Famalicão: este ano não há Feira de Artesanato e Gastronomia

A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão cancelou a edição deste ano da Feira de Artesanato e Gastronomia, devido à pandemia da Covid 19.

A salvaguarda da saúde pública, que impede a concentração de pessoas, é a razão para o cancelamento do certame, que já decorre há 36 anos entre o final de agosto e o início de setembro.

Entretanto, o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, adianta que o município está a preparar para este verão um programa de animação, com vários momentos, «que promoverá a retoma económica, cultural e turística da cidade e que decorrerá em condições de segurança, em consonância com a DGS».

Famalicão: Bombeiros salvam gatos bebés às portas da morte, depositados num ecoponto

Foi o miar dos gatos, vindo do interior de um ecoponto, instalado no parque de estacionamento de uma superfície comercial da cidade, que fez soar o alerta a um grupo de populares que passavam próximo do local e decidiram alertar os serviços municipais que, mais tarde, chamaram os bombeiros.

Chegados ao local, a equipa dos Bombeiros Voluntários Famalicenses constatou que, de facto, os animais tinham sido depositados no interior de um dos ecopontos. A partir daí desenrolou-se uma operação de resgate, envolvendo três soldados da paz e dois veículos, um deles com capacidade para elevar o ecoponto.

Dos quatro animais encontrados, um já havia falecido.

Os três gatos foram entregues ao serviços municipais para, em breve, estarem disponíveis para adoção.

Recordamos que os maus tratos a animais em Portugal podem ser punidos com penas até um ano de prisão.

Dia do Dador de Sangue Famalicense só em 2021

Devido à pandemia covid-19, a Associação de Dadores de Sangue de VN Famalicão não comemora, este ano, o Dia do Dador de Sangue Famalicense, habitualmente assinalado a 10 de junho. No entanto, nesse dia, a associação promove a habitual colheita de sangue, no centro pastoral de Famalicão.

A colheita, que tem o apoio das Guias da paróquia de Santo Adrião, decorre entre as 9 e as 12 horas, pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação.

Famalicão: O resgate do cão que afinal é raposa e foi batizado de “Covid”

O Município de Famalicão partilhou nas redes sociais, na noite desta segunda-feira, a história do resgate de um cão que, afinal, é uma raposa.


No passado dia 1 de abril, o Centro de Recolha Animal de Vila Nova de Famalicão foi contactado para a captura de um cachorro sinalizado como um cão de grande porte, pertencente à munícipe que alertou os serviços municipais. Porém, ao chegar à ocorrência, descobriu-se que aquele “cachorrinho fofo e peludinho” não era uma cria de cão, mas sim de uma raposa.

Procedeu-se à recolha do animal, uma raposinha do sexo masculino com cerca de um mês e uma semana, um pouco desnutrida, mas sem quaisquer ferimentos visíveis.
De acordo com o procedimento aquando da captura destes animais selvagens, procedeu-se de imediato à procura de tocas ou leiras de raposas nas imediações de forma a devolver de imediato a cria à progenitora. Porém, como as buscas se demonstraram infrutíferas, o animal foi levado para o Centro de Recolha Animal de Vila Nova de Famalicão para aí ter todos os cuidados médico-veterinários que necessitava dada a sua idade e condição frágil. Aí permaneceu durante um mês e oito dias num local específico onde só contactava com os tratadores e a médica veterinária. Foi alimentado e cuidado sempre atendendo à sua espécie com características diferentes de um animal de companhia.

Tendo em conta, a situação de pandemia em que vivemos, o animal foi batizado de “Covid”.
Depois dos cuidados iniciais, contactou-se o Centro de Recuperação de Fauna Selvagem do Parque Nacional da Peneda Gerês, que é a entidade que trata destes assuntos no território onde se encontra Famalicão, onde foi entregue no dia 8 de maio e onde estará em cativeiro durante o tempo que os tratadores do centro assim o entenderem necessário.


Neste Centro, o animal vai ser sujeito a vários testes, vai aprender a capturar presas para se alimentar e vai ser preparado para se defender de possíveis predadores.


Quando o pequeno “Covid” estiver capacitado para ser libertado na natureza os serviços de Defesa Animal do Município serão contactados pelos serviços para agendar a sua libertação no seu habitat natural de origem, ou seja, nas imediações de onde foi encontrado.