Bar de Famalicão teve a ideia de servir cocktail’s ao domicílio em frascos de xarope

Uma das casas responsáveis pelas noites animadas de Vila Nova de Famalicão, Chez Café Café, decidiu inovar e continuar a servir os clientes.

Apesar de estarem de portas fechadas, devido às medidas impostas pelo governo para evitar a propagação da Covid-19, os responsáveis por este espaço de diversão noturna criaram xaropes para quem está em isolamento.

Os xaropes, que podem ser encomendados sem receita médica, são feitos à base de gin, rum ou wisky.

A ideia arrojada tem merecido destaque de várias publicações nacionais relacionadas com o lifestyle.

Finalmente: Vão avançar as obras de melhoramento da Av. 9 de Julho em Famalicão

A informação foi avançada aos órgãos de comunicação social através do deputado Jorge Paulo Oliveira, depois de uma série de denuncias feitas pelo famalicense na Assembleia da República, relacionadas com o estado de conservação da N206, em concreto, na zona da Avenida 9 de Julho.

Em resposta à interpelação de Jorge Paulo Oliveira, o ministro das infraestruturas e habitação informou que a “IP tem prevista uma intervenção no troço , encontrando-se atualmente a ser projetadas as intervenções preventivas e corretivas para o ano 2020”.

A obra “deverá estar concluída no final do 2º semestre do corrente ano”, esclareceu o gabinete do ministro Pedro Nuno Santos.

Recordamos que recentemente uma grande parte da N206 foi intervencionada, tendo ficado esquecido cerca de 1km de troço, que liga a “Rotunda do Marco” à Rotunda de Sto. António.

Cidade Hoje promove debate esta segunda: “O que muda na restauração a partir de 4 de Maio”

A Cidade Hoje, em parceria com o movimento “Juntos em Vila Nova de Famalicão contra o Covid-19”, vai promover um debate online na noite da próxima segunda-feira.

Em cima da mesa vão estar as questões relacionadas com a área da restauração, focadas nas restrições impostas pelo governo para a reabertura dos espaços ao público.

O debate pode ser acompanhado a partir das 21h30, na página de facebook da Cidade Hoje, onde poderá, em tempo real, deixar as suas dúvidas.

 

Famalicão: Três pessoas feridas em colisão entre duas viaturas na A3

Três pessoas, duas mulheres e um homem, ficaram com ferimentos depois de uma acidente de viação, registado cerca das 17h15 deste sábado, na A3, freguesia de Cruz.

O sinistro, uma colisão entre duas viaturas, ocorreu ao quilómetro 34 daquela autoestrada.

Para o local foram acionados os Bombeiros Voluntários de Famalicão que assistiram as vítimas e transportaram-nas para o Hospital de Braga.

Sabe-se que os feridos, com idades entre os 30 e os 50 anos, não inspiram cuidados de maior.

Acidente em Fradelos: Despiste seguido de capotamento deixa ferimentos em homem com cerca de 60 anos

Um homem com cerca de 60 anos ficou ferido na sequência de um despiste seguido de capotamento, na tarde deste sábado, na freguesia de Fradelos.

O acidente aconteceu cerca das 16h00, na Rua D.Sancho I, em plena estrada nacional 309.

No socorro estiveram envolvidos os Bombeiros Voluntários Famalicão, que desencarceram a vítima, a Cruz Vermelha de Ribeirão, e VMER da unidade de Vila Nova de Famalicão do Centro Hospitalar do Médio Ave.

O ferido foi transportado pela Cruz Vermelha para o Hospital de Famalicão com ferimentos que não inspiram cuidados de maior.

Covid-19: Associações da restauração aconselham medição mas não registo da temperatura

As associações do setor da restauração defendem o controlo da temperatura de trabalhadores e clientes como medida de prevenção da covid-19 mas não o registo dos dados recolhidos o que, acreditam, permitirá ultrapassar eventuais ilegalidades.

Numa nota publicada esta sexta-feira no seu site, a Comissão Nacional de Proteção de Dados refere as empresas não podem “proceder à recolha e registo da temperatura corporal dos trabalhadores ou de outra informação relativa à saúde ou a eventuais comportamentos de risco dos seus trabalhadores”.

A medição da temperatura é uma das medidas na área da saúde, higiene e segurança para trabalhadores, clientes que a Associação da Hotelaria, restauração e Similares de Portugal (AHRESP) e a associação PRO.VAR (Promover e Inovar a Restauração Nacional) têm defendido no âmbito do processo de reabertura dos restaurantes.

A posição da CNPD levou o presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), João Vieira Lopes, a colocar a questão numa reunião realizada na sexta-feira com o primeiro-ministro e em que estiveram também o ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, e o secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, João Torres.

“Colocámos essa questão, porque a medição da temperatura consta do código de boas práticas para este setor, e a interpretação que o Governo nos diz que faz da medida é de que medir a temperatura não é ilegal, o que é ilegal é o seu registo e controlo”, referiu à Lusa João Vieira Lopes.

Também o presidente da PRO-VAR, Daniela Serra, referiu à Lusa que tem estado a pedir a opinião de juristas sobre esta matéria e o entendimento geral tem sido de que apenas o registo e controlo das medições não é permitido.

Neste contexto, Daniel Serra adiantou que o conselho que vai ser passado aos associados é no sentido de pedirem aos clientes e aos trabalhadores que façam a medição, sendo depois tomadas as medidas adequadas e recomendadas pelas autoridades de saúde no atual contexto de combate à covid-19 caso alguém revele ter uma temperatura elevada.

“Assim pensamos que o problema fica ultrapassado”, precisou.

A Lusa questionou o Ministério da Economia e Transição Digital sobre a medida de medição da temperatura e a proteção de dados, mas fonte oficial referiu apenas que “as condições para a eventual reabertura de espaços serão anunciadas no momento adequado”.

O primeiro-ministro, António Costa, disse esta sexta-feira que o Conselho de Ministros anuncia no próximo dia 30 quais os setores comerciais que retomam a atividade com normas de segurança em 04 e 18 de maio e 01 de junho.

António Costa referiu que o objetivo do executivo, com este calendário faseado de reabertura, “é medir em cada 15 dias os impactos da medida anterior, vendo se é possível ou não dar mais um passo” em termos de levantamento de restrições.