Voleibol: AVC Famalicão apresenta plantel com sete reforços

O Atlético Voleibol Clube de Famalicão (AVC Famalicão) já prepara a nova época desportiva. Há sete reforços – quatro jogadoras brasileiras e três atletas nacionais -, que se juntam às seis permanências do plantel anterior. Vítor Oliveira mantém-se como treinador, com Ademilson Mendes, Bruno Leite e Vanessa Rodrigues, ex-atleta do clube que terminou a sua carreira, como adjuntos.

Num plantel com 13 elementos, destaque para o regresso da brasileira Sthefany Benvinda, juntando-se a outros três reforços oriundos do mesmo país: Mariana Baddini, Marcella Amaral e Viviane Braun. Já Sofia Oliveira (ex-SC Braga), Maria João (ex-GC Vilacondense) e Catarina Lemos (ex-Boavista FC), são os outros reforços que trazem «acréscimo de qualidade ao grupo de trabalho», cujos objetivos passam por garantir um dos sete primeiros lugares da tabela classificativa, de forma a assegurar a manutenção no principal escalão do voleibol nacional.

Na apresentação do plantel, que decorreu ao final da tarde desta segunda-feira, na Casa do Território, no Parque da Devesa, Vítor Oliveira conferiu que as equipas adversárias «reforçaram-se bastante; quer as que lutam por objetivos maiores, mas também as restantes fizeram um grande incremento em termos de qualidade e número de atletas». O treinador vê, no entanto, a sua equipa «a lutar com todas elas, mesmo com as equipas com maiores orçamentos». Revelou, ainda, a sua satisfação pelo regresso do público aos pavilhões, esperando que não falte o apoio à equipa.

Rui Martins, presidente do AVC Famalicão, acredita que, mais uma vez, o clube «deixará uma imagem muito positiva na nova época», estando à altura da história que já conta com inúmeros títulos no seu palmarés, entre eles um triplete de campeonato, taça e supertaça. «O que queremos é que haja uma boa representação no campo. Para isso temos de ter um grupo unido. Acredito que temos um grupo que talvez seja melhor do que o da época passada».

O dirigente confere, ainda, a aposta na formação. «Temos cinco jogadoras estrangeiras e de resto são meninas da nossa região. Prata da casa, que tem sido valorizada. Não temos os mesmos argumentos financeiros de outros clubes, mas mesmo que os tivéssemos, teríamos de repensar a nossa estratégia porque o objetivo é a consolidação sem andar a correr desenfreadamente atrás de títulos».

O campeonato nacional da 1ª divisão de voleibol feminino inicia-se a 3 de outubro, com o AVC Famalicão a deslocar-se ao pavilhão do Benfica, seguindo-se o confronto com o SC Espinho, no Pavilhão Municipal das Lameiras, naquela que será a partida de estreia em casa na época 2021/2022.

Plantel: Mariana Baddini (ex-Lindesberg C), Ana Paula Frare (AVC Famalicão), Marcella Amaral (ex-Fluminense FC), Viviane Braun (ex-Blumenau), Sara Sá (AVC Famalicão, Sofia Oliveira (ex-SC Braga), Raquel Moreno (AVC Famalicão), Inês Magalhães (AVC Famalicão), Joana Martins (AVC Famalicão), Sthefany Benvinda (ex-CRES Varginha), Maria João (ex-GC Vilacondense), Eva Monteiro (AVC Famalicão), Catarina Lemos (ex-Boavista FC).

Mau tempo: Chuva e vento fez vários estragos entre Vermoim e Joane ao final da tarde

Os bombeiros foram, ao final da tarde desta segunda-feira, acionados para socorrer a população em vários episódios de estruturas / árvores derrubadas e inundações.

A partir das 17h30 e até perto das 20h00 os soldados da paz foram solicitados em pelo menos seis ocasiões distintas.

Vermoim e Joane foram as zonas mais afetadas.

Não há registo de nenhum episódio grave ou que tenha provocado feridos.

Futebol feminino: Duas atletas do FC Famalicão chamadas a estágio da Seleção Nacional

Luana Pacheco e Matilde Faria, do FC Famalicão, foram convocadas pela técnica Marisa Gomes para o estágio de preparação da Seleção Sub-17, que vai decorrer na Cidade do Futebol de 17 a 22 de setembro.

Os trabalhos incluem quatro sessões de treino e dois jogos particulares com a República da Irlanda, ambos na Cidade do Futebol, nos dias 19 e 22 de setembro.

 

Famalicão: PS acusa Câmara Municipal de desrespeitar luto nacional

Num comunicado assinado por Paulo Folhadela, porta-voz da candidatura autárquica do PS Famalicão, a Câmara Municipal é acusada de desrespeitar o luto nacional de três dias pela morte de Jorge Sampaio, antigo Presidente da República.
No passado fim de semana, «o presidente da Câmara e o vereador com os pelouros das Freguesias e do Desporto e Tempos Livres (não por acaso, o mesmo cidadão que foi escolhido por Paulo Cunha para lhe suceder) continuaram com o seu roteiro de inaugurações, visitas e lançamentos de primeiras pedras», acusam os socialistas que adjetivam a postura de «falta de nível e défice de cultura democrática».
Paulo Folhadela, que é o número dois da lista liderada por Eduardo Oliveira, diz mesmo que perante a decisão do Governo de decretar o luto nacional e o pedido do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, de serem «canceladas ou adiados os eventos organizados ou promovidos por entidades ligadas ao Estado», também a reabertura do Cineteatro Narciso Ferreira, em Riba de Ave devia ter sido adiada ou cancelada.
Mais grave, acusam os socialistas, é «o que veio a passar-se no sábado e domingo». Decorriam as cerimónias fúnebres e as últimas homenagens a Jorge Sampaio, «em Famalicão, Paulo Cunha e Mário Passos ignoravam os sentimentos da maioria dos portugueses, cumprindo uma agenda previamente delineada à medida dos seus interesses eleiçoeiros. Em dois dias, passaram por oito freguesias», cujos autarcas locais são, também, alvos da censura dos socialistas.
Num extenso comunicado, Paulo Folhadela acredita que «os famalicenses não se reveem neste tipo de comportamentos! A história do poder local democrático em Vila Nova de Famalicão exige dos seus titulares mais decoro e outro sentido das responsabilidades».

Famalicão: 63 milhões de euros investidos em Lousado por empresa líder no transporte ferroviário de mercadorias

A Medway, empresa líder no transporte ferroviário de mercadorias em Portugal, vai apresentar esta terça-feira, 14 de setembro, o projeto para o Terminal Ferroviário de Mercadorias e a respetiva Unidade de Execução. Trata-se do maior da Península Ibérica, ficará localizado na freguesia de Lousado e representa um investimento de 63 milhões de euros.

A sessão de apresentação realiza-se pelas 10h30, na Casa do Território, no Parque da Devesa, e conta com a presença do presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha.

Inicialmente anunciado como um investimento de 35 milhões de euros, o terminal de Lousado prevê agora um investimento de 63 milhões, em resultado dos diversos melhoramentos introduzidos no projeto, segundo anunciou a empresa em maio deste ano.

Com ligação ferroviária direta, através da Linha do Minho, bem como com as acessibilidades rodoviárias através de diversas vias principais, este terminal irá potenciar a indústria exportadora local, facilitando a logística das suas mercadorias, contribuindo, desse modo, para a economia e o emprego da região.

Famalicão: CIOR assinala 30 anos de ensino e formação

A Escola Profissional CIOR festeja 30 anos, uma data que começou a ser comemorada no arranque deste novo ano letivo.

Recorde-se que este novo estabelecimento de ensino arrancou a 11 de setembro de 1991, ao abrigo do PROAVE – Operação Integrada do Vale do Ave – nos termos do Dec. Lei nº 26/89 de 21 de janeiro.

Apesar da pandemia, a direção da Escola está apostada em assinalar a data e, através de Amadeu Dinis, manifesta o «sentimento de reconhecimento e gratidão a toda a comunidade educativa, antigos alunos e professores, parceiros institucionais e empresas que, ao longo dos anos, têm contribuído para a consolidação e afirmação da CIOR e do seu projeto educativo».

O diretor pedagógico, José Paiva, refere que «o nosso maior património é constituído por milhares de homens e mulheres que, educados e formados na CIOR, souberam construir projetos de vida como pessoas e profissionais». Acrescenta que «este é o nosso maior orgulho. O nosso maior capital».

Em nota à imprensa, a direção da CIOR acredita que o estabelecimento tem-se afirmado como um projeto educativo, formativo e sociocultural «permanentemente aberto, dinâmico e inovador». Anota que se trata de «um projeto que se tem consolidado na experiência, na cooperação interinstitucional e na procura sistemática de novos paradigmas que o tornam único, moderno e de qualidade».