeira semana de aulas.

Confrontado com esta posição, o ministro disse apenas que “as organizações sindicais fazem o seu trabalho”, salientando como “verdadeiramente importante” a concertação.

“Felizmente vivemos em Portugal onde existe o direito à greve. Enquanto trabalhador obviamente terei também a oportunidade, quando sair deste papel, de poder ter direito à greve”, concluiu.

As aulas arrancam esta semana para cerca de 1,2 milhões de alunos do 1.º ao 12.º ano de escolaridade.