Alerta: Homem desaparecido desde segunda-feira, família procura por informações

Está desaparecido desde segunda-feira Olímpio Ribeiro, homem de 68 anos, residente na vila de Fão, em Esposende.

A família acredita que o idoso possa estar desorientado e apela, por isso, a que a população esteja atenta. Vila Nova de Famalicão é um dos concelhos para onde o homem se possa ter deslocado, pelo facto de o fazer com alguma frequência antes deste episódio.

Da última vez que foi visto, Olímpio vestia uma camisa de flanela e umas calças de fato de treino cinzentas.

Se avistar o homem da imagem ou tiver alguma informação, entre em contacto de imediato com as autoridades locais ou com o número 966 380 445.

 

 

Covid-19: Escolas do setor privado fora dos testes rápidos pagos pelo Governo

O ensino privado não aceita ficar de fora dos testes rápidos de antigénio no regresso às aulas presenciais. O Governo anunciou 20 milhões de euros em teste rápidos nas escolas, mas apenas para o ensino público.

A Associação de Estabelecimentos do Ensino Particular e Cooperativo considera isto «uma discriminação». O presidente da Associação, Rodrigo Queiroz e Melo, em declarações à RTP, diz que «o vírus não escolhe as pessoas que infeta em função das suas opções educativas».

Segundo a Direção geral da Saúde, a testagem está prevista para professores, funcionários e alunos do secundário. Estão incluídas as escolas públicas e creches das IPSS.

O setor privado e cooperativo em Portugal representa cerca de 100 mil pessoas, sendo que cerca de 80 mil serão alunos.

Famalicão: 565 animais adotados em 2020

O Centro de Recolha Animal (CROA) de Vila Nova de Famalicão promoveu durante o ano de 2020 a adoção de 565 animais de companhia.

É um número considerado «muito positivo porque demonstra bem o dinamismo e a eficiência das ações desenvolvidas por este equipamento municipal focado no acolhimento e tratamento de animais errantes», defende o município.

Estes dados constam do relatório anual 2020 da DGAV relativo aos animais nos Centros de Recolha Oficial e que coloca Vila Nova de Famalicão no segundo lugar dos CROA com mais animais adotados a nível nacional. Famalicão surge atrás de Lisboa, onde foram adotados 863 animais.

De resto, nos últimos anos, o CROA de Famalicão tem vindo a registar um aumento do número de animais adotados, uma vez que passou de 433 animais adotados em 2017 para 565 em 2020.

Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, esta preocupação com a proteção dos animais do CROA «demonstra, por um lado, o excelente trabalho que está a ser desenvolvido por este serviço municipal e, por outro, reflete bem uma maior sensibilidade dos famalicenses para as questões dos animais».

Ainda no que diz respeito ao trabalho desenvolvido pelo CROA, o relatório anual 2020 da DGAV destaca o número de animais vacinados em 2020, que chegou aos 1287 e o número de animais recolhidos, 802.

Segundo o autarca, «a proteção dos animais tem sido uma aposta estratégica do município que, desde o início deste mandato, dedica um pelouro à Defesa dos Animais e tem desenvolvido um conjunto de ações no âmbito da sensibilização, acolhimento, responsabilidade e dedicação animal».

Mas, o edil alerta que o trabalho da proteção dos animais em Famalicão não se esgota na Câmara Municipal; lembra que há voluntariado, há dever cívico e há grupos informais, associações e até cidadãos neste setor «com desempenho de exemplaridade nesta matéria», acrescentou.

Abertas candidaturas ao Prémio de História Alberto Sampaio

O prémio, instituído pela Academia das Ciências de Lisboa, pelos Municípios de Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão e pela Sociedade Martins Sarmento, tem por objetivo homenagear o historiador Alberto Sampaio e incentivar o estudo e a investigação histórica em Portugal.

Este prémio, com um valor monetário de 6 mil euros, destina-se a premiar um estudo de investigação histórica, no âmbito da história económica e social portuguesa, ou no âmbito de outros domínios historiográficos associados ao legado de Alberto Sampaio.

Os estudos, a enviar para a Academia das Ciências de Lisboa, podem resultar ou ter por base trabalhos académicos, nomeadamente dissertações de mestrado ou teses de doutoramento, desde que respeitem o regulamento, disponível para consulta no portal do município famalicense.

Os estudos devem ser inéditos, em língua portuguesa, com uma extensão compreendida entre 20 mil palavras (mínima) e 40 mil palavras (máxima).

Recorde-se que em 2020, o Prémio de História Alberto Sampaio foi arrecadado por Alice João Palma Borges Gago, mestre em História Medieval pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com o trabalho “Gentes do Norte pela própria voz. Arquivos de Família da Região de Guimarães – Porto, séculos XV-XVII”.